Saúde  

A ciência a serviço da paternidade

No mundo atual, existe uma pergunta desconfortável a se fazer quando mulheres que esperam um filho tiveram mais de um parceiro no momento em que engravidaram: quem é o pai?

Com mais da metade dos nascimentos vindo de mulheres solteiras e com menos de 30 anos, a pergunta tornou-se ainda mais comum.

Agora já é possível determinar a paternidade durante a oitava ou nona semana de gestação, através de exames de sangue feitos de forma não invasiva e sem o risco de causar aborto.

Além de pôr fim à ansiedade, os resultados dão à mulher a opção de interromper a gravidez se o pai não for o homem ideal, ou então continuar caso ele seja.

Homens com a certeza da paternidade estão mais dispostos a dar apoio financeiro e emocional durante a gravidez, o que, de acordo com alguns estudos, levam ao nascimento de um bebê saudável.

Alguns advogados garantem que se os testes passarem a ser aceitos legalmente, as mulheres e o Estado poderão exigir pagamento de pensão para os filhos antes mesmo da criança nascer. Na lei norte-americana atual, “até e a não ser que a gravidez produza uma criança, qualquer custo é considerado um problema pessoal da mulher”, diz Shari Motro, professora de Direito da Universidade de Richmond.

Contudo, o teste em si pode ser constrangedor, pois requer uma amostra de sangue de no mínimo um dos possíveis pais.

Fonte: opiniaenoticia.com.br

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