Arquivo de junho de 2015

Lula: Dilma deveria reunir Poderes e buscar soluções

terça-feira, 30 de junho de 2015

images_cms-image-000442955Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a líderes da base aliada no Senado que a presidente Dilma Rousseff deveria reunir os Poderes para “encontrar saídas” para o Brasil. Segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante café da manhã com senadores governistas.

Lula: Dilma deveria reunir Poderes e buscar soluções

terça-feira, 30 de junho de 2015

Cafezinho: PT deu quase R$ 10 bilhões para a Globo

terça-feira, 30 de junho de 2015

images_cms-image-000442919Blogueiro Miguel do Rosário soma os repasses da publicidade federal durante os governos do PT à TV Globo, suas afiliadas, rádios, jornais e portais pertencentes ao grupo e provoca: “Depois o PT quer fazer ‘pesquisa’ para entender por que é tão odiado ou por que o fascismo se expande na sociedade”. “O PT alimentou o próprio inimigo com dinheiro público”, conclui.

Cafezinho: PT deu quase R$ 10 bilhões para a Globo

terça-feira, 30 de junho de 2015

 

Do Brasil 247

Setor público registra déficit primário de R$ 6,9 bilhões em maio

terça-feira, 30 de junho de 2015

imagesO governo não conseguiu economizar para pagar os juros da dívida pública em maio. De acordo com dados do Banco Central, o setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – apresentou déficit primário de R$ 6,9 bilhões, no mês passado.

Joaquim Barbosa vê “atentado” ao Judiciário em fala de Dilma

terça-feira, 30 de junho de 2015

imagesO ex-presidente do STF Joaquim Barbosa criticou a presidente Dilma Rousseff por ter declarado que não respeita delator, ao refutar a delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia. Em oito mensagens postadas no Twitter, o ex-ministro disse que nunca viu um chefe de Estado “tão mal assessorado” quanto Dilma.

Joaquim Barbosa vê ‘atentado’ ao Judiciário em fala de Dilma

terça-feira, 30 de junho de 2015

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joaquimbarbosatt1O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa criticou a presidente Dilma Rousseff por ter declarado ontem (29) que não respeita delator, ao refutar a delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia. Em oito mensagens postadas consecutivamente no Twitter, o ex-ministro do Supremo disse que nunca viu um chefe de Estado “tão mal assessorado” quanto Dilma e pediu à assessoria da presidente que a informe que atentar contra o bom funcionamento do Judiciário configura crime de responsabilidade.

Segundo ele, quem está na Presidência da República não pode “investir politicamente” contra as leis vigentes, como a que instituiu a delação premiada. “Zelar pelo respeito e cumprimento das leis do país: esta é uma das mais importantes missões constitucionais de um presidente da República!”, escreveu ele por meio de sua conta no Twitter. O ministro ressaltou que a delação premiada é um “instituto penal-processual previsto em lei” no Brasil e, como tal, precisa ser respeitada.

Em visita oficial aos Estados Unidos desde segunda-feira (29), Dilma comentou pela primeira vez a delação do ex-presidente da UTC que disse ter repassado R$ 7,5 milhões desviados do esquema de corrupção na Petrobras para a campanha à reeleição de Dilma. “Eu não respeito um delator (…). Não respeito nenhum, nenhuma fala” , disse ela. A presidente lembrou que resistiu “bravamente” às investidas dos militares para delatar seus companheiros de luta armada enquanto estava presa durante a ditadura, na década de 70.

Para Joaquim, a fala de Dilma mostrou que existe algo “profundamente” errado na vida pública do Brasil, a começar pela equipe que assessora a presidente. “Primeiro: nunca vi um Chefe de Estado tão mal assessorado como a nossa atual presidente”, tuitou ele. “Assessoria da presidente deveria ter lhe informado o significado da expressão “law enforcement”: cumprimento e aplicação rigorosa das leis”, disse em seguida.

Por fim, o ex-ministro propõe uma reflexão coletiva: “Vocês estão vendo o estrago que a promiscuidade entre dinheiro de empresas e a política provoca nas instituições?”

Por Gabriela Salcedo – Congresso em Foco

Setor público registra déficit primário de R$ 6,9 bilhões em maio

terça-feira, 30 de junho de 2015

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Da Agência Brasil
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images O governo não conseguiu economizar para pagar os juros da dívida pública em maio. De acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (30), o setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – apresentou déficit primário de R$ 6,9 bilhões, no mês passado.

