Arquivo de dezembro de 2014

Mudanças no estilo de vida podem proteger cérebro da demência, diz relatório

domingo, 28 de dezembro de 2014

timthumbCaso pequenas mudanças no dia-a-dia fossem implementadas mais de 80 mil pessoas poderiam ser salvas anualmente da demência.  Além disso, o estudo sugere que as adequações no estilo de vida sejam feitas  ainda quando jovens para combater doenças como Alzheimer.

Mudanças no estilo de vida podem proteger cérebro da demência, diz relatório

domingo, 28 de dezembro de 2014

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timthumbCaso pequenas mudanças no dia-a-dia fossem implementadas mais de 80 mil pessoas poderiam ser salvas anualmente da demência.  é o que afirma o relatório publicado no Daily Telegraph. Além disso, o estudo sugere que as adequações no estilo de vida sejam feitas  ainda quando jovens para combater doenças como Alzheimer, já que se tem evidências de que a deterioração do cérebro começa aos 40.

A pesquisa e suas conclusões serão apresentadas em fevereiro para a Cúpula Mundial de Inovação e Saúde em Doha.

O estudo afirma que 80.294 casos de demência seriam impedidos na Grã-Bretanha, se medidas como reduzir a pressão arterial na meia-idade fossem tomadas. Alimentação adequada e prática de exercícios físicos, segundo o estudo precisam ser incluídos desde muito cedo na vida cotidiana.

O ex-ministro da Saúde britânico Lord Dazi, diante do relatório sugeriu ao público que a atitude em relação ao cérebro é “use-o ou perca-o”.

“Em nível individual, precisamos cuidar de nossos cérebros – aguçar as habilidades no xadrez, pegar as palavras cruzadas e resolver esse quebra-cabeça”, ele sugere. “Comer uma dieta saudável, evitando a obesidade e fazendo muito exercício são todos importantes para a saúde do cérebro, porque o que é bom para o coração também é bom para as nossas cabeças”, completou.

Veja 12 fotos engraçadas de líderes mundiais que ‘explicam’ 2014

domingo, 28 de dezembro de 2014

O ano de 2014 foi marcado por grandes acontecimentos. Da guerra na Síria ao surto de ebola, passando pela crise na Ucrânia e incidentes envolvendo não um, mas dois aviões da Malaysian Airlines, 2014 foi empurrado de uma catástrofe para outra. No entanto, 12 fotos de líderes mundiais em momentos engraçados ajudaram a suavizar este difícil ano. Confira!

Veja 12 fotos engraçadas de líderes mundiais que ‘explicam’ 2014

domingo, 28 de dezembro de 2014

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O ano de 2014 foi marcado por grandes acontecimentos. Da guerra na Síria ao surto de ebola, passando pela crise na Ucrânia e incidentes envolvendo não um, mas dois aviões da Malaysian Airlines, 2014 foi empurrado de uma catástrofe para outra. No entanto, 12 fotos de líderes mundiais em momentos engraçados ajudaram a suavizar este difícil ano. Confira!

1) Quando Putin deu um tapinha nas costas de Obama 

putin e obama

Realizado em novembro deste ano, em Pequim, a cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC) foi marcada por uma variedade de momentos desconfortáveis. Nenhum deles foi tão constrangedor quanto o tapinha nas costas que o presidente russo, Vladimir Putin deu em Barack Obama.

Os dois líderes tiveram um ano turbulento por conta da crise na Ucrânia e das sanções aplicadas contra a Rússia. Ainda não se sabe bem qual era a intenção do presidente russo com o gesto “amigável”.

2) Quando David Cameron ligou para Barack Obama 

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Quando a crise entre a Ucrânia e a Rússia estourou, o primeiro-ministro britânico David Cameron decidiu mostrar que estava a par da situação. Uma foto postada em sua conta no Twitter com a mensagem “Eu tenho falado com Obama sobre a situação na Ucrânia. Estamos unidos na condenação dos atos da Rússia”, buscou mostrar como Cameron e Obama eram próximos. No entanto, a foto acabou se tornando uma grande piada na internet.

