Com Marina no PSB, PT e PSDB buscam aliados

pós o anúncio da aliança de Marina Silva com o governador de Pernambuco, Eduardo Campo (PSB) a disputa para a eleição presidencial do ano que vem ficou ainda mais acirrada. Por recomendação do ex-presidente Lula, estrategista da campanha de reeleição de Dilma, o PT vai intensificar negociações para manter o PDT e manter o PP e o recém-criado Solidariedade distante do PSDB.

Dilma irá ainda usar a reforma ministerial, prevista para o fim desse ano, para amarrar as alianças nos estados e também no plano federal.  Do lado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) vai buscar o apoio do PPS, que tentou sem sucesso atrair o ex-governador tucano José Serra e Marina para lançá-los como candidatos à Presidência. Sem candidato a presidente, a avaliação é que a aliança natural do PPS é com o PSDB, já que a legenda tem vários parlamentares que se elegeram em coligações com os tucanos em seus estados.

Em dezembro, a presidente vai trocar boa parte de sua equipe porque vários ministros vão disputar a eleição em 2014. Entre eles estão os petistas Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).  Os petistas querem reduzir ao máximo possível as traições nos Estados de aliados no plano nacional. Eles vão trabalhar para evitar a repetição do que ocorrerá na Bahia, onde o peemedebista Geddel Vieira Lima, mesmo com cargo no governo, tende a apoiar algum nome da oposição na campanha.

De acordo com a mais recente pesquisa do Datafolha, concluída no início de agosto, Dilma tinha 35% das intenções de voto. Marina estava com 26%, Aécio tinha 13%, e Eduardo Campos, com 8%, estava em quarto lugar.

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

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