Em maio do ano passado, o resultado negativo foi maior: R$ 11 bilhões. Nos cinco meses de 2015, houve superávit primário de R$ 25,5 bilhões, contra R$ 31,5 bilhões em igual período do ano passado.

Em 12 meses encerrados em maio, o setor público registrou déficit primário de R$ 38,5 bilhões, o que corresponde a 0,68% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

O superávit primário, economia de recursos para pagar os juros da dívida pública, ajuda a conter o endividamento do governo, em médio e longo prazos. Para este ano, a meta de superávit primário para o setor público corresponde a R$ 66,3 bilhões ou 1,1% do PIB.

O Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) registrou déficit primário de R$ 8,9 bilhões, enquanto os governos estaduais registraram superávit primário de R$ 1,7 bilhão. Os governos municipais também conseguiram economizar, registrando superávit primário de R$ 309 milhões. Já as empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, registraram déficit primário de R$ 72 milhões.

Em cinco meses, o Governo Central registrou superávit primário de R$ 6,6 bilhões, os estaduais, R$ 16,2 bilhões e os municipais, R$ 3 bilhões. As empresas estatais registraram déficit primário de R$ 346 milhões.

Os gastos com os juros que incidem sobre a dívida chegaram a R$ 52,9 bilhões, em maio, e acumularam R$ 199 bilhões, nos cinco meses do ano.

Em maio, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e as despesas com juros, chegou a aproximadamente R$ 60 bilhões. De janeiro a maio, o setor público registra déficit nominal de R$ 173 bilhões.

A dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,9 trilhão em maio, o que corresponde a 33,6% do PIB. Em relação a abril, a dívida em proporção do PIB caiu 0,1 ponto percentual. A dívida bruta chegou a R$ 3,5 trilhões ou 62,5% do PIB, com aumento de 0,9 ponto percentual em relação a abril.

Ministério Público busca provas contra Cunha

terça-feira, 30 de junho de 2015

964898-24062015-_dsc1516Procuradoria-Geral da República pediu ao STF acesso a inquérito sobre sonegação fiscal no período em que Eduardo Cunha presidia a Cehab (companhia de habitação do Rio) em 1999 e 2000; “Parece mais uma etapa de perseguição”, contestou Cunha.

Ministério Público busca provas contra Cunha

terça-feira, 30 de junho de 2015

 

Fonte: Brasil 247

Veja o vídeo: Foguete que levaria suprimentos à Estação Espacial explode

segunda-feira, 29 de junho de 2015

timthumb.phpO foguete não tripulado Falcon 9 da empresa SpaceX, que presta serviço à Nasa, explodiu  28 minutos após a decolagem em Cabo Canaveral, na Flórida. O cargueiro Dragon levaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

Veja o vídeo: Foguete que levaria suprimentos à Estação Espacial explode

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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O foguete não tripulado Falcon 9 da empresa SpaceX, que presta serviço à Nasa, explodiu neste domingo, 28, minutos após a decolagem em Cabo Canaveral, na Flórida. O cargueiro Dragon levaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

“Nós estamos decepcionados com a perda do cargueiro que tinha como missão reabastecer a Estação Espacial Internacional”, declarou o administrador da Nasa, Charles Bolden, garantindo que os três astronautas a bordo da ISS não correm risco porque tem suprimentos suficientes para até o fim de outubro.

Além de comida, encomendas pessoais e materiais de pesquisa, o cargueiro Dragon levaria peças para um futuro ponto de acoplamento de voos comerciais na Estação Espacial. Ao final da missão de cinco semanas, o foguete deveria trazer de volta 675 kg de materiais para a Terra.

Esta foi a terceira tentativa fracassada de levar suprimentos para a ISS. Em abril, uma nave não tripulada russa perdeu o controle e se desintegrou na atmosfera. Em outubro do ano passado, outro cargueiro já havia explodido logo após o lançamento.

A agência americana está investigando as causas do acidente. “Vamos trabalhar em conjunto com a SpaceX para entender o que aconteceu, resolver o problema e voltar a voar”, afirmou Bolden.

