Arquivo de Maio de 2016

Cientistas estudam criar genoma humano sintético

domingo, 22 de Maio de 2016

dna-163466_960_720-830x467Cientistas estudam fabricar um genoma humano usando elementos químicos para compor todo o DNA contido nos cromossomos humanos. A ideia vem sendo discutida em caráter sigiloso por cientistas da Harvard Medical School, e também prevê a criação de formas de aprimorar o DNA. 

Cientistas estudam criar genoma humano sintético

domingo, 22 de Maio de 2016

.
dna-163466_960_720-830x467Cientistas estudam fabricar um genoma humano usando elementos químicos para compor todo o DNA contido nos cromossomos humanos.

Apesar de ainda não ter saído do papel, o projeto, batizado de HGP-Write: Testing Large Synthetic Genomes in Cells, desperta preocupação na comunidade das ciências biológicas por conta da possibilidade de gerar humanos sem parentes biológicos, como na clonagem.

A ideia vem sendo discutida em caráter sigiloso por cientistas da Harvard Medical School, e também prevê a criação de formas de aprimorar o DNA. Segundo os envolvidos, o projeto trará grande contribuição científica e pode ser tornar uma continuação do Projeto Genoma, que visa decifrar o código genético do DNA humano.

No entanto, a proposta levanta várias questões éticas. Por exemplo, seria possível criar humanos com um determinado comportamento, como tipos de soldados, ou apenas clonar pessoas específicas?

O projeto ainda não tem financiamento. Porém, George Church, professor de genética da Harvard Medical School e um dos organizadores do projeto, afirma que muitas empresas serão convidadas a investir no projeto, sendo que algumas já demonstraram interesse. Segundo Church, o governo americano também será convidado a investir.

 

Fonte: Opinião&Notícia

Lula admite “equívocos no segundo mandato” de Dilma

domingo, 22 de Maio de 2016

images_cms-image-000498471Em entrevista, o ex-presidente voltou a dizer que pode ser candidato a presidente em 2018, a fim de “evitar a destruição das políticas de inclusão social”. Lula disse que o presidente interino Michel Temer age como se estivesse em definitivo no cargo e demonstrou confiança na capacidade de Dilma em reverter o impeachment no Senado.

Lula admite “equívocos no segundo mandato” de Dilma

domingo, 22 de Maio de 2016

 

Fonte: Brasil 247

Alvos da Lava Jato serão investigados nos EUA

domingo, 22 de Maio de 2016

images_cms-image-000498585O Departamento de Justiça dos Estados Unidos ampliou sua investigação que era restrita inicialmente à Petrobras para investigar outras companhias alvo de denúncias de corrupção no Brasil. Algumas delas são Odebrecht, Andrade Gutierrez, Braskem e OAS.

Alvos da Lava Jato serão investigados nos EUA

domingo, 22 de Maio de 2016

 

Fonte: Brasil 247

 

Empresário ligado a Lula é alvo de operação da PF

domingo, 22 de Maio de 2016

taiguara_LucioBernardoJr_CDO Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram uma operação conjunta para investigar se o ex-presidente Lula praticou tráfico internacional de influência em favor da construtora Odebrecht. Mandados de busca e apreensão, de condução coercitiva e  intimações foram cumpridas, na operação batizada de “Janus”.

Empresário ligado a Lula é alvo de operação da PF

domingo, 22 de Maio de 2016

.
taiguara_LucioBernardoJr_CDO Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram nesta sexta-feira (20) uma operação conjunta para investigar se o ex-presidente Lula praticou tráfico internacional de influência em favor da construtora Odebrecht. Quatro mandados de busca e apreensão, dois de condução coercitiva e cinco intimações foram cumpridas em Santos, São Paulo, na operação batizada de “Janus”.

De acordo com a ação, a suspeita é de que Lula tenha recebido vantagens econômicas indevidas para influenciar “agentes públicos estrangeiros notadamente na República Dominicana, Cuba e Angola”. O ex-presidente também teria facilitado ou agilizado a liberação de financiamentos de interesse das empresas do grupo Odebrecht junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os alvos da operação foram Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho da primeira esposa de Lula, e seu sócio, José Manoel Camano, conduzidos coercitivamente para prestar depoimento – o próprio Lula não foi notificado pela operação. O objetivo é apurar se a empresa de Santos foi utilizada para o pagamento de vantagens indevidas por meio de contratos firmados com a Odebrecht entre 2012 e 2015. A Exergia Brasil foi contratada pela empreiteira para conduzir a reforma da hidrelétrica Cambambe, em Angola. A empresa recebeu R$ 3,5 milhões pelo serviço enquanto a obra recebeu financiamento de US$ 464 milhões do BNDES.

Santos depôs, em outubro do ano passado, na CPI do BNDES. Na ocasião, ele negou que sua relação com Lula tenha facilitado negociações para prestação de serviços com a Odebrecht.

 

Do Congresso em Foco

Renan e Jucá reagem a pedido de Janot: “Delírio”

domingo, 22 de Maio de 2016

JDA_jucaerenan_20160519_011810-1.jpgcopyApós a solicitação entregue por Rodrigo Janot, ao STF em que pede investigação contra quatro peemedebistas, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que as “imputações” relacionadas a ele são por “ouvir dizer” ou “fruto de interpretações subjetivas”.