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3) O presidente suíço sendo recebido com bandeira da Dinamarca

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O presidente da Suíça, Didier Burkhalter, que também é chefe da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), passou por um m momento constrangedor quando fez uma visita oficial à Ucrânia. Em vez da bandeira suíça, ele foi recebido com a bandeira da Dinamarca. A foto do aperto de mãos entre Burkhalter (à esquerda) e o primeiro-ministro ucraniano, Arseniy Yatsenyuk, captou bem a decepção do líder suíço.

4) O “amistoso” encontro entre o ministro das Relações Exteriores russo e o secretário de Segurança dos EUA

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Em plena crise ucraniana, o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, e o secretário de segurança dos EUA, John Kerry, se encontraram na Winfield House, em Londres. A foto registrou um momento nada amigável.

5) O emocionante encontro entre os presidentes da China e do Japão

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A conferência da APEC proporcionou o primeiro encontro entre Shinzo Abe e Xi Jinping, presidentes do Japão e da China, respectivamente. No entanto, na foto oficial do aperto de mãos, os dois líderes não pareciam nada animados com o encontro.

6) A viagem de François Hollande ao Cazaquistão

hollande

Em dezembro, o presidente francês, François Hollade viajou para o Cazaquistão. Aproveitando a oportunidade, o presidente cazaque,  Nursultan Nazarbayev, postou uma foto de Hollande vestindo um traje tradicional do país. A foto de Hollande virou piada e ganhou várias versões na internet. Nada mal para um presidente que este ano amargou 13% de popularidade no país, a mais baixa já registrada por um presidente francês.

7) Tony Abbott e Shinzo Abe exibindo suas botas

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Este ano Shinzo Abe também arrumou um tempo para visitar o primeiro-ministro Australiano, Tony Abbott. O encontro visava firmar a Austrália como um importante exportador de minério de ferro para o Japão, mas uma foto deu outro foco ao encontro. Tony Abbott postou no Twitter uma foto com Abe se gabando de ambos usarem as botas australianas da marca RM Willians.

8) A visita de Narendra Modi à Austrália

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Em novembro, uma visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, à Austrália tinha como objetivo marcar uma nova fase de boas relações entre os dois países. No entanto, a recepção luxuosa dada a Modi roubou a cena. Principalmente após o líder indiano postar uma foto dançando com aborígenes, com a legenda “Recepção incrível. Feliz de estar aqui”.

9) A amizade entre Putin e o presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sissi

putin e sissi

Apesar de ser isolado do Ocidente, Putin fez novos amigos na África e no Oriente Médio. Esta foto mostra uma visita do presidente egípcio Abdel Fatah al-Sissi à Sochi, em agosto. Nela, Putin e al-Sissi mostram que sabem combinar os óculos escuros e gravatas.

10) A estranha risada de Angela Merkel

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O ano de 2014 foi ótimo para Ângela Merkel. Ela foi reeleita a primeira-ministra alemã e mulher mais poderosa do mundo pela revista Forbes. Angela, evidentemente, tem muitos motivos para sorrir, como fez durante este encontro com o presidente finlandês, Sauli Niinistön.

11) A foto do retorno de Kim Jong-un

kim

O líder norte-coreano, Kim Jong Un passou boa parte deste ano longe dos holofotes, o que não é muito comum. Em outubro, ele retornou aos noticiários de uma forma bem estranha. Kim apareceu triunfante em uma foto visitando um orfanato.

12) O vento levantando a roupa do papa

papa

Em novembro deste ano, o Papa Francisco fez um discurso na Praça São Pedro, no Vaticano. Porém, um forte vendaval  levantou o fano (véu usado sobre os ombros do papa), e cobriu o rosto do pontífice, impedindo-o de falar.

