Acompanhe minuto a minuto o debate da Band

Fonte: votebrasil.com

24h18 – Encerrado o primeiro debate de presidenciáveis na TV em 2010.

24h17 – Plínio critica as “Polianas” no debate. Fala de uma muralha da discriminação e que isso só pode ser enfrentado com luta. O PSOL vai defender o direito e a luta do eleitor, diz ele olhando para a câmara.

24h14 – Marina agradece a Deus e cumprimenta a Band e os candidatos presentes ao debate. E faz um lembrete: essas eleições, espero, seja um momento em que, sem desconstuir os acertos, sejamos capazes de fazer o que ainda precisa ser feito, com cuidado com o meio ambiente e a educação de qualidade, que gera oportunidades”. Um país que foi capaz de acabar com o preconceito ao eleger um operário, é capaz de eleger uma mulher que veio da floresta, diz Marina, que encerra com um texto poético sobre o “Dado”.

24h11 – Dilma agrade à Band, aos candidatos e aos jornalistas. Lembra que coordenou a equipe de ministros do governo Lula e que “essa foi a experiência mais vigorosa da minha vida”. Dilma cita a generosidade do presidente Lula e afirma que “quebramos barreiras que muitos acreditavam intransponíveis”, dando oportunidades a muitos brasileiros. Dilma afirma que o brasileiro ganhou autoestima e que ainda há muito o que conquistar, como a erradicação da pobreza e da miséria. “Um trabalhador não pode errar, uma mulher também não pode. O Brasil está preparada para uma mulher presidente”, diz.

24h09 – Serra diz que a filha dele falou, no intervalo, que ele sorriu pouco. “Mas estou muito feliz com o debate”, afirmou. E cumprimentou a Band, dizendo que aceita um novo debate, “até se for na próxima semana”. “Concorrer a presidente é uma coisa que me emociona”, afirma. Serra diz que veio de uma família de pais modestos e chegou aonde chegou por causa do trabalho duro dos pais dele. Falou do início da carreira como professor e depois do exílio. Serra cita seu currículo na vida pública e diz ter sempre tido uma meta, de abrir oportunidades aos brasileiros.

24h08 – Começa último bloco com considerações finais dos candidatos.

24h03 – Intervalo.

24h02 – Plínio critica o “bom mocismo” no debate e diz que tudo implica custo.

24h01 – Marina: “Sou a favor da democratização do campo”. Ela diz que deu a licença para a transposição do São Francisco e o projeto foi feito de forma ambiental correta. Mas o caso do Belo Monte precisa de maior estudo

23h59 – A usina de Belo Monte é um absurdo. Somos contra a transposição do São Francisco. E a ocupação no campo é um direito do agricultor. “Só tem um jeito de fazer reforma agrária, é com pressão da massa”, afirmou Plinio.

23h59 – José Paulo de Andrade pergunta a Plínio sobre Belo Monte e transposição do São Francisco.

23h58 – A luta do meio ambiente é uma luta generosa, diz Marina, seja de esquerda, direita ou de centro. “Estamos diante de um imperativo ético para salvar a vida. E nisso estão incluídos o pobre e o rico”, responde a candidata do PV.

23h56 – Plinio diz que “a desigualdade é aqui, onde a Marina e eu somos discriminados”. Segundo ele, há oposição entre meio ambiente e desenvolvimento. E diz que Marina é uma “eco capitalista”. Para defender a natureza, afirma, é preciso conter o lucro

23h54 – Marina diz que a proteção das árvores, o meio ambiente e o saneamento básico fazem parte da mesma equação. Ela defende o tratamento de esgoto, o que também é defesa do meio ambiente e da saúde pública. “Queremos um governo educado para o século 21. Não queremos fazer oposição entre meio ambiente e desenvolvimento”, afirmou. Proteger meio ambiente é gerar educação, ciência, trabalho, novas oportunidades para que no século 21 o Brasil não fique preso a paradigmas.

23h54 – Joelmir pergunta qual deve ser a prioridade da política ambiental no Brasil.

23h52 – “Vou fazer os correios voltar à sua melhor época, numa empresa estatal ideal, sem loteamento político”, afirma Serra. Ele diz que o loteamento leva pessoas a usar o patrimônio público para interesses pessoais. Em seguida, diz que Palocci passou anos e anos elogiando a política do FHC.

