Arquivo de Janeiro de 2012

Governo se mobiliza para limitar aposentadoria de servidor

terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Ricardo Berzoini (PT-SP), relator na Comissão de Finanças e Tributação, prevê a criação de três fundos, um para cada poder, e a contribuição do governo em 8,5% do salário do servidor, para aqueles que ultrapassarem o teto do Regime Geral da Previdência Social, atualmente em R$ 3.689,66.

Governo se mobiliza para limitar aposentadoria de servidor

terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Por Mario Coelho -congressoemfoco.com.br

Governo pretende aprovar na Câmara proposta que estabelece teto para aposentadoria dos funcionários públicos. Lucros do petróleo na camada pré-sal e Código Florestal são outras prioridades.
“A Funpresp vai permitir que o Brasil não viva daqui a 20 anos o que a França vive hoje”, afirmou Vaccarezza em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (31). Apresentado no fim do ano passado, o substitutivo do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), relator na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), prevê a criação de três fundos, um para cada poder, e a contribuição do governo em 8,5% do salário do servidor, para aqueles que ultrapassarem o teto do Regime Geral da Previdência Social, atualmente em R$ 3.689,66.
 
Segundo Vaccarezza, já existe um acordo para partidos da oposição – DEM, PPS e PSDB – não obstruírem a sessão de votação da Funpresp. “Isso nos poupa aproximadamente dez horas de discussão”, disse, referindo-se às manobras permitidas pelo regimento aos integrantes da oposição, como verificação de quórom e votações nominais. Somente o PSOL se mantém contrário a levar o assunto ao plenário. O acordo, porém, não abrange a forma que a votação vai ocorrer, muito menos ao mérito do projeto.
 
O texto do projeto determina que os funcionários contratados após a instauração da entidade contribuirão com 11% apenas sobre o teto do Regime Geral de Previdência, valor da aposentadoria a que terão direito pelo regime próprio – exatamente como acontece com os funcionários da iniciativa privada. Caso queiram receber benefício maior, deverão contribuir para o regime complementar com um porcentual que eles mesmos definirão. O empregador governamental também será obrigado a pagar, mas o limite de contribuição será de 8,5%.
 
Como a terça-feira de carnaval cai em 21 de fevereiro, o governo tem duas semanas para colocar a Funpresp em votação na Câmara. Apesar de os trabalhos serem retomados oficialmente amanhã (1º), somente na próxima semana é que as votações em plenário devem ser retomadas. Cinco medidas provisórias trancam a pauta da Casa. A intenção do governo é votar as propostas em até 30 dias, na intenção de analisar as mudanças no Código Florestal Brasileiro e a distribuição dos lucros do petróleo na camada pré-sal em seguida.

Mulheres estacionam melhor que homens, indica estudo

segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

O estudo mostrou que as mulheres podem até precisar de mais tempo para estacionar, mas têm mais probabilidade de deixar o carro centralizado na vaga. As mulheres conseguiram alcançar, em média, 13,4 pontos e os homens chegaram aos 12,3 em média.

Mulheres estacionam melhor que homens, indica estudo

segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

A pesquisa, encomendada pela rede de estacionamentos NCP observou 2,5 mil motoristas em 700 estacionamentos espalhados pela Grã-Bretanha durante um mês.

O estudo mostrou que as mulheres podem até precisar de mais tempo para estacionar, mas têm mais probabilidade de deixar o carro centralizado na vaga.

O estudo também descobriu que as mulheres são melhores na hora de encontrar espaços e mais precisas na hora de alinhar o carro antes de iniciar cada manobra.

Por outro lado, os homens mostraram mais habilidade em dirigir para frente nos espaços das vagas e demonstraram mais confiança. Menos homens optaram por reposicionar o carro depois de entrar na vaga.

Pontuação e impaciência

A pesquisa levou em conta sete fatores, entre eles a velocidade na hora de encontrar um espaço apropriado para estacionar, velocidade nas manobras, a habilidade de entrar no espaço com o carro em marcha a ré ou de frente, entre outros.