Graça Foster diz que ex-gerente da Petrobras não foi clara sobre corrupção

domingo, 28 de dezembro de 2014

GraçaA presidente da Petrobras, Graça Foster, admitiu ter se reunido “algumas poucas vezes” com a ex-gerente-executiva da Diretoria de Abastecimento da estatal Venina Velosa da Fonseca – que, por sua vez, garantiu ter alertado pessoalmente Graça e demais superiores hierárquicos sobre irregularidades cometidas na estatal.

Graça Foster diz que ex-gerente da Petrobras não foi clara sobre corrupção

domingo, 28 de dezembro de 2014

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Por Fábio Góis – Congresso em Foco
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A presidente da Petrobras, Graça Foster, admitiu ter se reunido “algumas poucas vezes” com a ex-gerente-executiva da Diretoria de Abastecimento da estatal Venina Velosa da Fonseca – que, por sua vez, garantiu ter alertado pessoalmente Graça e demais superiores hierárquicos sobre irregularidades cometidas na estatal. As advertências, segundo Venina, ocorreram por e-mail e em contato pessoal, desde 2008, quando Graça ainda era diretora de Gás e Energia da companhia, cargo que exerceu entre 2007 e 2012. A dirigente, no entanto, negou omissão em relação às denúncias.

“Eu não fui omissa. Definitivamente, não fui omissa. Eu tenho feito mudanças sucessivas na companhia junto com diretores na busca de melhores controles”, defendeu-se Graça Foster, em coletiva de imprensa sobre as novas acusações de Venina, geóloga de carreira atualmente afastada da petrolífera.

E elas vieram em um dos programas televisivos com mais audiência do país, em entrevista exclusiva ao Fantástico, da TV Globo. “Naquele momento, discutimos o assunto. Foi passada uma documentação para ela, sobre as denúncias na área de comunicação (da Diretoria de Abastecimento). Depois disso, ela teve acesso a essas irregularidades nas reuniões da Diretoria Executiva”, declarou à repórter Glória Maria.

Assista a entrevista ao Fantástico abaixo:


Venina confirmou as denúncias publicadas pelo jornal Valor Econômico há dez dias, negou ter compactuado com a prática de irregularidades de disse que irá até o fim com as denúncias. A ex-gerente ainda conclamou outros empregados da estatal a denunciarem irregularidades que tenham testemunhado na empresa.

Para rebater Venina, Graça disse ainda que a ex-gerente não era clara em relação às denúncias sobre fraude em licitações e contratos, e que ela jamais apresentou provas nesses encontros pessoais. “Venina nunca fez nenhuma denúncia usando as palavras conluio, cartel, corrupção, fraude, lavagem de dinheiro. Ela nunca fez nenhuma denúncia na diretoria sobre essas questões. Nunca falou nesses termos. Eram e-mails truncados, cifrados e muito misturados”, disse a presidente da petrolífera, em entrevista ao Jornal Nacional (TV Globo) e ao jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (22).

Graça negou ter certa proximidade com Venina, com a ex-gerente disse ao Fantástico, mas disse que ela ainda pode ser útil para a empresa – no entanto, fora dela, por meio dos depoimentos que ela já presta ao Ministério Público Federal. “O que a gente mais quer é virar essa página. Se a Venina vai ajudar a Petrobras a virar essa página, ótimo”, disse a dirigente.

Mais sobre Petrobras

Executiva demitida pelo Santander diz na Justiça que PT “exigiu” sua saída

domingo, 28 de dezembro de 2014

A executiva demitida do Banco Santander após divulgação de uma mensagem eletrônica em que alertava clientes de alta renda sobre os “riscos da reeleição” da presidente Dilma entrou com ação na Justiça do Trabalho contra a instituição financeira. No processo, Sinara Polycarpo Figueiredo nega ligação com o email cuja autoria é atribuída a ela, diz ter sofrido perseguição do PT.