Renan e Jucá reagem a pedido de Janot: “Delírio”

domingo, 22 de Maio de 2016

.

Presidente do Senado, senador Renan Calheiros(PMDB-AL) e ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Romero Jucá após encontro na Presidência. Foto: Jane de Aráujo/Agência Senado

Presidente do Senado, senador Renan Calheiros(PMDB-AL) e ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Romero Jucá após encontro na Presidência.
Foto: Jane de Aráujo/Agência Senado

Após a solicitação entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) na manhã desta sexta-feira (20) – em que pede investigação contra quatro peemedebistas suspeitos de integrar esquema de corrupção na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará –, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que as “imputações” relacionadas a ele são por “ouvir dizer” ou “fruto de interpretações subjetivas”.

Em nota divulgada por sua assessoria de imprensa, Renan reitera que “sempre esteve e continua à disposição para quaisquer esclarecimentos”. O texto também caracteriza as acusações como “delírio” do ex-senador Delcídio do Amaral.

“Todas as imputações envolvendo o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) são por ouvir dizer ou fruto de interpretações subjetivas. O delírio do ex-senador Delcídio do Amaral, por exemplo, é por “fazer parte do time do Sarney”. O senador Renan Calheiros reitera que sempre esteve e continua à disposição para quaisquer esclarecimentos”, diz a nota.

Já a equipe de assessores do novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, pontua que todos os recursos recebidos para fomentar as campanhas políticas do PMDB em Roraima foram recebidos “oficialmente” e estão detalhados na prestação de contas formalizada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O texto também enfatiza que Jucá nunca se reuniu com Otávio Azevedo para falar sobre possíveis contratos de obras e “nunca autorizou ninguém” a realizar tratativas em seu nome.

“A assessoria de imprensa do ministro Romero Jucá  informa que  todos os recursos  para campanhas  políticas  do PMDB  em Roraima foram recebidos oficialmente e fazem parte das prestações de conta. Ressalta ainda que todas campanhas foram aprovadas pela Justiça Eleitoral. O ministro nunca esteve em  nenhuma reunião com Otávio Azevedo pra tratar de qualquer obra e nunca autorizou ninguém a fazer qualquer tratativa em seu nome”, reitera o texto divulgado pela assessoria de imprensa do ministro.

Delcídio do Amaral

As acusações contra os integrantes da cúpula do PMDB são baseadas em depoimentos prestados pelo ex-senador Delcídio do Amaral e por Luiz Carlos Martins, da construtora Camargo Corrêa. Janot pediu que, além de Renan Calheiros e Romero Jucá, sejam incluídos os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA) no inquérito que tramita no STF e já apura a suspeita de participação do senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, com irregularidades na usina.

Em seu acordo de delação premiada, Delcídio informou que ex-ministros operaram um esquema de desvio de recursos das obras de Belo Monte, em que pelo menos R$ 30 milhões em propina foram para os cofres do PT e do PMDB.

 

Do Congresso em Foco

Janot pede ao STF abertura de inquérito contra Jucá, Renan, Raupp e Barbalho

domingo, 22 de Maio de 2016

renanjuca_GeraldoMagela_AgsenadoO procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitou ao STF a abertura de inquérito para investigar  os senadores Romero Jucá,  Renan Calheiros, Valdir Raupp e Jader Barbalho todos do PMDB. Eles são suspeitos de integrar um esquema de pagamento de propina na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

Janot pede ao STF abertura de inquérito contra Jucá, Renan, Raupp e Barbalho

domingo, 22 de Maio de 2016

.
Do Congresso em Foco
.
renanjuca_GeraldoMagela_AgsenadoO procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitou a Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar o ministro do Planejamento Romero Jucá,  o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Os peemedebistas são suspeitos de integrar um esquema de pagamento de propina na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

As acusações contra os integrantes da cúpula do PMDB são baseadas em depoimentos prestados pelo ex-senador Delcídio do Amaral e por Luiz Carlos Martins, da construtora Camargo Corrêa. Janot pediu que os quatro sejam incluídos no inquérito que tramita no STF que já apura a suspeita de participação do senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, com irregularidades na usina.

Em seu acordo de delação premiada, Delcídio informou que ex-ministros operaram um esquema de desvio de recursos das obras de Belo Monte, em que pelo menos R$ 30 milhões em propina foram para os cofres do PT e do PMDB.

Os ex-ministros citados por Delcídio foram Erenice Guerra, Silas Rondeau e Palocci. Segundo o ex-senador, eles movimentaram aproximadamente R$ 25 bilhões e desviaram pelo menos R$ 45 milhões dos cofres públicos para as campanhas do PT e PMDB em 2010 e 2014. Delcídio ainda disse que o grupo de Renan, Raupp, Jucá e Barbalho formava uma forte frente de influência no governo, como no Ministério de Minas e Energia, Eletrosul, Eletronorte, diretorias da Petrobras e usinas de Jirau e Belo Monte.

No pedido de abertura de inquérito, Janot argumenta que as informações dos delatores podem configurar crime de corrupção passiva. Os senadores e o ministro negam qualquer envolvimento com os desvios de recursos.