Em uma pontuação que poderia chegar a 20 pontos, as mulheres conseguiram alcançar, em média, 13,4 pontos e os homens chegaram aos 12,3 em média.

A primeira categoria analisada pela empresa foi a habilidade de encontrar uma boa vaga e os homens ficaram atrás das mulheres. Os pesquisadores afirmam que a impaciência dos homens faz com que, com frequência, eles não percebam as melhores vagas ao passar muito rápido pelos estacionamentos.

Mas, a velocidade das manobras na hora de estacionar foi um quesito que deixou as mulheres para trás. Em média, homens precisaram de 16 segundos para estacionar, enquanto que as mulheres precisaram de 21 segundos.

E, no quesito de maior importância para a avaliação geral, a centralização do carro na vaga, os homens marcaram menos pontos. Apenas 25% deles conseguiram centralizar o carro na vaga, contra 53% das mulheres.

O teste foi criado pelo professor de autoescola Neil Beeson, que também tem um programa sobre o assunto em um canal de televisão britânico, ITV.

“Fiquei surpreso com os resultados, pois, de acordo com minha experiência, homens sempre aprenderam melhor e geralmente tinham uma performance melhor nas lições. No entanto, é possível que as mulheres tenham guardado melhor as informações”, disse.

“Os resultados também parecem acabar com o mito de que os homens têm uma noção espacial melhor do que as mulheres”, acrescentou.

Em entrevistas com motoristas, os pesquisadores descobriram que homens e mulheres acreditam que acertar o ângulo logo na primeira vez, na hora de estacionar, é o mais difícil – 50% dos entrevistados acham que este é o grande problema.

Em segundo lugar ficou colocar o carro no centro da vaga, algo considerado difícil por 30% dos pesquisados, que empatou com saber quando parar no fundo da vaga (30% dos entrevistados) e, por fim, 7% acham difícil saber quando entrar na vaga de frente ou usando a marcha a ré.

Fonte: votebrasil.com

Da realidade à ficção, Aécio ganha força para a eleição de 2014

segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Nas duas últimas semanas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi um dos nomes mais comentados na esfera política nacional. O ex-presidente Fer­­nando Henrique Cardoso apontou o parlamentar mineiro como “candidato óbvio” à Presidência da República em 2014.

Da realidade à ficção, Aécio ganha força para a eleição de 2014

segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Ao mesmo tempo em que Fernando Henrique dizia que o mineiro é o “candidato óbvio” do PSDB à sucessão de Dilma, ele era comparado ao presidente fictício de minissérie.

Nas duas últimas semanas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi um dos nomes mais comentados na esfera política nacional. De objetivo, o ex-presidente Fer­­nando Henrique Cardoso apontou o parlamentar mineiro como “candidato óbvio” do PSDB à Presidência da República em 2014.

Já pelo lado folclórico, Aé­­cio foi comparado ao presidente fictício Paulo Ventura, da minissérie O Brado Retumbante, exibida pela Rede Globo (leia mais nesta página).

Caricaturas à parte, Aécio é visto como o candidato tucano ideal para enfrentar o PT nas próximas eleições, segundo especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo.

Para eles, Aécio já deveria ter disputado o pleito de 2010 no lugar do ex-governador paulista José Serra – que, mesmo já tendo amargado duas derrotas na briga pela Presidência, luta mais uma vez para ser o candidato do PSDB.

 Salvação tucana

Apesar de jamais ter se colocado abertamente como postulante à Presidência, Aécio é tido como único tucano capaz de recolocar o partido no topo do poder depois de três governos petistas consecutivos.

Para atingir esse objetivo, o mineiro tem FHC como seu principal cabo eleitoral dentro da legenda. Em recente entrevista à revista britânica The Economist, o ex-presidente disse que Aécio é o “candidato natural” do PSDB para 2014. FHC foi além e, em certa medida, atribuiu a Serra a maior parte da culpa pela derrota para Dilma Rousseff em 2010.