Executiva demitida pelo Santander diz na Justiça que PT “exigiu” sua saída

domingo, 28 de dezembro de 2014

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Do Congresso em Foco
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A executiva demitida do Banco Santander após divulgação de uma mensagem eletrônica em que alertava clientes de alta renda sobre os “riscos da reeleição” da presidente Dilma entrou com ação na Justiça do Trabalho contra a instituição financeira. No processo, Sinara Polycarpo Figueiredo nega ligação com o email cuja autoria é atribuída a ela, diz ter sofrido perseguição do PT, pede o emprego de volta e uma indenização milionária por danos morais e materiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com a reportagem de Fausto Macedo, Sinara cobra indenização de 200 vezes o valor de sua remuneração mensal, que era de cerca de R$ 50 mil, já acrescidos os bônus. O que daria algo em torno de R$ 10 milhões.

Sinara perdeu o emprego no final de julho, após a polêmica de uma correspondência enviada eletronicamente a clientes do Santander com renda superior a R$ 10 mil. Conforme o texto, a eventual reeleição da presidente pioraria o quadro econômico no país. O caso ganhou grande repercussão e suscitou críticas de Dilma, do ex-presidente Lula e de aliados. Segundo a mensagem impressa na última página do extrato de clientes da categoria “Select”, com renda mensal superior a R$ 10 mil, a subida de Dilma nas pesquisas de intenção de voto traria elevação dos juros e na cotação do dólar e queda na Bolsa.

De imediato, o presidente mundial do Santander, o espanhol Emilio Botín, que morreu em setembro, desculpou-se publicamente com a petista. Três funcionários foram demitidos, sob a alegação de que cometeram um “erro” com a divulgação do boletim, considerado pelos integrantes da campanha de Dilma uma tentativa indevida de uma instituição financeira estrangeira de influenciar o processo eleitoral no Brasil.

O banco negou, na época, ter cedido a pressões políticas ao demitir os funcionários. “O texto feriu a diretriz interna que estabelece que toda e qualquer análise econômica enviada aos clientes restrinja-se à discussão de variáveis que possam afetar a vida financeira dos correntistas, sem qualquer viés político ou partidário”, disse o Santander na ocasião por meio de nota.

Superintendente de Consultoria de Investimentos Select do Santander na época, Sinara foi responsabilizada como autora do texto. Segundo o Estadão, na ação distribuída para a 78.ª Vara do Trabalho de São Paulo, a ex-superintendente afirma que não tinha conhecimento da mensagem e que o texto não foi submetido à sua revisão. Ela diz que o email foi encaminhado por uma analista financeira “diretamente ao Departamento de Marketing que tomou as providências de remessa aos clientes”.

Sinara alega que tomou conhecimento da carta elaborada em nome da instituição financeira “somente 15 dias após, quando um dos clientes reclamou em resposta do teor da opinião do banco”. De acordo com a ex-superintendente, o PT, por meio do ex-presidente Lula e do presidente do partido, Rui Falcão, exigiu em manifestações públicas a demissão dos empregados envolvidos no episódio.

“Houve imediata subserviência do banco às forças políticas, com publicações de carta pública na imprensa negando ser do reclamado (Santander) o entendimento constante do texto elaborado por sua analista, aceitando, inclusive, o clamor político partidário”, escrevem os advogados Rubens Tavares Aidar e Paulo Alves Esteves, que representam Sinara. Segundo eles, o Santander “cedeu o poder de comando do empregador ao PT, de modo tão servil que o próprio presidente do partido foi o arauto para a imprensa de que os empregados do setor seriam demitidos”. Os advogados ressaltam que Sinara não teve qualquer participação no caso. Procurados pelo Estadão, o Santander e o PT disseram que não se manifestam sobre o assunto.

Leia a reportagem no Estadão

PT tem menos pastas, mas mantém maior fatia

domingo, 28 de dezembro de 2014

Reforma da presidente Dilma Rousseff fez com que o partido ficasse com menos ministérios no segundo mandato, mas pastas que serão comandadas pela legenda continuarão com a maior fatia dos investimentos do governo federal. No primeiro governo, parcela foi de pouco mais de 44%. No segundo, se for mantida a média, continuará a ser de um quinto do dinheiro disponível, segundo cálculos da FGV.