Assista abaixo o momento da decolagem e da explosão do foguete Falcon 9:

 

Fontes: The Guardian-Nasa SpaceX mission to International Space Station ends in explosion
Opinião&Notícia-Foguete que levaria suprimentos à Estação Espacial Internacional explode

Dilma exclui ministros de viagem aos EUA para deixar crise no Brasil

segunda-feira, 29 de junho de 2015

timthA citação dos ministros Aloizio Mercadante e Edinho Silva na delação de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, fez a presidente Dilma Rousseff excluir ambos da viagem para os Estados Unidos. A presença dos ministros poderia atrapalhar o encontro com Obama e alguns investidores americanos.

Dilma exclui ministros de viagem aos EUA para deixar crise no Brasil

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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timthA citação dos ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Comunicação Social) na delação de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, fez a presidente Dilma Rousseff excluir ambos da viagem para os Estados Unidos. A ida aos EUA é considerada a principal agenda internacional da presidente este ano e a presença dos ministros poderia atrapalhar o encontro com Obama e alguns investidores americanos.

Dilma tomou a decisão na última sexta-feira, 26, após uma reunião de emergência. O objetivo da presidente era deixar a crise de corrupção no Brasil, enquanto busca soluções e acordos com países vizinhos. Os conselheiros da presidente acreditam que a medida impedirá que os escândalos se propaguem para fora das fronteiras brasileiras.

Após a revelação sobre o teor do que foi dito por Ricardo Pessoa, alguns membros do governo passaram a defender o afastamento de Mercadante e de Silva, porém eles seguem com o voto de confiança de Dilma. Os que defendem a saída de Edinho acreditam que a proximidade dele com o gabinete de Dilma fará a crise respingar na presidente.

“O Edinho, ao invés de estar defendendo o governo, está tendo de se defender das denúncias. Cada vez que ele tem de sair do papel de ministro da Secretaria de Comunicação (SECOM) para defender o governo, encarnar o papel de tesoureiro e responder denúncia, fica muito ruim pra Dilma, porque respinga nela”, disse um membro do governo que preferiu manter o sigilo.

Aloizio Mercadante foi citado em uma lista que Ricardo Pessoa nomeou de “Pagamentos de caixa dois ao PT”, com repasse de R$ 250 mil para a campanha do atual ministro ao governo de São Paulo, em 2010. Segundo Pessoa, Edinho o pressionou para que fizesse doações à campanha de Dilma e em troca não perderia contratos com a Petrobras.

“Vivemos uma crise do presidencialismo”, diz Eduardo Cunha

segunda-feira, 29 de junho de 2015

imagesO presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou nesta  que o debate sobre o parlamentarismo deve ser reiniciado pelos deputados. Cunha defendeu a adoção do sistema ao ser questionado durante o evento Câmara Itinerante, em Manaus (AM).

‘Vivemos uma crise do presidencialismo’, diz Eduardo Cunha

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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Da Agência Brasil
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imagesO presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou nesta segunda-feira (29) que o debate sobre o parlamentarismo deve ser reiniciado pelos deputados. Cunha defendeu a adoção do sistema ao ser questionado durante o evento Câmara Itinerante, em Manaus (AM).

“Vivemos uma crise do presidencialismo, porque mesmo com a perda da condição política, você não pode refazer o pleito, só na próxima eleição você pode rever a decisão. No parlamentarismo, em certas circunstâncias especiais, você pode dissolver até mesmo o Congresso e realizar novas eleições”, disse.

Reforma política
Para Cunha, a votação da reforma política foi um avanço, ainda que as mudanças não tenham sido muitas. “No sistema eleitoral, tivemos todas as opções, mas a Câmara fez a opção por manter o sistema existente”, disse.

Cunha ressaltou que a tendência é baratear as campanhas e impor um limite às doações de empresas. Ele estima que o tempo de campanha deva diminuir de 90 para 60 dias, e o tempo de exposição da campanha na TV, de 40 para 30 dias. “Defendo que empresas que prestam serviços junto à administração pública sejam impedidas de fazer doações”, disse.

Maioridade penal
O presidente da Câmara defendeu também a redução da maioridade penal para crimes graves e afirmou que esse debate deve continuar com a reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90).

“Após a redução vamos debater mudanças no sistema de internação, que hoje em dia não funciona. Muitos lugares são inadequados”, disse.

Pacto federativo
Ele apoiou ainda uma mudança gradual do pacto federativo, sem impacto imediato para o orçamento da União, mas com independência crescente dos entes federados, o que restabeleceria sua capacidade de investimento.

