Paro: o robô empático

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Shibata começou a trabalhar com robôs no início da década de 90. Ele tinha em mente algo prático, talvez ajudar os idosos com suas tarefas diárias, mas logo se deu conta de que os robôs não conseguiam fazer nada de realmente útil, de modo que decidiu criar um robô que oferecesse benefícios reais.

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É possível encarar Paro como um animal de estimação muito bem projetado, ao custo de US$ 5.000, que nunca atacará a pessoa que o está segurando, e também não ficará machucado caso o seu mestre fique irritado e o ataque. Ele fica feliz em qualquer colo, não precisa ser treinado, pode ser lavado com facilidade e não morre. Isso faz com que ele seja uma opção muito mais prática para um hospital ou um asilo que um animal de estimação de verdade. Ele é usado em tais estabelecimentos no Japão, partes da Europa e nos EUA.

Tomar conta de idosos em asilos pode se tornar mais fácil com robôs, sejam eles animadores como o Paro ou algo mais prático que possa ajudar os enfermeiros a carregas e manejar pacientes (Kitashima afirma que 70% dos enfermeiros sentem dos nas costas). Yoshiyuki Sankai, possivelmente o empreendedor robótico mais conhecido do Japão, criou uma empresa chamada Cyberdyne para fabricar sistemas que podem ser usados como acessórios e que podem ajudar pessoas a andar e carregar coisas ao acrescentar força artificial a seus membros.

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