Buraco na camada de ozônio tem maior tamanho e duração

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Em 2009, a extensão do buraco beirou o Rio Grande do Sul e deixou o estado ainda mais vulnerável à incidência de raios ultravioleta.
 
Ainda não se sabe porque um buraco na camada de ozônio, que normalmente se forma sobre a Antártica em setembro, tem aumentado de área e duração. Para estudar o fenômeno, estudiosos de Argentina, Brasil, Chile e Holanda se uniram e irão publicar um artigo na revista “Geophysical Research Letters”.

Em 2009, a extensão do buraco beirou o Rio Grande do Sul e deixou o estado ainda mais vulnerável à incidência de raios ultravioleta. Uma das preocupações dos cientistas é a interação entre o buraco e o aquecimento global.

De acordo com medições realizadas, a temperatura de onde fica a camada de ozônio, a estratosfera, cai de 60 a 80 graus Celsius negativos, durante a formação do buraco.

Em 2009, o limite da camada de ozônio atingiu a Argentina e o Chile. No entanto, células de ar muito vulneráveis a raios ultravioleta desprenderam-se e atingiram o centro do Rio Grande do Sul. São como miniburacos, que provocariam um aumento da temperatura.

Apesar de a radiação ultravioleta não ter conexão direta com o aquecimento global, quando a incidência desses raios aumenta em uma área poluída, reações químicas provocadas por eles causam um aumento de temperatura.

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