Segundo Cunha, a primeira medida deve ser tornar obrigatório o gasto com emendas de bancada, que são emendas ao Orçamento da União feitas pelas bancadas estaduais da Câmara para grandes projetos em seus estados. “Faz tempos que essas emendas não são liberadas, e vamos reverter isso”, disse.

Veto a MP
Cunha disse que seu partido, o PMDB, deve defender a derrubada do veto ao texto da Medida Provisória 660/14, que permite a servidores dos ex-territórios do Amapá e de Roraima optarem pelo quadro em extinção de pessoal da União. O veto retirou da proposta policiais e bombeiros militares, aposentados e servidores da Suframa.

O deputado Silas Câmara (PSD-AM), que foi o relator da proposta, explicou que a readmissão de servidores demitidos é um direito, e prometeu trabalhar pela derrubada do veto. “No entanto, isso é difícil, porque é necessária maioria da Câmara e do Senado. Da parte do meu partido há disposição, pelo que entendo”, disse o presidente.

Senadores do PT reagem a ameaça de impeachment

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Humberto-CostaEm movimentação atípica no Congresso para uma segunda-feira, senadores do PT reagiram à nova investida da oposição em defesa do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, depois de divulgados os supostos beneficiários de repasses ilegais no esquema do petrolão.

Senadores do PT reagem a ameaça de impeachment

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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Por Fábio Góis –  Congresso em Foco
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Humberto-CostaEm movimentação atípica no Congresso para uma segunda-feira, senadores do PT reagiram hoje (29) à nova investida da oposição em defesa do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, depois de divulgados os supostos beneficiários de repasses ilegais no esquema do petrolão. Segundo a edição da revista Veja deste fim de semana, 18 representantes de seis partidos políticos receberam doações eleitorais a partir de dinheiro desviado da Petrobras por meio da UTC Engenharia, segundo delação de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira. Como a campanha da petista consta dessa lista de patrocinados, oposicionistas reativaram os discursos em defesa do impedimento presidencial – postura que, na opinião dos petistas, não passa de oportunismo político.

“Não vejo qualquer situação para impeachment, objetivamente. A oposição sempre vai fazer esse discurso, sempre vai colocar isso como uma possibilidade. Mas [impeachment] é uma situação muito séria e, objetivamente, tem que haver uma causa isso. E eu não vejo causa alguma”, disse ao Congresso em Foco a senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra-chefe da Casa Civil.

Como este site mostrou ontem (domingo, 28), diversos líderes oposicionistas passaram o fim de semana defendendo a abertura de um processo de impeachment contra Dilma – que, por imposições constitucionais, teria tramitação iniciada na Câmara, com julgamento no Plenário do Senado conduzido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Parlamentares do DEM e do PPS, partidos que apoiaram as manifestações de rua contra a presidente, defendem a possibilidade abertamente. “Não tem condição nenhuma de a presidente continuar à frente [do cargo]. Na segunda-feira, temos que cobrar no Senado que seja levado para a Câmara a abertura do processo de impeachment. É simplesmente o cumprimento da lei. É crime eleitoral; a resposta é o afastamento”, disse o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO).

Questionado pela reportagem sobre o assunto, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), foi na mesma linha da colega de bancada. “Não vejo, até o momento, nada que justifique o impeachment da presidenta da República. Mesmo no caso dessa delação, se fossem verdadeiras essas relações, não implicariam ali questionamento quanto à legitimidade do mandato da presidenta. A oposição continua querendo se antecipar aos fatos – muito mais, parece-me, querendo aprofundar o desgaste do governo do que levar, mesmo, essa decisão até às últimas conseqüências”, ponderou o parlamentar.

Dilma está em viagem oficial aos Estados Unidos e, ao falar para jornalistas em Nova Iorque, reagiu à repercussão do depoimento de Ricardo Pessoa. Dizendo que não respeita delatores, a petista avisou que tomará providências se o empreiteiro a incluir em suas acusações. Ricardo Pessoa contou aos investigadores que repassou R$ 7,5 milhões do esquema para a campanha da reeleição. Entregou, ainda, uma planilha intitulada “pagamentos ao PT por caixa dois”, por meio da qual relacionaria repasses de R$ 3,6 milhões aos tesoureiros de Dilma nas eleições de 2010 e 2014.

