Queda de fertilidade levará ao fim da raça humana

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Muitas mulheres nas partes mais ricas da Ásia entraram em “greve de casamentos”, preferindo vidas de solteiras ao jugo do matrimônio. Essa é uma das razões pelas quais as taxas de fertilidade caíram. O mesmo tem acontecido por todo o planeta.

De acordo com as Nações Unidas, em 83 países e territórios as mulheres não terão filhas suficientes para substituí-las, a menos que os índices de fertilidade aumentem. Nos índices atuais, um grupo de mil mulheres deve gerar 547 filhas. Se os índices de fertilidade não mudarem, essas 547 filhas serão sucedidas por outras 299 filhas, e segundo cálculos da revista britânica The Economist, em 25 gerações a população feminina de Hong Kong seria reduzida de 3,75 milhões de mulheres para apenas uma.

Considerando que a idade média de partos em Hong Kong é de 31,4 anos, a última mulher da ilha nasceria no ano 2798, pouco depois da última mulher de Macau, que tem um índice de fertilidade maior, mas uma população muito menor. Seguindo a mesma lógica, Japão, Alemanha, Rússia, Itália e Espanha não chegarão ao próximo milênio. Mesmo a China, que tem 3700 anos de história, tem apenas 1500 anos pela frente se a tendência atual se mantiver.

*Texto traduzido e adaptado pelo Opinião e Notícia

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