Para baixar rejeição Marina elogia Lula e FHC em programa do PV

Fonte: vermelho.org.br

“O presidente Fernando Henrique e o presidente Lula deram grande contribuição colocando todas as crianças na escola, mas ainda é preciso dar um passo adiante: a educação com qualidade”, afirmou a senadora Marina Silva (AC) nesta quinta-feira, no programa do PV. O programa de 10 minutos em rede nacional de TV buscou reduzir a rejeição a Marina e a ideia de que ela só tem propostas para o meio ambiente.

De acordo com a última pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira (1), o tucano José Serra possui 33,2% das intenções de voto, seguido pela petista Dilma Rousseff, com 27,8%, e pelo socialista Ciro Gomes, com 11,9%. Marina aparece em quarto lugar, com apenas 6,8% . Mas o que preocupa o PV é o elevado índice de rejeição, de 36,6\% segundo a CNT/Sensus.

Em busca da redução desse índice, o programa dos verdes deixou de lado as propostas da senadora sobre o meio ambiente e priorizou o tema educação em seu programa televisivo. O tema foi tratado como parte de uma narrativa sobre a vida de Marina, apresentada um pouco como “o Lula que fez a coisa certa” (alfabetizada pelo Mobral aos 16 anos de idade, ela graduou-se em história e pós-graduou-se em psicopedagogia). A saída de Marina do PT, no ano passado, foi tratada com sutileza.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais do PV, Marco Mroz, pesquisas internas feitas pela legenda para tentar entender a origem da rejeição mostraram que o maior obstáculo à candidatura da senadora é o desconhecimento nas classes C, D e E. “Não nos preocupamos com esse número porque é uma questão de tempo para que os brasileiros que compõem essas faixas da população saibam quem é Marina e conheçam sua história. O horário eleitoral será uma boa oportunidade para isso”, comentou Mroz.

O PV colocou como meta elevar as intenções de voto na senadora dos 6,8% atuais para 15%, até abril. Os estrategistas verdes trabalham com a ideia de que Marina precisa angariar estre partimônio antes que comece a campanha, já que quando a campanha na TV começar sua candidata terá menos de dois minutos no horário eleitoral.

Da redação, com agências

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