Animar a base

Senadores e deputados têm reunião prevista para as 20h desta segunda-feira (29), em Brasília, com o ex-presidente Lula. Na pauta, extra-oficialmente comentada, será discutido o cenário político atual e traçada a redefinição da estratégia partidária, depois dos seguidos episódios de desgaste para a sigla. Também devem ser debatidos no encontro os desdobramentos referentes às novas denúncias do petrolão. O périplo de Lula prosseguirá nesta terça-feira (30), em reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Lula se reunirá com senadores para discutir “conjuntura”

Segundo Humberto Costa, o compromisso com Lula já havia sido pré-definido antes da ida de Dilma à visita oficial nos Estados Unidos, e só não havia sido realizada ainda por questão de coincidência de agendas. O senador riu ao ser perguntado sobre o fato de Lula se reunir em Brasília na ausência de Dilma. “Naturalmente, vamos discutir conjuntura política, sobre a situação do governo, do Legislativo e, muito especialmente, a situação do PT, de que maneira vamos enfrentar essa conjuntura adversa”, disse o senador.

Já Gleisi diz acreditar que o assunto não constará, necessariamente, da pauta do encontro com Lula. “Não acredito que a reunião com o presidente Lula seja para tratar de impeachment, ou desse posicionamento da oposição. Acho que é muito mais para dar uma fortalecida, uma animada nas nossas bancadas. Cabe a nós fazermos um contraponto no debate sobre a política brasileira. Parece-me que a pretensão do presidente Lula é fazer uma boa avaliação de conjuntura e animar nossas bancadas”, acrescentou Gleisi.

Esquema da Lava Jato é ‘enorme e descomunal’, diz Janot

segunda-feira, 29 de junho de 2015

ÍndiceO procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu  que o Ministério Público tenha mais independência de investigação em relação à Polícia Federal.  O procurador, que concorre à recondução, classificou o esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato como “enorme e descomunal”.

Esquema da Lava Jato é ‘enorme e descomunal’, diz Janot

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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Do Congresso em Foco
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15/10/2014-  Brasília- DF, Brasil- O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no STF. Foto: Fellipe Sampaio/ SCO/ STF

15/10/2014- Brasília- DF, Brasil- O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no STF. Foto: Fellipe Sampaio/ SCO/ STF

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu nesta segunda-feira (29) que o Ministério Público (MP) tenha mais independência de investigação em relação à Polícia Federal (PF). Janot participou de um debate entre os candidatos que concorrem à lista tríplice para o cargo. O procurador, que concorre à recondução, classificou o esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato como “enorme e descomunal”.

Segundo Janot, as mudanças internas promovidas por ele na Procuradoria-Geral da República ajudaram no trabalho de investigação da Lava Jato. “Quando nos deparamos que este enorme e descomunal caso de corrupção, a instituição não era a mesma de dois anos atrás. As mudanças estruturais realizadas nos permitiram enfrentar a questão com profissionalismo e maturidade”, disse.

Para Janot, o Ministério Público deve ter maior independência em relação à Polícia Federal. O procurador defende um modelo no qual as atividades de investigação possam ser feitas com “profissionalismo e objetividade”.

Em maio, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o Ministério Público tem legitimidade para investigar por conta própria, desde que os procedimentos sejam autorizados por um juiz e que as garantias individuais sejam respeitadas.

“Nós temos uma atuação preponderante na área federal, na atuação em crimes financeiros e de combate à corrupção, e nós temos que trabalhar para que possamos obter maior independência investigatória no que se refere à colaboração da Polícia Federal”, defendeu.

O mandato de Janot termina em 17 de setembro, mas ele pode ser reconduzido pela presidenta Dilma Rousseff por mais dois anos. Os outros dois candidatos à lista tríplice são os procuradores Raquel Dodge e Mauro Bonsaglia.

A eleição interna entre 1,2 mil membros do Ministério Público Federal tem de ser feita para a formação da lista. A apresentação da lista não é obrigatória, mas é feita pela associação dos procuradores desde 2001. A entidade entende que esta é a maneira mais democrática para indicar seu representante.

A presidenta não é obrigada a nomear o candidato mais votado. Porém, o critério é observado desde o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tomar posse, o procurador precisa ter o nome aprovado pela Comissão de Constituição de Justiça e pelo plenário do Senado.

Saiba mais sobre a Operação Lava Jato

Cerveró pode fazer delação premiada na Lava Jato

segunda-feira, 29 de junho de 2015

images_cms-image-000442687Mesmo já tendo sido condenado por lavagem de dinheiro, o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró considera fazer delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, noticia o colunista Lauro Jardim.