PT tem menos pastas, mas mantém maior fatia

domingo, 28 de dezembro de 2014

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Reforma da presidente Dilma Rousseff fez com que o partido ficasse com menos ministérios no segundo mandato, mas pastas que serão comandadas pela legenda continuarão com a maior fatia dos investimentos do governo federal; no primeiro governo, parcela foi de pouco mais de 44%; no segundo, se for mantida a média, continuará a ser de um quinto do dinheiro disponível, segundo cálculos da FGV; pastas com maior orçamento, a Saúde deve ser mantida com o PT (Arthur Chioro); já a Educação, o partido perdeu para Cid Gomes, do Pros

O PT ficará no comando de menos ministérios depois de concluída a reforma da presidente Dilma Rousseff para o segundo mandato. O partido, no entanto, deverá ter a mesma fatia de investimentos disponíveis no governo federal, se comparado com o primeiro governo Dilma, de acordo com cálculos da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Nova equipe econômica mede gastos e calcula meta fiscal

domingo, 28 de dezembro de 2014

A dupla Joaquim Levy e Nelson Barbosa, futuros ministros da Fazenda e do Planejamento, passou as últimas duas semanas debruçada sobre a contabilidade do governo, a fim de ter melhor ideia do cenário para calcular com precisão a nova meta fiscal, mostra reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

Nova equipe econômica mede gastos e calcula meta fiscal

domingo, 28 de dezembro de 2014

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Wilson Dias/Agência Brasil: .
Joaquim Levy, futuro ministro da Fazenda, e Nelson Barbosa, que assumirá o Desenvolvimento, passaram os últimos dias estudando a contabilidade do governo a fim de definir – e melhorar – o resultado fiscal

A dupla Joaquim Levy e Nelson Barbosa, futuros ministros da Fazenda e do Planejamento, passou as últimas duas semanas debruçada sobre a contabilidade do governo, a fim de ter melhor ideia do cenário para calcular com precisão a nova meta fiscal, mostra reportagem do jornal O Estado de S. Paulo neste domingo 28 (leia aqui).

Janot pede prisão do senador Ivo Cassol

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

images_cms-image-000409938Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal o pedido de prisão do senador Ivo Cassol (PP-RO). O tribunal condenou o congressista a 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão por crimes cometidos quando foi prefeito de Rolim de Moura (RO), entre 1998 e 2002

Janot pede prisão do senador Ivo Cassol

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

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Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal o pedido de prisão do senador Ivo Cassol (PP-RO), mas o caso só deve ser analisado em fevereiro, quando os ministros do STF retornarem do recesso do Judiciário; em 2013, o tribunal condenou o congressista a 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão por crimes cometidos quando foi prefeito de Rolim de Moura (RO), entre 1998 e 2002

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal o pedido de prisão do senador Ivo Cassol (PP-RO), mas o caso só deve ser analisado em fevereiro, quando os ministros do STF retornarem do recesso do Judiciário.

Ministro Teori Zavascki homologa delação premiada de Youssef

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

907240-stf__6O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, homologou os termos do acordo de delação premiada entre o doleiro Alberto Yousseff, o Ministério Público Federal  e a Polícia Federal nas investigações da Operação Lava Jato.

Ministro Teori Zavascki homologa delação premiada de Youssef

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

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907240-stf__6O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou hoje (19) os termos do acordo de delação premiada entre o doleiro Alberto Yousseff, o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal nas investigações da Operação Lava Jato. Em troca da redução da pena, o doleiro confessou como funcionava o esquema de corrupção na Petrobras e revelou nomes de políticos que receberam propina.

Com a homologação, os políticos já podem ser denunciados ao Supremo. No entanto, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve denunciá-los somente em fevereiro do ano que vem, após o recesso do Judiciário, que começa hoje.

Para ter validade, a delação premiada aguardava homologação do ministro Teori Zavascki, responsável pelos processos da operação no Supremo. Os nomes citados estão em segredo de Justiça e ainda não foram revelados oficialmente.

As informações prestadas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, por meio de delação premiada, também serão analisadas na formulação de denúncia contra os parlamentares.