“Nosso candidato estava isolado mesmo internamente. Não formamos alianças. Foi uma espécie de arrogância. Seria possível vencer”, afirmou, ressaltando que Aécio, ao contrário, é “mais apto a estabelecer alianças”.

 Análise

Para o cientista político Bruno Wanderley Reis, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apesar de não haver garantias de que Aécio venha a ser um candidato competitivo ou mesmo um bom presidente, ele é a melhor aposta da oposição para 2014.

Segundo Reis, ao contrário de Serra, que é desagregador e cria inimigos até dentro do próprio partido, Aécio tem um estilo conciliador e um ótimo trânsito político, mesmo entre as legendas governistas.

“Nesse cenário, ele teria cabos eleitorais não do povão, mas gente com mandato trabalhando para ele em todo o país. Com essa capilaridade, iria para a disputa com alguma chance de vitória. Mas ainda assim dependeria muito de a economia não estar tão bem como hoje”, afirma Reis.

Além de concordar com a opinião de FHC, o cientista político Alberto Carlos de Almeida ressalta que, ao defender o nome de Aécio, o ex-presidente tenta frear o ímpeto de Serra para mais uma disputa que só traria desgaste ao PSDB. “O Serra já não era o candidato ideal em 2010, sobretudo diante de uma eleição tão difícil. Teria sido muito melhor ter lançado o Aécio, que ao menos já seria preparado para 2014”, avalia.

Na visão de Reis, esse é exatamente o cenário desenhado para as próximas eleições. “Se perder, o Aécio cultiva a posição dele e deixa o tempo passar, para voltar no futuro.”

* * * * *

 Entrevista

Beto Richa (PSDB), governador do Paraná

 O senhor, assim como o ex-presidente Fernando Henrique, também acha que o Aécio é o nome óbvio do PSDB para 2014?

Veja bem, é indiscutível que o Aécio tenha certa preferência, pois é um nome novo na disputa. Mas é muito cedo para privilegiar uma candidatura em detrimento de outra. Temos ainda uma eleição municipal antes de tudo isso, que será importante para avaliar a condição real do PSDB. O trabalho que precisamos fazer até escolher uma candidatura [a presidente] é fortalecer o partido com a aproximação com outros partidos para fortalecer um projeto.

 Com a presidente Dilma Rousseff em alta e a economia indo razoavelmente bem, o que o PSDB precisa fazer para ganhar a próxima eleição presidencial?

Fazer a oposição responsável que o PSDB sempre fez. Mas o trabalho maior é a reaproximação com a sociedade. Aproximar-se dos movimentos sociais, sindicatos, juventude, lideranças estudantis. Estar afinado com a agenda dos brasileiros.

O que o país espera de um governo? O PSDB tem condições de dar essas respostas com a capacidade dos nossos quadros. Para isso é fundamental melhora a comunicação coma a sociedade, algo notoriamente identificado por nós, como a maior falha do nosso partido durante o nosso governo [de FHC] e depois dele.

 O PSDB não sabe valorizar a parte que lhe cabe no bom momento do país?

Exatamente. Não soubemos nos defender de alguns ataques e não soubemos divulgar e explorar as boas ações que conquistamos. Hoje o Brasil colhe os frutos plantados pelo PSDB – como a estabilidade da economia, que foi o maior avanço de todos os tempos; a Lei de Responsabilidade Fiscal; o fortalecimento das instituições; o respeito internacional. Com a economia estável, o governo pôde avançar em vários setores. E o alicerce foi dado pelo PSDB.

 O principal equívoco da campanha de 2010 teria sido quando José Serra se colocou como a continuidade do Lula? Teve até o slogan “depois do Lula vem o Zé…”

Foi um erro. Não souberam explorar e divulgar as boas ações do PSDB. A campanha foi um tanto sem foco, sem caminho claro, com idas e vindas. Isso por um lado é natural em uma campanha, quando não se consegue crescer como se gostaria.

Lembro da minha campanha em 2008 [à prefeitura de Curitiba], eu estava muito forte para a reeleição e meus adversários não sabiam se me agrediam ou elogiavam meu governo.