Cerveró pode fazer delação premiada na Lava Jato

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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images_cms-image-000442687Mesmo já tendo sido condenado por lavagem de dinheiro, o ex-diretor da Petrobras poderá ter sua pena reduzida caso conte o que sabe aos procuradores da investigação; Nestor Cerveró sempre negou envolvimento no esquema de corrupção na estatal e sempre se recusou a negociar a delaçãoDepois de muito recursar o acordo, o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró considera fazer delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, noticia o colunista Lauro Jardim.

 

Fonte: Brasil 247

Festival de carne de cachorro na China causa polêmica

segunda-feira, 29 de junho de 2015

timthA carne de cachorro faz parte da alimentação de muitas regiões da China. Mas pelo segundo ano consecutivo, um festival de carne de cachorro no sul da China, previsto para coincidir com o solstício de verão, está sendo duramente criticado.

Festival de carne de cachorro na China causa polêmica

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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timthA carne de cachorro faz parte da alimentação de muitas regiões da China. Mas pelo segundo ano consecutivo, um festival de carne de cachorro no sul da China, previsto para coincidir com o solstício de verão, está sendo duramente criticado.

A grande preocupação é que os cães não são criados de maneira adequada. Os ativistas dizem que muitos animais consumidos na cidade de Yulin, na região de Guangxi, são cachorros sem donos que andam pelas ruas ou animais de estimação roubados. Além disso, são tratados de uma forma abominável. Entre os que protestam contra a realização do festival, estão os chineses que aprenderam a gostar de cachorros presos em coleiras, em vez de espetos de churrasco. Esses chineses pertencem a uma nova classe média, que adora seus animais de estimação. As famílias de regiões urbanas têm mais de 30 milhões de cachorros e gatos.

Os ativistas de proteção aos animais dizem que pelo menos 10 mil cachorros serão mortos no festival em Yulin (e segundo a tradição, serão servidos junto com o vinho de lichia). As autoridades locais recusaram-se a apoiar o evento, que começou no dia 22 de junho, mas não proibiram a sua realização.

As pessoas que gostam de cães tiveram mais sucesso em combater o hábito de comer carne de cachorro nas cidades maiores. Em Pequim, os restaurantes que servem carne de cachorro eram populares há alguns anos. Um grande restaurante perto do Ministério das Relações Exteriores servia as partes mais inimagináveis do animal. Porém as regras mais rígidas de funcionamento desses restaurantes, para que não ofendessem os visitantes estrangeiros durante os Jogos Olímpicos de 2008, limitaram seu número. Agora, eles são difíceis de encontrar.

Impostômetro atinge marca de R$ 1 trilhão em 2015

segunda-feira, 29 de junho de 2015

timA Associação Comercial de São Paulo informou que os brasileiros completam nesta segunda-feira, 29, a marca de R$ 1 trilhão de impostos pagos neste ano. Em 2014, o valor foi atingido no dia 10 de julho, isto é, 11 dias mais tarde.

Impostômetro atinge marca de R$ 1 trilhão em 2015

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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timA Associação Comercial de São Paulo informou que os brasileiros completam nesta segunda-feira, 29, a marca de R$ 1 trilhão de impostos pagos neste ano. Em 2014, o valor foi atingido no dia 10 de julho, isto é, 11 dias mais tarde.

O Impostômetro leva em consideração os tributos federais, estaduais e municipais pagos desde o primeiro dia do ano. A arrecadação pode ser acompanhada em tempo real no site www.impostometro.com.br, que é mantido pela Associação Comercial de São Paulo.

A forma de medir a carga tributária no Impostômetro foi modificada em maio deste ano por causa da alteração na metodologia do cálculo do PIB implementada em março pelo IBGE.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, a arrecadação tributária neste ano será superior à arrecadação do ano passado.

Delator diz que pagou a Lobão para obter contratos em Angra 3

segunda-feira, 29 de junho de 2015

lobao_pai_pedrofrança_agsenado-2O dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em sua delação premiada que acertou diretamente com o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) o pagamento de propina para a obtenção de obras em Angra 3, no Rio de Janeiro.