A parte da investigação da Operação Lava Jato que não envolve pessoas com foro privilegiado tramita na Justiça Federal em Curitiba, onde correm 18 ações penais.

 

André Richter – Repórter da Agência Brasil

Hage sobre Pasadena: “Não foi mau negócio. Houve má-fé mesmo”

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

jorgehage_marcelocasaljr_abrApós apontar um prejuízo à Petrobras de US$ 659,4 milhões na negociação da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, o ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, disse ao jornal O Globo que não se tratou de mau negócio ou de erro de gestão. Houve má-fé, mesmo. Foram condutas intencionalmente cometidas.

Hage sobre Pasadena: “Não foi mau negócio. Houve má-fé mesmo”

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

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jorgehage_marcelocasaljr_abrApós apontar um prejuízo à Petrobras de US$ 659,4 milhões na negociação da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, o ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage, disse que a empresa optou por estimativas futuras em vez de levar em conta o cenário do momento. “Não se tratou de mau negócio ou de erro de gestão. Houve má-fé, mesmo. Foram condutas intencionalmente cometidas”, disse o ministro ao jornal O Globo.

Hage afirmou que serão instalados 22 processos administrativos contra as pessoas identificadas na investigação da CGU. “Tem processo que pode levar à demissão de quem ainda está na empresa. Os comprovadamente envolvidos serão proibidos de voltar ao serviço público”, declarou ao Globo.

Entre os alvos dos processos, estão ex-dirigentes, empregados e ex-empregados da Petrobras, como o ex-presidente José Sérgio Gabrielli e os ex-diretores Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Jorge Zelada.

O relatório da CGU aponta erro na aquisição da primeira metade da refinaria, em 2006. O Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE), feito pela estatal, segundo a Controladoria, não levou em conta todas as premissas aplicáveis ao negócio, as quais resultariam na redução do valor máximo para a compra.

Para a CGU, a Petrobras deveria ter discutido cenários mais favoráveis nas negociações. A direção da estatal brasileira também ignorou cláusulas contratuais que beneficiavam a belga Astra Oil, antiga proprietária da refinaria, que não estabelecia a divisão igualitária dos riscos do negócio.

O relatório, encaminhado anteontem (16) à Petrobras, pede que a empresa tome as medidas necessárias para buscar o ressarcimento dos US$ 659,4 milhões perdidos pela estatal no negócio.

 

Do Congresso em Foco

Câmara aprova reajustes para presidente, ministros, parlamentares e procurador

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

940951-plenario%20irpf9629Em votações rápidas e sem obstrução, os deputados aprovaram, há pouco, de forma simbólica, os projetos que reajustam os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal, procurador-geral da República, deputados, senadores, ministros de Estado, presidente e vice-presidente da República

Câmara aprova reajustes para presidente, ministros, parlamentares e procurador

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

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940951-plenario%20irpf9629Em votações rápidas e sem obstrução, os deputados aprovaram, há pouco, de forma simbólica, os projetos que reajustam os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), procurador-geral da República, deputados, senadores, ministros de Estado, presidente e vice-presidente da República. Os projetos precisam ser votados pelo Senado para que os reajustes passem a vigorar em 2015.

O reajuste dos ministros do STF e da Procuradoria-Geral da República (PGR) entra em vigor em janeiro do ano que vem e o dos parlamentares, em fevereiro, quando começa a nova legislatura. Os subsídios dos ministros do STF e do procurador-geral passam de R$ 29.462,25 para R$ 33.763,00 (valor menor que o pretendido, R$ 35.919,05). Já o dos parlamentares sobe de R$ 26.723,13 para R$ 33.763,00.

Dos três Poderes, o menor reajuste sera o do Executivo. Ontem (16), o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, encaminhou ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ofício sugerindo que a remuneração do presidente, do vice-presidente da República e dos ministros de Estado seja fixada em R$ 30.934,70 mensais – atualmente, esse valor é R$ 26.700,00.

O subsídio de R$ 33.763,00, a ser pago a partir de janeiro aos ministros do STF e ao procurador-geral da República, será usado como teto para o funcionalismo público.