23h51 – “Não somos daqueles que quebram contrato”, diz Dilma. E pergunta como o governo FHC vendeu 100 milhões em patrimônio público e a dívida subiu.

23h49 – Serra diz que vai tratar bem o patrimônio público. “Não vou quebrar empresas como fizeram com os correios”, afirmou. Por outro lado, afirmou, é preciso prestar atenção na qualidade do crédito que o governo dá. Hoje, diz ele, muito do crédito “é dado por todos nós” através do BNDES. Com relação a Lula e FHC, diz Serra, “nada foi estatizado” no governo Lula.

23h48 – Jornalista José Paulo de Andrade pergunta a Serra, dizendo que os candidatos tucanos tentam esconder FHC e as privatizações. Ele quer saber como Serra vai tratar o patrimônio público.

23h48 – Dilma cita o crédito e a redução do IPI em alguns setores ajudaram o Brasil a sair da crise. Já Serra elevou a tributação no governo de São Paulo, afirmou.

23h46 – Serra comenta, a pedido do jornalista. E critica os juros altos no Brasil, propondo uma ” política adequada”. “Vou fazer uma nota fiscal brasileira”, diz Serra, a exemplo da Nota Fiscal Paulista feita no governo dele em São Paulo.

23h44 – O Brasil caminha para uma trajetória de crescimento com estabilidade, diz Dilma. A dívida líquida do setor público sobre o PIB deverá cair para 30%, afirma. “Sou contra qualquer tentativa de abaixar os juros de forma artificial”, diz Dilma, mas “eles estão numa trajetória de baixa”. Sobre os impostos, a petista defende uma reforma tributária. Segundo ela, o crescimento do PIB e a redução dos juros permitirão a redução dos juros.

23h43 – Joelmir Betting pergunta a Dilma até quando o brasileiro continuará pagando impostos e juros elevados.

23h42 – Iniciado o quarto bloco do debate, em que os jornalistas da Band fazem as perguntas

23h38 – Encerrado o terceiro bloco do debate

23h37 – Dilma defende a reforma agrária afirmando que o governo Lula assentou “mais que um Paraguai, mais que uma Suécia, mais que uma Alemanha”.

23h35 – “Quem fez a o projeto de reforma agrária no Brasil fui eu. Vocês cortaram tudo. Fizeram menos que o Feernando Henrique”, diz Plínio, que também critica a situação da Saúde no País.

23h34 – Em sua resposta, Dilma afirma que há no Brasil uma combinação do Bolsa Família com o salário mínimo, que subiu 74% em termos reais. A candidata da situação afirma também que as desigualdades estão diminuindo no Brasil também por causa da agricultura familiar e dos assentamentos rurais que foram feitos “com qualidade”.

23h33 – “Agora vocês entendem porque o Serra é hipocondríaco. Ele só fala de saúde”, diz Plínio, que quer saber de Dilma por que o governo gasta mais com o serviço da dívida do que com o Bolsa Família.

23h32 – Dilma diz que nos estados os mutirões continuam. E fala do número de empregos criados no governo Lula.

23h31 – Os empregos não foram criados por causa da indústria naval, responde Serra. E retoma o tema dos mutirões, dizendo que “o governo do qual você participou, acabou com os mutirões. Eu quero saber por que isso aconteceu”.

23h28 – Dilma responde a pergunta de Serra, que quer saber por que ela é contra mutirões na Saúde. “Não somos contra mutirões”, ela responde, acrescentando que o mutirão não deve ser uma política de saúde. Dilma defende um sistema de saúde robusto, completando o SUS, criando as UPAs 24 horas e as policlínicas. Dilma volta a falar da política para a indústria naval, dizendo que no governo anterior ao de Lula a indústria estava abandonada e só criava empregos no exterior.

23h27 – Serra volta a falar que o governo Lula abandonou as Apaes. “Isso é uma verdade”, afirmou. E ressalta, de novo, a importância dos mutirões de saúde.

23h25 – “A indústria naval estava morrendo”, responde Dilma. E afirma que o Luz Para Todos é diferente do Luz no Campo porque no segundo era preciso pagar.