Delator diz que pagou a Lobão para obter contratos em Angra 3

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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Do Congresso em Foco
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lobao_pai_pedrofrança_agsenado-2O dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em sua delação premiada homologada na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que acertou diretamente com o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) o pagamento de propina para a obtenção de obras em Angra 3, no Rio de Janeiro. As informações são do jornal O Globo.

De acordo com o depoimento de Pessoa aos investigadores da força-tarefa da Operação Lava Jato, ele fechou com o hoje senador Lobão o pagamento de R$ 1 milhão em propina, mais o pagamento de doações eleitorais a a caciques do PMDB no Senado. Um dos beneficiados, neste aspecto, teria sido o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

As obras de Angra 3 são executadas pelo consórcio formado pela UTC, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht. Todas são investigadas pela Lava Jato. O grupo venceu uma concorrência em 2013 para executar as obras. A usina está orçada em R$ 3,1 bilhões.

“Com o êxito da contratação, o dono da UTC disse ter interpretado que o acordo da suposta propina a Lobão deveria estender benefícios aos caciques do PMDB no Senado. Os registros das doações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) corroboram o que Pessoa afirmou na delação”, afirma O Globo.

A direção do PMDB de Alagoas, controlada por Renan, por exemplo, recebeu R$ 1 milhão da UTC em doações eleitorais no ano passado, segundo as prestações de contas da sigla no Tribunal Superior Eleitoral. A executiva do PMDB de Roraima, comandada pelo senador Romero Jucá, também obteve repasses da UTC no ano passado, mas da ordem de R$ 1,5 milhão.

“Pessoa afirmou que repassaria às demais empreiteiras do consórcio a necessidade de ratear a suposta propina a Lobão e de dar atenção especial a doações aos demais representantes do PMDB no Senado. Pessoa enxergava em obras de usinas nucleares um filão para garantir à UTC a presença no grupo das maiores empreiteiras do país”, aponta O Globo.

Além de políticos, Pessoa também declarou que efetuou o pagamento de propina ao advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, para que ele pudesse influenciar em processos contra a UTC em tramitação no TCU.

A defesa de Lobão negou o pagamento de propina. Jucá também negou qualquer irregularidade nas doações de campanha e Renan não foi encontrado pela reportagem de O Globo.

 

Confira a matéria na íntegra

Oposição discute pedido de impeachment

segunda-feira, 29 de junho de 2015

aecio_waldemirbarreto_agsenado1Lideranças da oposição na Câmara e no Senado vão se reunir, para discutir um pedido de impeachment, que havia perdido força nos últimos meses e volta à pauta após às revelações da delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia.

Oposição discute pedido de impeachment

segunda-feira, 29 de junho de 2015

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aecio_waldemirbarreto_agsenado1Lideranças da oposição na Câmara e no Senado se reúnem, nesta segunda-feira (29), para discutir que estratégia adotar em relação às revelações da delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia. A possibilidade de um pedido de impeachment, que havia perdido força nos últimos meses, volta à pauta dos oposicionistas após a divulgação de detalhes dos depoimentos de Pessoa, apontado como chefe do “clube das empreiteiras” que atuavam em cartel na Petrobras, de acordo com as investigações.

Já a estratégia de defesa do governo deve ser traçada à noite, em encontro do ex-presidente Lula com as bancadas do PT na Câmara e no Senado. A reunião, que estava prevista para discutir a relação do partido com o Planalto, ganhou ainda mais importância com o agravamento da crise política.

Ricardo Pessoa contou aos investigadores que repassou R$ 7,5 milhões do esquema para a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Entregou, ainda, uma planilha intitulada “pagamentos ao PT por caixa dois” em que relaciona repasses de R$ 3,6 milhões aos tesoureiros de Dilma nas eleições de 2010 e 2014.

Parlamentares do DEM e do PPS, partidos que apoiaram as manifestações de rua contra a presidente, defendem abertamente a apresentação de um pedido de impeachment contra Dilma. “É crime eleitoral, não tem condição nenhuma de a presidente continuar à frente. Na segunda-feira, temos que cobrar no Senado que seja levado para a Câmara a abertura do processo de impeachment. É simplesmente o cumprimento da lei. É crime eleitoral, a resposta é o afastamento”, disse o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO).

