Joyce Pascowitch: Lula será candidato a presidente

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Fonte: Congresso em Foco
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Nota publicada pela colunista social Joyce Pascowitch, editora da revista Poder, informa que o ex-presidente Lula confidenciou a amigos próximos, no último fim de semana, sua intenção de concorrer novamente à Presidência da República este ano.

“O alto empresariado brasileiro, que tinha dificuldade em dialogar com o Planalto, pode começar a ficar mais tranquilo. O candidato do PT à Presidência da República deverá ser mesmo Lula. Ele já deu como certa nesse fim de semana, para amigos mais próximos, sua intenção de voltar ao posto. No PT, a decisão é vista com bons olhos, já que o partido não concorda com várias posições da presidente Dilma Rousseff”, escreveu a colunista no site Glamurama.

A assessoria de imprensa do Instituto Lula negou que o ex-presidente pretenda disputar as eleições deste ano e reiterou a disposição do petista em ser “cabo eleitoral” de Dilma, como ele afirmou em entrevista à televisão portuguesa RTP, levada ao ar ontem (27). “Ela vai ganhar as eleições”, declarou Lula.

Na entrevista à emissora portuguesa, o ex-presidente afirmou que denúncias de corrupção como o mensalão, irregularidades na Petrobras e outros problemas levantados não ameaçam a reeleição de Dilma.

Problemas na economia não existem, afirmou Lula, o que facilita a campanha da atual presidenta. “Acho engraçado algumas revistas estrangeiras dizerem que o Brasil não está bem”, afirmou. Ele enumerou conquistas dos 11 anos de governo do PT, como crescimento da classe média e do emprego, redução do número de miseráveis, aumento da quantidade de passageiros de avião, estudantes universitários e de consumo de automóveis.

O ex-presidente declarou, ainda, que os petistas presos no mensalão não eram da sua confiança. O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por corrupção e outros crimes grandes figuras do PT como o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e os ex-deputados José Genoino e João Paulo Cunha. Lula afirmou que o julgamento será “recontado” e que a decisão dos ministros “teve praticamente 80% de decisão política e 20% jurídica”.

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