23h23 – Para Serra, a indústria naval vai bem, mas pode melhorar. E que ele, quando for presidente, vai produzir as peças da indústria naval no País. Com relação ao Luz Para Todos, disse ser um programa positivo. E afirmou que é um prolongamento do Luz no Campo, um programa do governo FHC. “Se eu chegar lá, vou acelerar o programa”, afirma. Serra aproveita para falar que os mutirões para cirurgia são fundamentais e cita números.

23h23 – Dilma diz a Serra que Lula foi um dos melhores presidentes que o Brasil já teve. E quer saber do tucano o que ele diz sobre o programa Luz Para Todos e qual a opinião sobre a indústria naval.

23h21 – “Parece que você é do PT”, afirma Plínio em resposta a Marina e a critica por estar defendendo as políticas sociais do governo Lula.

23h21 – Marina diz que o Bolsa Família deve ser ampliado. Mas defende também igualdade de oportunidade, tendo como base a educação.

23h19 – “Minha política social é distribuir a renda”, responde Plínio. Diz que os governos “do Serra e da Dilma” concentraram renda. “Queremos uma dsitribuição de renda radical”, afirma. Plínio defende a distribuição de terras

23h17 – Marina Silva faz pergunta a Plínio. Lembra que viveu uma situação de pobreza no país e valoriza as políticas sociais. Ela quer saber qual a proposta de Plínio para a questão social

23h17 – Apresentador Ricardo Boechat retoma o debate entre os presidenciáveis e apresenta as regras do terceiro bloco.

23h12 – Encerrada a segunda parte do debate. Intervalo

23h11 – Marina afirma que combate às drogas não é apenas uma questão moral. E cita o justiça restaurativa no Rio Grande do Sul.

23h10 – Dilma diz que é preciso ter autoridade no controle de fronteiras. Mas é necessário também atuar na prevenção e no apoio, com parcerias entre o governo e a sociedade civil e as igrejas.

23h08 – Marina fala sobre os problemas que as famílias enfrentam com pessoas viciadas em crack. E defende políticas públicas integradas entre as três esferas de governo. Marina propõe uma política de combate às drogas. A candidata verde critica o governo federal por ter desarquivado uma proposta de combate ao crack.

23h07 – Dilma pergunta qual a estratégia de Marina para combater o crack.

23h06 – Para Dilma, o governo tem visão estratégica da educação, desde o estudo fundamental até a universidade. Afirma que o Brasil pode vir a ser uma potência desenvolvida e a educação começa na creche. Por isso, diz que fará 6 mil creches no Brasil.

23h05 – Marina diz que o Brasil precisa pensar de forma estratégica e investe apenas 5% do PIB na educação, o que faz o País estar atrás do Chile em 30 anos. Segundo Marina, é preciso dar educação digna para tirar as pessoas da pobreza.

23h02 – Dilma responde a pergunta da Marina sobre recursos à educação. Diz que os recursos estão em torno de 5% a 6%. A petista diz que é preciso investir em educação dada a questão demográfica no Brasil e afirma a necessidade de escolas profissionalizantes. Dilma defende também a expansão das universidades e do Prouni.

23h02 – Serra diz que Plínio está brincando ao dizer que ele é a favor do latifúndio. E diz que no Brasil as terras são extensas. Serra defende uma política de apoio a pequenos e médios agricultores.

23h01 – Plínio diz que Serra é a favor do latifúndio, que defende o empresário e que não gosta de madeireiro, mas isso é bom.

22h59 – Serra responde dizendo que há um estoque de terras no Brasil que foram desapropriadas, mas não foram ainda distribuídas. Sobre jornada de trabalho, o tucano afirma ser a favor de que ela seja definida pelos sindicatos no Brasil, dentro dos limites constitucionais. Quanto à anistia para desmatadores, Serra afirma não ser a favor.

22h58 – Plínio diz que quer ser perguntado. E diz que Dilma e Serra estão fazendo um “blocão”. Ele pergunta a Serra sobre a questão da propriedade no Brasil.

22h57 – Dilma diz que o “nosso governo” se comprometeu com esse setor. A candidata propõe uma política especial para as crianças que estão matriculadas nas Apaes.

