Dilma isola radicais e obtém tempo e trégua

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Day after das eleições mais acirradas do País é marcado pela palavra união; termo foi usado por ex-candidato Aécio Neves e presidente reeleita Dilma Rousseff; governador reeleito Geraldo Alckmin se dedica à agenda de São Paulo, senador reeleito José Serra adianta que terá “muito trabalho” no Senado e ex-candidata Marina Silva avisa que voltará a ser militante; golpismo  zero; na economia, bolsa caiu e dólar subiu, como já era previsto; nenhum sinal de fuga de capitais; “Teremos medidas pelo crescimento econômico no mês que começa na próxima semana”, prometeu Dilma em entrevista ao Jornal Nacional; até Rede Globo se portou com civilidade

No day after das eleições mais acirradas da história do Brasil, prevaleceu o chamado à união feito tanto pelo candidato derrotado, Aécio Neves, como, especialmente, pela presidente reeleita Dilma Rousseff. Para quem temia incidentes políticos, provocados por setores descontentes com o resultado, as ocorrências foram iguais a zero. Nem mesmo no epicentro do nervosismo econômico, a Bolsa de Valores de São Paulo, o discurso fim do mundo assustou os investidores além da conta. Após chegar a cair mais de 6%, o índice Bovespa se recuperou parcialmente e fechou em -2,77%.

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