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Brasil é o 75º país menos corrupto, diz ONG

Por Edson Sardinha – congressoemfoco.com.br

Com nota 3,7, o Brasil faz parte do grupo dos países com problema grave de corrupção

Estudo divulgado  pela organização não-governamental Transparência Internacional mostra que o Brasil ocupa a 75ª colocação no ranking de percepção da corrupção. Com nota 3,7, o Brasil faz parte do grupo dos países com problema grave de corrupção. O índice vai de 0 (países muito corruptos) a 10 (países considerados pouco corruptos). O levantamento aponta uma pequena melhora na avaliação do país em relação ao ano passado, quando, com nota 3,5, aparecia na 80ª colocação.

A lista, composta por 180 países, traz a Nova Zelândia como a nação menos corrupta, com nota 9,4. Na outra ponta, aparece a Somália, com nota 1,1, com maior percepção de corrupção. Entre os países das Américas, o Brasil ocupa a 12ª posição. Está à frente da Argentina, que ficou com nota 2,9; atrás de Chile e Uruguai, e ao lado de Peru, Colômbia e Suriname.

O estudo leva em conta análise de especialistas e líderes empresariais de pelo menos dez instituições, entre elas o Banco Mundial e o Fórum Econômico Mundial.

“A grande maioria dos 180 países incluídos no índice de 2009 tem uma pontuação inferior a 5 em uma escala de 0 (percepção de alta corrupção) a 10 (percepção de baixos níveis de corrupção). O IPC mede níveis percebidos de corrupção do setor público em um país determinado e consiste de um índice composto, baseado em 13 pesquisas diferentes de especialistas e empresas”, explica a ONG.

Crise econômica

A presidente da Transparência, Huguette Labelle, diz que os elevados índices de corrupção comprometem ainda mais a recuperação das economias num cenário de crise econômica.

“Numa época em que abundam os pacotes de medidas de estímulo, desembolsos rápidos de fundos públicos e estratégias para garantir a paz em todo o mundo, é essencial identificar o modo em que a corrupção atrapalha as boas práticas de governo e a rendição de contas a fim de interromper esse círculo vicioso”, destaca Huguette Labelle.

“À medida que a economia mundial começa a mostrar os primeiros sinais de recuperação e algumas nações continuam fazendo frente a uma situação de conflito e insegurança constantes, constata-se que nenhuma região do mundo está isenta dos

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