Se batiam em mim, crescia a rejeição deles. Se não batiam… Ficaram num dilema. A candidatura da presidente Dilma era muito forte, com um grande padrinho político, o Lula. Nós ficamos meio sem diretriz de campanha.

 Como o senhor pode colaborar com isso?

Um bom exemplo que podemos dar em 2014 são as boas administrações de nós, os oito governadores do PSDB. Cabe a nós darmos um exemplo de gestão com resultados e ética.

Fonte: votebrasil.com

Russomanno lidera pesquisa para prefeito de SP

domingo, 29 de Janeiro de 2012

O deputado Celso Russomanno (PRB), que lançou sua pré-candidatura à prefeitura de São Paulo ontem, é o mais bem avaliado na pesquisa Datafolha. De acordo com o levantamento, o ex-repórter de televisão tem de 17% a 21% das intenções de voto.

Russomanno lidera pesquisa para prefeito de SP

domingo, 29 de Janeiro de 2012

Fonte: congressoemfoco.com.br

Deputado tem de 17% a 21% das intenções de voto em São Paulo, segundo Datafolha. Melhor tucano é Serra, que está fora da disputa. Chalita (9% no máximo) e Haddad (6%) estão atra de Netinho (13%).

O deputado Celso Russomanno (PRB), que lançou sua pré-candidatura à prefeitura de São Paulo ontem, é o mais bem avaliado na pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (29). De acordo com o levantamento, o ex-repórter de televisão tem de 17% a 21% das intenções de voto. O instituto pesquisou cinco cenários de candidatos e Russomanno só não lidera as pesquisas quando José Serra (21%) é apontado como concorrente. Mas Serra já disse ao PSDB que não vai disputar a prefeitura da maior cidade do Brasil.

Ontem, Russomanno disse que sua candidatura dependeria dos resultados dos institutos de pesquisa, negando a tese de abdicar da disputa em troca de ser apenas vice em uma chapa, como a do deputado Gabriel Chalita (PMDB), que tem o apoio do vice-presidente, Michel Temer. “Se ele [Chalita] estiver melhor que eu nas pesquisas, pode até ser. Mas primeiro ele tem de estar melhor que eu nas pesquisas”, disse Russomanno sábado, de acordo com a Agência Estado

Mas o Datafolha apurou que Chalita continua atrás de Russomano. Ele tem de 6% a 9% das intenções de voto, dependendo do cenário. “Esta será uma campanha árdua”, disse Russomanno ontem, ainda segundo a Agência Estado.

Apoiado pelo ex-presidente Lula, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) tem de 4% a 5% das intenções de voto. Ele e Chalita estão atrás de Netinho de Paula (PCdoB), com até 13% das intenções de voto.

Desconhecidos e rejeitados

A pesquisa mostra que Serra (98%), Netinho (96%), Russomanno (88%), Paulinho da Força (PDT, 82%) e Soninha Francine (PPS, 72%) são os pré-candidatos mais reconhecidos. Sobre eles, os eleitores disseram conhecer “muito bem”. Na outra ponta, estão Luiz Flávio D’Urso (PTB, 16%), Andrea Matarazzo (PSDB, 33%), Ricardo Trípoli (PSDB, 34%) e Haddad (38%).

Por outro lado, Netinho (35%) e Serra (33%) são os pré-candidatos com mais alta rejeição entre os paulistanos. Os eleitores que não votariam “de jeito nenhum” em Paulinho da Força são 20%; em Levy Fidélix (PRTB), 20%; e em Soninha, 20%.

A pesquisa do Datafolha foi feita na quinta-feira (26) e sexta-feira (27) passadas, com 1.090 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais, e o estudo foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral com o número 1/2012.