22h56 – Serra diz que o Ministério da Educação, no governo Lula, quis proibir que as Apaes dessem aulas e cortou o transporte para as crianças excepcionais. As Apaes estão sendo perseguidas, afirma Serra.

22h54 – Segundo Dilma, uma política para os excepcionais representa um avanço para a cidadania para essas pessoas. Ela afirma que o governo Lula sempre apoiou as entidades do setor. A candidata diz que o Ministério da Educação fez um trabalho para integrar as pessoas com deficiências.

22h53 – Serra, por sorteio, reinicia os debates e faz pergunta a Dilma. Cita as Apaes e questiona por que o governo federal está discriminando entidades como a Apae.

22h52 – Boechat retoma o debate entre os presidenciáveis.

22h47 – Intervalo.

22h46 – Serra sugere que Dilma vá conhecer o porto de Salvador. Ou viaje por algumas estradas federais em Minas Gerais e Santa Catarina. Segundo Serra, há um perigo público ao viajar por estradas federais.

22h45 – Dilma diz que goveno Lula criou 14 milhões de emprego e reduziu a pobreza no País com programas de inclusão social e de investimentos. A petista diz que os números citados por Serra em relação aos portos são de 2006, “se não me engano”.

22h42 – Dilma compara a criação de empregos entre governos Lula e FHC. Serra responde dizendo que campanha não se faz com olhos no retrovisor. As circunstâncias hoje e na década passada são diferentes na economia, diz Serra. Ele questiona como o Brasil pode crescer sendo que depois de oito anos, dos 20 maiores aeroportos do Brasil, a maioria está engarrafada. Serra critica também a situação dos portos no País.

22h40 – Plínio diz que Dilma está fora do marco social. Dilma diz que respeita posição de Plínio, mas não concorda. Segundo ela, é preciso respeitar a diversidade na situação da terra no Brasil.

22h37 – Dilma responde a pergunta de Plinio. diz que não concorda com medidas que flexibilizam desmatamento. Sobre redução da jornada de trabalho, a candidata diz que é preciso ter respeito aos movimentos sociais e às condições de cada categoria de trabalhadores. Sobre limites de propriedade, Dilma diz ser a favor de reforma e assentamento agrário e agricultura familiar baseados em acesso ao crédito, onde pessoas possam viver do seu trabalho.

22h36 – Serra relembra o encaminhamento da PEC 29 que, segundo ele, “salvou a saúde”

22h35 – Marina diz que, infelizmente, os dois partidos que governaram nos últimos não conseguiram fazer o que ela planeja para o País, um realinhamento histórico

22h34 – “Tratei a oposição como adversária, e não como inimiga”, prosseguiu.

22h32 – Serra, enfim, responde que muito do que foi feito em administrações que integrou foi feito ao longo de várias administrações. Fala, por exemplo, do Bolsa-Família, que associa a programas de FHC. E garantiu que vai continuar o que vai bem. ”Eu nunca joguei no quanto pior melhor”, disse, sobre o tempo de oposição.

22h30 – Marina pergunta a Serra. Diz que há relativa convergência entre os candidatos nas áreas de educação, segurança e saúde. Pergunta a ele que experiência tirou dos anos em que passou no governo e na oposição. Serra não entende a pergunta e pede para repetir.

22h28 – Serra também elenca propostas como Mãe Brasileira. Na tréplica, Dilma reforça propostas de policlínicas. A petista, que foi vítima de um câncer no ano passado, disse ainda que pretende fazer mutirões de prevenção ao câncer

22h27 – Dilma responde, agradece a pergunta e diz que vai reforçar sistema de saúde criando 500 UPAs, aumentar programa Brasil Sorridente, o Samu, melhorar o tratamento da mulher e o atendimento às crianças do nascimento a um ano de vida. Promete ainda implantar unidades de polícia pacificadora, a exemplo do que se faz no Rio

22h26 – Serra pergunta quais são propostas concretas para saúde e segurança de Dilma

22h24 – Ao dar sua primeira resposta, Dilma atrapalha-se um pouco e demora a começar a falar. Depois diz que as três áreas são pilares da política pública no Brasil. Diz que vai dar prioridade à qualidade do ensino, enfrentar problema de má remuneração dos professores e dar formação continuada à categoria. “É importante ter visão integrada da educação”