 

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil

Auditoria da CGU diz que Petrobras pagou US$ 659,4 milhões a mais por Pasadena

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

939790-corrupção-3Um superfaturamento de US$ 659,4 milhões na compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras, foi apontado pelo relatório de auditoria da Controladoria-Geral da União, divulgado hoje, segundo o qual o valor pago a mais não levou em consideração o estado em que a refinaria estava.

Auditoria da CGU diz que Petrobras pagou US$ 659,4 milhões a mais por Pasadena

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

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939790-corrupção-3Um superfaturamento de US$ 659,4 milhões na compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras, foi apontado pelo relatório de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), divulgado hoje (17), segundo o qual o valor pago a mais não levou em consideração o estado em que a refinaria estava.

O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, determinou a instauração imediata de processos administrativos sancionadores contra 22 pessoas, entre as quais ex-dirigentes, empregados e ex-empregados da Petrobras, como o ex-presidente José Sérgio Gabrielli e os ex-diretores Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Jorge Zelada.

Segundo o relatório, houve erro na aquisição da primeira metade da refinaria, em 2006. O Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) feito pela Petrobras não levou em conta todas as premissas aplicáveis ao negócio, as quais resultariam na redução do valor máximo para a compra.

O relatório também informa que a Petrobras deveria ter discutido cenários mais favoráveis nas negociações, mas optou pelo pior dos elaborados pela consultoria Muse Stancil, beneficiando a empresa belga Astra Oil, que havia comprado Pasadena em 2005. Segundo o relatório, a avaliação da consultoria não foi incluída no documento que embasou as decisões da Diretoria e do Conselho de Administração da estatal.

A relação desvantajosa para a empresa brasileira também foi verificada pela CGU quando foram analisadas cláusulas contratuais que beneficiavam a Astra, sem compensar de forma justa a Petrobras e sem  estabelecer a divisão igualitária dos riscos do negócio. Tais cláusulas levaram, por exemplo, à compra dos 50% remanescentes das ações pela Petrobras, mesmo sem a necessária autorização do Conselho de Administração da empresa para concretizar a segunda etapa da aquisição, em 2008. A aquisição foi feita após disputa judicial entre a Astra e a Petrobras, que saiu perdendo e se viu obrigada a comprar a parte que pertencia à empresa belga.

O relatório de auditoria foi encaminhado ontem (16) à Petrobras e pede que sejam adotadas medidas para buscar o ressarcimento do dano de US$ 659,4 milhões. A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras também recebeu o estudo, conforme informou a Controladoria.

A crise na Petrobras, investigada também pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, por auditoria interna da empresa e pela CPMI, levou a presidenta da estatal, Graça Foster, a colocar o cargo à disposição da presidenta Dilma Rousseff. Ela informou que a Petrobras contratou dois escritórios de advocacia, um brasileiro e outro americano, para investigar, de forma independente, a presidenta da empresa, a atual diretoria e os gerentes executivos.

 

Helena Martins – Repórter da Agência Brasil

Nem Graça, nem Wagner: Petrobras terá técnico

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

images_cms-image-000409307Não é mais possível segurar Graça Foster na presidência da Petrobras, diante das denúncias de corrupção na estatal e de que a executiva tinha conhecimento dos fatos. Quem afirma é a jornalista Tereza Cruvinel, em nova coluna no 247. Segundo ela, um importante líder governista diz ainda que nem é mais possível agora colocar um nome político como o do governador da Bahia, Jaques Wagner.

Nem Graça, nem Wagner: Petrobras terá técnico

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Indústria aplaude Moro: Brasil sairá mais forte

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

images_cms-image-000409336Presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade, disse que investigações da Lava Jato, coordenadas pelo juiz Sérgio Moro, vão contribuir para aperfeiçoar os mecanismos contra a corrupção, tornando o Brasil mais transparente. “Esse é um processo de melhoria para o Brasil em termos de transparência e da redução do suborno e da corrupção”, enfatizou.

