Brasil  

IBGE: desemprego cai em outubro para 7,5%, menor nível no ano

Fonte: IBGE
O índice de desemprego no Brasil caiu para 7,5% em outubro, revelou nesta quinta-feira (25) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o melhor número do ano e repete o desempenho do mesmo mês de 2008, o segundo melhor da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego, só perdendo para os 6,8% de dezembro de 2008.
 Em setembro, a taxa de desocupação, também em queda, ficou em 7,7%. Para o IBGE, apesar das duas reduções consecutivas, a margem “mostra estabilidade, com variações pequenas”.
Em sua primeira queda desde fevereiro de 2004, o emprego formal caiu 0,3% no mesmo comparativo e “mostra um retrocesso da qualidade do emprego”, apontou Cimar Azeredo, gerente responsável do índice de desemprego do IBGE.
A renda real dos trabalhadores (R$ 1.349,70, ou US$ 781,50), também ficou estável no mês mas teve alta de 3,2% frente a outubro do ano passado. A massa de rendimento dos ocupados teve alta de 0,4% no mês e de 2,9% no ano. O rendimento domiciliar per capita teve alta de 0,8% no mês e de 3,6% no ano.
A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas seis maiores regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife).
Nos casos de Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre, assim como na média geral, a taxa de desocupação revelada nesta quinta-feira foi o melhor da série histórica para o mês de outubro. No entanto, Salvador se manteve como a Região Metropolitana com maior índice de desemprego, e Porto Alegre como a com menor índice entre as seys pesquisadas.
São Paulo apresentou o maior rendimento médio, R$ 1.489,10, e Recife o menor rendimento, R$ 895,10, seguida por Salvador, com R$ 1.156,10. Os funcionários públicos e militares foram a categoria melhor remunerada, R$ 2.338,55, seguidos pelos empregados do setor privado com carteira assinada, com R$ 1.262,88. Os trabalhadores por conta própria ficaram com R$ 1.092,55 e os pior remunerados continuaram a ser os empregados sem carteira assinada, com R$ 840,53.

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