Em meio à estagnação econômica, Dilma aumenta gastos para atrair votos

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Os quatro primeiros meses deste ano não foram bons para a política e a economia do Brasil. A severa seca que afeta os reservatórios do Sudeste aumentou o preço dos alimentos, trouxe o risco de racionamento e levou a inflação ao teto de 6,5% estabelecido pelo governo.

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Na contramão do bom-senso

A corrida eleitoral fez o governo aumentar as despesas, embora a presidente tenha se comprometido a reduzi-las. Empenhada em compensar a recente queda de popularidade, Dilma aumentou os gastos com os programas sociais considerados vitrine política de seu governo.

Gastos com o Minha Casa, Minha Vida e PAC cresceram 21%. Isenções fiscais e outras medidas implementadas para ajudar o setor manufatureiro também contribuíram para o aumento da dívida pública federal. Recentemente, a presidente anunciou um aumento de 10% nos benefícios do Bolsa Família.

As medidas tomadas pelo governo para atrair votos vão refletir negativamente no orçamento do país. Se esse declínio econômico persistir, a popularidade de Dilma cairá ainda mais. A proximidade da Copa do Mundo também afetará o governo e a busca pela reeleição de Dilma, já que a infraestrutura do Brasil não está preparada para eventos de grande porte.

 

Fontes: The Economist-Public finances face growing strains
      www.opiniaoenoticia.com.br 

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Um comentário para “Em meio à estagnação econômica, Dilma aumenta gastos para atrair votos”

  1. Tai a mostra do despreparo da presidente Dilma dá aumento ao Bolsa Família pois trata-se de gente pobre, humilde e quiçá possam pensar que ela é uma boa gestora e merece continuar a frente de nosso país.