Indústria aplaude Moro: Brasil sairá mais forte

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Cientistas descobrem anticorpo que neutraliza vírus da dengue

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

timthumbCientistas do Imperial College London, na Grã-Bretanha, descobriram uma nova classe de anticorpos capazes de neutralizar os quatro tipos de vírus da dengue. O novo tipo de anticorpo, descoberto em humanos, também é capaz de neutralizar o estado inicial do vírus presente no mosquito Aedes Aegypti, que transmite a dengue.

Cientistas descobrem anticorpo que neutraliza vírus da dengue

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

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timthumbCientistas do Imperial College London, na Grã-Bretanha, descobriram uma nova classe de anticorpos capazes de neutralizar os quatro tipos de vírus da dengue.

A descoberta, publicada nesta segunda-feira, 15, na revista britânica Nature Immunology, pode auxiliar no desenvolvimento de tratamentos eficazes contra a doença, incluindo uma futura vacina universal.

O novo tipo de anticorpo, descoberto em humanos, também é capaz de neutralizar o estado inicial do vírus presente no mosquito Aedes Aegypti, que transmite a dengue.

Estima-se que a dengue infecta 400 milhões de pessoas por ano, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais. Um grande problema é que quando uma pessoa é infectada por um dos quatro tipos de dengue fica imune a esse vírus, mas não aos demais.

O diretor da pesquisa, Gavin Screaton, disse que não acredita que a dengue possa ser controlada até que uma vacina seja desenvolvida, ressaltando ainda que isso poderia levar uma quantidade de tempo “considerável”, uma vez que será necessário produzi-la e testá-la primeiro em modelos não humanos.

Petrobras vale hoje menos do que antes do pré-sal

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

veja.com-ftp26-size-598No auge da cotação da empresa, em 21 de maio de 2008, seu valor a preços de hoje era de 737 bilhões de reais, já considerando a inflação. De lá para cá, queimou-se no mercado 610 bilhões de reais. Na sexta-feira, a estatal passou a valer 127 bilhões de reais, segundo dados compilados pela consultoria Economática.

Petrobras vale hoje menos do que antes do pré-sal

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

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Do Contas Aberta
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veja.com-ftp26-size-598Abalada pelas investigações de corrupção e pela queda do preço do petróleo, a Petrobras continua sofrendo os efeitos em suas ações. Com isso, a estatal brasileira passou a valer atualmente menos do que antes do anúncio das descobertas do pré-sal. Para os investidores do mercado financeiro, é como se as reservas gigantes de petróleo, anunciadas em novembro de 2007, tivessem perdido todo o valor.

No auge da cotação da empresa, em 21 de maio de 2008, seu valor a preços de hoje era de 737 bilhões de reais, já considerando a inflação. De lá para cá, queimou-se no mercado 610 bilhões de reais. Na sexta-feira, a estatal passou a valer 127 bilhões de reais, segundo dados compilados pela consultoria Economática. Para se ter uma ideia da dinheirama, é como se a companhia tivesse perdido toda a produção anual de Portugal. Ou quatro vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Uruguai.

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Toda essa perda não se deve apenas ao inferno astral do momento. Os prejuízos começaram logo em 2008, por causa da crise financeira global. No ano passado, a Petrobras teve outra grande perda porque, sob influência do governo, não reajustou os preços da gasolina para não pressionar a inflação. Em 2014, a cotação estava começando a se recuperar, quando as notícias de corrupção atingiram a empresa.

No caso das ações da Petrobras, não há quem arrisque dizer se o papel está caro ou barato. São muitas as incertezas em relação à empresa, que ainda podem jogar os preços mais para baixo. Não se sabe, por exemplo, o impacto no balanço da companhia quando reconhecer – se reconhecer – as propinas pagas e denunciadas por ex-diretores. Nem sequer o balanço auditado do terceiro trimestre foi publicado e, se isso não for feito até 31 de janeiro, alguns bilhões em dívidas terão de ser pagos antecipadamente.

(Com Estadão Conteúdo)