Como se planejar para a aposentadoria

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

A reserva acumulada para a aposentadoria tem que ser gasta de forma consciente, o que envolve economizar, fazer escolhas e, até mesmo, trabalhar para complementar a renda
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Organização e planejamento são duas palavras que não podem faltar no vocabulário de quem está pensando na aposentadoria. A meta ideal é conseguir reservar uma quantia para ter um fim de carreira com qualidade de vida e tranquilidade.

A primeira dificuldade do planejamento financeiro é saber quantos anos esta reserva deve durar. Para o especialista em finanças pessoais André Massaro, da MoneyFit, a solução é supor que sua expectativa de vida vai ser bem maior do que a média – que é de aproximadamente 73 anos.

A falta de planejamento pode levar a uma queda no padrão de vida da família. Por isso, é importante saber que a reserva acumulada para a aposentadoria tem que ser gasta de forma consciente, o que envolve, em muitos casos, economizar, fazer escolhas de onde gastar esse dinheiro e, até mesmo, trabalhar para complementar a renda.

Outra dica importante é não cortar os gastos destinados à saúde, pois na terceira idade são mais frequentes os problemas com doenças. Os planos de saúde chegam a custar R$ 1 mil por mês para quem tem mais de 60 anos.

Investimento em aplicações

As pessoas que optaram por aplicar o dinheiro para ter um rendimento futuro também devem ter cuidado. Como o valor de juros pagos pode variar bastante no decorrer do tempo, os investimentos podem aumentar ou diminuir de valor.

Uma pessoa que tenha títulos públicos, por exemplo, receberia do governo federal o equivalente a 10,75% em juros em 2010. Porém, caso a taxa básica de juros caia, este montante também vai diminuir. Por isso a importância de fazer uma simulação sobre seu patrimônio, prevendo uma queda no rendimento das aplicações.

Como gastar consciente

William Bernstein, especialista em investimentos pessoais norte-americano, desenvolveu uma técnica para reduzir a zero o risco de que suas reservas se esgotem antes do tempo. Caso uma pessoa se aposente aos 60 anos e gaste anualmente entre 2% e 3% do que acumulou, esta pessoa não terá que se preocupar com a falta de dinheiro até o fim da vida. No entanto, se os gastos forem superiores a 4%, provavelmente esta pessoa terá problemas financeiros.

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