O “amor” do PC do B pelo esporte significa dinheiro público para seus cofres

Por Ricardo Setti – http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/

Em homenagem ao novo escândalo de roubalheira descoberto no governo da presidente Dilma, tão bem revelado por VEJA e tão bem coberto pelo site de VEJA, com comentários tão pertinentes do Augusto Nunes e do Reinaldo Azevedo, republico aqui post que inicialmente foi ao ar no dia 21 de fevereiro deste ano. Vamos lá:

Amigos do blog, vocês talvez se lembrem de quantas vezes comentei aqui o fato de que, de repente, por alguma razão desconhecida, resolveu-se durante o lulalato (2003-2011) que tudo o que se refere ao Esporte no governo, começando pelo Ministério do Esporte, deveria ser atribuído ao PC do B, como se os comunistas ex-linha chinesa e depois albanesa tivessem algo no DNA que os qualificasse para gerir temas esportivos.

Daí ministros, secretários de Estado (onde o PT governa) e secretários municipais (nas cidades geridas pelo PT) oriundos do PC do B.

No plano federal, um dos programas que os ilustres comunistas do B inventaram no Ministério chama-se – usando o jargão esportivo – Segundo Tempo. O Ministério do ministro Orlando Silva o descreve como um programa de “inclusão social” – ah, como os lulistas adoram esta expressão — e “desenvolvimento integral do homem”. Tem como prioridade atuar em áreas “de risco e vulnerabilidade social” (outro jargão predileto da turma), criando núcleos esportivos para oferecer “a crianças e jovens carentes” a prática de sportes após o turno escolar e também nas férias.

Boa ideia, não?

Só que uma ampla e detalhada  reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo deste domingo, 20 – o bom e velho Estadão — descreve a situação de núcleos do Segundo Tempo em cinco unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Piauí, Santa Catarina e São Paulo.

A amostra, na capital do país e região do entorno, no Nordeste mais pobre ou no Sul e no Sudeste com melhores indicadores socioeconômicos, identificou a mesma bandalheira: entidades de fachada recebendo o dinheiro do projeto, núcleos esportivos fantasmas, abandonados ou em condições precárias.

Só no ano passado, essas entidades de fachada, quase todas nas mãos de gente do PC do B — portanto, roubalheira de dinheiro público para os “companheiros” ex-linha albanesa –, receberam 30 milhõesinhos dos cofres públicos.

O dinheiro sai do seu, do meu, do nosso bolso, sob a forma de impostos, e vai alimentar os cofres do PC do B.

Beleza, não?

Está aí explicado, em boa parte, o grande interesse dos comunistas do B pelo esporte.

 

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