ALGUNS RESULTADOS
Projeções feitas com base em cinco cenários de candidatos

Celso Russomanno (PRB): 17% a 21%
José Serra (PSDB): 21%
Netinho de Paula (PCdoB): 11% a 13%
Gabriel Chalita (PMDB): 6% a 9%
Fernando Haddad (PT): 4% a 5%
Andrea Matarazzo, Bruno Covas, José Aníbal e Ricardo Trípoli (PSDB): 2% a 6%

Banco do Brasil muda 13 diretorias e fortalece a presença do PT

sábado, 28 de Janeiro de 2012

Nas alterações, o até então presidente da Cassi (plano de saúde do banco), Hayton Jurema da Rocha, se tornou o novo diretor de Marketing e Comunicação. Com as alterações, o presidente do BB, Aldemir Bendine, fortalece o PT na casa.

Banco do Brasil muda 13 diretorias e fortalece a presença do PT

sábado, 28 de Janeiro de 2012

A sexta-feira terminou em clima de terrorismo no Banco do Brasil após uma dança das cadeiras sem precedentes no segundo escalão. Treze diretorias mudaram de mãos, sendo quatro por motivo de aposentadoria. Uma delas estava vaga desde dezembro, a de Distribuição de São Paulo, cujo titular, Dan Conrado, foi elevado à condição de vice-presidente de Varejo e Distribuição no mês passado.

Nas alterações, o até então presidente da Cassi (plano de saúde do banco), Hayton Jurema da Rocha, se tornou o novo diretor de Marketing e Comunicação. Com as alterações, o presidente do BB, Aldemir Bendine, fortalece o Partido dos Trabalhadores (PT) na casa.

As trocas ocorreram ainda sob fortes suspeitas no mercado financeiro de que o BB teve um resultado aquém do esperado no quarto trimestre de 2011. No acumulado até setembro, o maior banco da América Latina lucrou R$ 9,2 bilhões, num crescimento de 18,9%. O balanço do ano será divulgado em 14 de fevereiro. Até lá, os executivos não podem se pronunciar sobre os dados.

Em nota, a instituição classificou as mudanças como naturais e defendeu que é saudável o rodízio de diretores, todos funcionários de carreira, como estabelecem os estatutos. O banco disse que busca a formação multidisciplinar de seus executivos, por isso mudou alguns de cadeira.

O BB alegou ainda que alterações dessa natureza são constantes no mercado financeiro. Um dos seus concorrentes no setor privado, o Bradesco, por exemplo, realizou mexidas de peso em sua diretoria pelo menos três vezes em 18 meses.

Da última vez, o Bradesco trocou, de uma tacada só, 17 nomes. Num banco público, como é o caso do BB, é a primeira vez em que há uma reviravolta em tantos cargos expressivos.

“O quadro de funcionários envelheceu”, disse um técnico da instituição para justificar parte da mudança, justamente a provocada pela aposentadoria dos servidores. Pelos menos quatro teriam sido forçados a sair por discordar da política de Bendine e para evitar rebaixamentos. Oito diretores foram substituídos por colegas de carreira.

“Tudo o que está acontecendo mostra que o Dida (como Bendine é chamado) está forte”, avaliou um outro funcionário. O Ministério da Fazenda, ao qual o BB está vinculado, não se pronunciou sobre as alterações.

Em dezembro, com a saída do vice-presidente de Atacado e Negócios Internacionais, Allan Simões, demitido por solicitação da diretoria executiva do banco, começaram as mudanças. A diretoria do BB tem mandato de três anos, sendo permitida a reeleição.

Na avaliação do sócio da Metrika Consultoria e Pesquisa Euchério Lerner Rodrigues, essa oxigenação inédita na diretoria do BB deverá ser bem recebida pelo mercado. “Ela seria mais bem-vista se, em vez de uma troca de cargos, eles fossem congelados. O BB tem diretor sobrando, se compararmos com qualquer banco do mundo”, comentou.

Fonte: votebrasil.com

Ministro do Esporte defende meia-entrada para idosos na Copa

sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse hoje, após visitar as obras do Estádio Nacional Brasília, em companhia do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, esperar que o Estatuto do Idoso seja respeitado no projeto da Lei Geral da Copa, que tramita no Congresso Nacional.

