Nem mesmo os 39 ministérios satisfazem aliados

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imagesA reforma ministerial vem tirando o sono da presidente Dilma Rousseff (PT) e dos partidos aliados, a despeito dos 39 ministérios. O principal entrave é o número de demandas, em detrimento dos cargos disponíveis.

A petista vem sendo pressionada pelo empresariado e pelo mercado financeiro – contrários à sua reeleição – que pleiteiam representação nos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento (com vistas às mudanças das políticas econômica e industrial).

Já o PT – incluindo Câmara e Senado – deseja que suas reivindicações sejam atendidas na composição da nova equipe. Militantes do partido que acompanharam de perto a vitória de Dilma, dizem que, apesar da aparente dureza, ele “tremeu na base”, ante a possibilidade de derrota, logo, o apoio da legenda foi salutar.

Soma-se ao “cabo-de-guerra” entre os nove partidos que compõem a coalizão (e as disputas internas nas siglas) as rixas locais. Derrotado pelo PT para o governo do Ceará, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, por exemplo, não está satisfeito com a perspectiva de ver seu adversário local, o governador Cid Gomes (PROS) se tornar ministro da Educação.

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