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Visita do Presidente do Irã ao Brasil provoca polêmica na comunidade judaica.

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido pressionado pela inúmeras entidades judaicas do Brasil, para não receber o Presidente do Iran, Mahmoud Ahmadinejad, que chegará ao Brasil no fim de novembro. A visita já foi adiada uma vez, na Primavera.
No dia 20, o Presidente do Senado, José Sarney, recebeu
O grão-rabino Asquenazi de Israel, Yona Metzger, esteve no Senado, no dia 20 de outubro, e na reunião mantida com o Presidente da Casa, Senador José Sarney, reforçou os pedidos para que o Brasil não conceda uma visita de honra ao dirigente iraniano.
“Para nós, é muito triste saber que o Brasil vai receber um homem que já disse publicamente que quer destruir nosso país. Depois de negar o Holocausto que, há 65 anos, matou seis milhões de judeus, ele quer continuar agora a matar outros seis milhões, dentro do Estado de Israel”, afirmou o rabino, acrescentando que o cancelamento da visita seria bem recebido em todo o mundo.
O Centro Simon Wiesenthal, uma organização judaica de direitos humanos, disse que o Brasil deveria usar a visita para condenar o que descreveu como retórica anti-semita de Ahmadi- nejad.”O Brasil deve condenar todos os apelos à destruição de Israel”, disseram Shimon Samuels e Sergio Widder, membros da divisão latino-americana do Centro Simon Wiesenthal em Buenos Aires, numa carta a Celso Amorim, ministro brasileiro dos Negócios Estrangeiros.

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