TSE

Esta, porém, não é a única saída defendida por oposicionistas. Outro caminho seria aguardar os desdobramentos da ação que investiga a campanha à reeleição de Dilma. O entendimento, entre eles, é de que a situação de Dilma piorou com a delação premiada do ex-presidente da UTC. No próximo dia 14, o Ministério Público Eleitoral vai ouvir o depoimento de Ricardo Pessoa. Uma eventual condenação por crime eleitoral poderia desencadear a perda do mandato da presidente e a convocação de nova eleição presidencial.

O processo tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a relatoria do ministro João Otávio de Noronha. A ação por “abuso do poder econômico e político” e “obtenção de recursos de forma ilícita” foi apresentada pelo PSDB em dezembro. Candidato derrotado por Dilma em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) defende que a oposição trate com “serenidade” o encaminhamento das discussões sobre o futuro político da presidente.

“Tudo leva a crer que o Brasil, além da crise econômica que vive, enfrentará também o acirramento da grave crise política e moral que já enfrenta. São informações que merecem toda atenção e devem ser analisadas criteriosamente e com serenidade frente a gravidade que elas podem ter no quadro político nacional”, disse o tucano no fim de semana.

Afastamento

Na oposição há quem defenda, também, que Dilma se afaste do cargo, por iniciativa própria, até que as investigações sobre a legalidade de suas doações eleitorais sejam concluídas. “Se ela não pedir o afastamento e as apurações, estará, com seu silêncio e inércia, dando veracidade ao conteúdo da delação”, afirma o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR). Para Bueno, Dilma também deveria afastar preventivamente os ministros citados pelo delator como beneficiários de recursos ilícitos: Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social), ex-tesoureiro da campanha da petista à reeleição.

O empreiteiro afirmou aos procuradores que doou R$ 7,5 milhões à campanha de Dilma, após conversas com Edinho Araújo, por temer prejuízos em seus negócios na Petrobras se não ajudasse o PT. Segundo ele, a doação foi feita de forma legal.

Defesa no Planalto

No fim de semana, Edinho Silva e Aloizio Mercadante, além do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, rechaçaram irregularidades nos recursos declarados à Justiça eleitoral por Dilma e petistas e negaram a utilização de caixa dois. Eles ainda criticaram o “vazamento seletivo” de depoimentos e detalhes das delações premiadas e a “ênfase” dada aos repasses ao PT.

Mercadante lembrou que Ricardo Pessoa citou políticos de seis partidos, inclusive da oposição, como o PSDB, do senador Aloizio Nunes (SP), vice de Aécio em 2014. O tucano alega que os recursos foram declarados oficialmente em sua prestação de contas, em 2010, e que jamais teve qualquer relação com o empresário e influência na Petrobras.

Além da menção ao nome de Aloysio, outro ponto que os petistas pretendem explorar na defesa de Dilma é a doação feita pela UTC Engenharia à campanha do próprio Aécio. Foram R$ 8,7 milhões declarados à Justiça eleitoral – quantia superior aos R$ 7,5 milhões repassados à campanha da presidente. Aécio rebateu as ilações com ironia: “Nada tínhamos a oferecer a essas empresas achacadas a não ser a alforria desse grupo político, que vinculou as obras da Petrobras com o financiamento ao partido e aos seus dirigentes”.

Propina ou doação?

“Quando é para o PT é propina, quando é para o PSDB é doação. Isso tem de ser visto. Qual critério para dizer que para um é propina e para outro é doação?”, questiona o deputado Wadih Damous (PT-RJ). Ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro, Wadih é um dos nomes do PT na CPI da Petrobras. O presidente da comissão pretende ouvir esta semana o depoimento de Ricardo Pessoa.

Em entrevista ao Congresso em Foco, Wadih condenou a utilização da delação premiada como forma de se obter prova e defendeu a anulação da Lava Jato por causa das “arbitrariedades” que, segundo ele, foram cometidas pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz o processo.

Para o deputado, Dilma terá de lidar até o fim de seu mandato com a ameaça de impeachment. “Com esse clima de ódio e de antipetismo que se procura generalizar, essa questão do impeachment estará sempre latente. Em alguns momentos mais escondido. Vamos ter de conviver até o fim do governo”, afirmou.

Na avaliação dele, não há elementos para o impeachment. “A Constituição não prevê impeachment por insatisfação com o governo. Quando você está insatisfeito, o que a democracia preconiza é que você espere pacientemente o fim do mandato e vote em outro partido ou candidato nas próximas eleições. Este é o jogo democrático”, acrescentou.

Por Edson Sardinha do Congresso em Foco