22h22 – Serra fala a seguir, descrevendo essas três áreas como “três órgãos do corpo humano”. Ele promete criação do Protec – ProUni do ensino técnico e reitera a criação do Ministério da Segurança

22h21 – Marina promete regulamentar a emenda 29, queixando-se do fato de até agora não ter avançado a regra que garante recursos extra para a saúde

22h19 – Marina é a próxima a falar. Se apresenta falando sobre a satisfação de estar no debate e da oportunidade de debater propostas. “Uma das coisas que não se pode separar é saúde, educação e segurança. A educação é a base de tudo”, disse. Ainda assim, disse que a saúde terá atenção fundamental em seu governo. E busca se aproximar do eleitor. “Eu sei o que é sentir na pele o problema da saúde”

22h18 – Plínio diz que seu partido propõe posturas “radicais”. Seguindo os temas da pergunta proposta diz que saúde, educação e segurança são temas relacionados a um único problema – desigualdade social

22h17 – Plínio abre o debate. “Vocês estão surpresos né? Eram só três, agora tem mais um”, disse, ao se queixar da imprensa dizendo que sua candidatura foi omitida até agora. “Queremos apresentar uma alternativa a um modelo de desigualdade e igualdade”

22h14 – O apresentador Ricardo Boechat enuncia as regras do debate.

22h13 – Band contratou orquestra para tocar a música tradicional de abertura do debate

22h12 – Começa o debate da Band

22h06 – Segundo a Band, 210 jornalistas credenciados acompanham o debate

21h57 – Ao conversar com os jornalistas, o ex-governador e candidato ao Senado em Minas, Aécio Neves, disse que até o final das eleições, “as máscaras vão cair”

21h50 – Mais tarde um pouco, em entrevista à Band, Indio da Costa falou sobre segurança, combate às drogas no Rio. E disse que hoje começa a ficar clara a diferença entre os candidatos. “Uma campanha eleitoral é um embate de ideias, não um embate de pessoas”

21h42 – Indio da Costa, que chegou sozinho ao debate, procurou justificar o atraso em relação aos colegas de partido: “Fiquei preso no trânsito”, disse

21h39 – Serra foi o úncio dos presidenciáveis que não falou com toda a imprensa que acompanhava o debate. Falou apenas com a Band

21h36 – Junto com eles, o governador Alberto Goldman e o prefeito Gilberto Kassab chegaram ao local. “O fundamental é que o eleitor passa a conhecer melhor os candidatos”, disse o prefeito, ao falar de sua expectativa para o debate

21h35 – O candidato ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, chegou junto com Serra. “É uma vida de preparação”, afirmou, em referência ao presidenciável

21h33 – Serra, que chegou há pouco, disse que o importante do debate é contribuir para o Brasil com propostas. segundo ele é um passo importante na caminhada e será um ponto de partida para a campanha

21h28 – O candidato ao governo de São Paulo do PSB, Paulo Skaf, afirmou que o debate da Band promete se transformar em um “divisor de águas”

21h27 – Marta Suplicy também chega ao evento e se diz animada com desempenho de Dilma

21h22 – Vice de Dilma, o deputado Michel Temer disse achar que o debate será determinante como marco inicial da campanha. “Por isso tem que ter um nível de respeito entre os candidatos”, afirmou, adiantando o tom do discurso. “Temos que continuar com a tese do desenvolvimento econômico com inclusão social”

21h20 – Mais um a chegar no local, o presidente do PV, José Luiz Penna, diz que Marina vai se destacar em relação aos outros candidatos. “É a nossa grande chance, porque criaram verdadeiros latifúndios no horário eleitoral”, disse. “Será a disputa do conhecimento com a parafernália”

21h09 – Dilma diz que fez uma preparação muito boa para o debate e ressalta feitos do governo Lula

21h04 – Candidata do PT, Dilma Rousseff, já está na Bandeirantes para o debate. Dilma diz esperar um debate de alto nível e que ela representa um projeto generoso

20h57 – Marina Silva, candidata do PV, chega para o debate

20h50 – Plínio de Arruda Sampaio foi o primeiro presidenciável a chegar ao debate. Marina está no helicóptero e deve desembarcar dentro de minutos na emissora

Autor: Redação iG

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