Ministro do Esporte defende meia-entrada para idosos na Copa

sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Fonte: votebrasil.com

Brasília – O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse hoje, após visitar as obras do Estádio Nacional Brasília, em companhia do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, esperar que o Estatuto do Idoso seja respeitado no projeto da Lei Geral da Copa, que tramita no Congresso Nacional.

O projeto ainda não foi votado no plenário da Câmara. O parecer foi elaborado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP) e contém pontos polêmicos, que impediram a aprovação do texto em dezembro, antes do recesso parlamentar.

O ministro Aldo Rebelo esperar que a Câmara aprove o projeto em fevereiro ou, mais tardar, em março, para cumprir um dos compromisso assumidos pelo então presidente Lula com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 2007, quando o Brasil foi escolhido país-sede da Copa de 2014.

Uma das questões polêmicas a respeito do projeto é justamente o direito à meia-entrada para quem tem mais de 60 anos de idade, conforme determina o Estatuto do Idoso, uma lei federal, para todos os eventos esportivos e culturais realizados no país.

Na segunda-feira (30), o ministro do Esporte viaja para São Paulo, onde conhecerá as obras da Arena de Itaquera, futuro estádio do Corinthians, que sediará os jogos da Copa na capital paulista. Na quarta-feira (1º), Aldo Rebelo vai a Cuiabá para visitar as obras da Arena Pantanal.

Lobão admite criar cargo na Petrobras para abrigar José Eduardo Dutra

sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, admitiu  a possibilidade de criação de mais uma diretoria na Petrobras, para atender a interesses corporativos da estatal. “Não há decisão tomada ainda, mas é muito provável.

Lobão admite criar cargo na Petrobras para abrigar José Eduardo Dutra

sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Os jornais têm dito que haverá mudanças, mas estou dizendo que não haverá mudanças, exceto se algum diretor manifestar o desejo de sair agora”, disse aos jornalistas.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, admitiu nesta sexta-feira (27) a possibilidade de criação de mais uma diretoria na Petrobras, para atender a interesses corporativos da estatal. “Não há decisão tomada ainda, mas é muito provável.

A criação de uma diretoria corporativa é importante”. Indagado sobre uma possível indicação do ex-presidente da estatal José Eduardo Dutra, que tem sido citada pela imprensa, Lobão disse que ele é “um excelente nome” para o cargo.

“Já foi presidente da empresa, tem qualificação plena para exercer qualquer função na Petrobras, já foi mais que aquilo que está sendo cogitado”.

Por outro lado, o ministro minimizou o impacto das mudanças na direção de Petrobras, com a substituição do presidente José Sergio Gabrielli por Maria das Graças Foster.

“A rigor, não muda nada na Petrobras, só a presidência. Os jornais têm dito que haverá mudanças, mas estou dizendo que não haverá mudanças, exceto se algum diretor manifestar o desejo de sair agora”, disse aos jornalistas.

Lobão convocou a imprensa para negar algumas informações que surgiram nos últimos, como as demissões do diretor de Exploração e Produção da estatal, Guilherme Estrella e do presidente da Transpetro, braço logístico da Petrobras, o ex-senador Sérgio Machado. “Não há nenhuma mudança prevista, não haverá saída do Sérgio Machado”, assegurou.

Sobre o substituto de Maria das Graças Foster na diretoria de Gás e Energia, Lobão disse que ainda não há nenhum nome definido. “Ela própria [Foster] vai sugerir nomes à Presidência da República”. O nome deve ser anunciado na próxima reunião do Conselho de Administração da Petrobras, marcada para 9 de fevereiro.

Fonte: votebrasil.com

Para ‘Economist’, Brasil precisa de leis mais duras contra racismo

sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Em uma reportagem sobre o racismo e a situação dos negros no país, a revista diz que “a questão que o Brasil enfrenta hoje,  é se o melhor jeito de retificar o legado escravocrata é dar direitos extras aos negros e mulatos”.

Para ‘Economist’, Brasil precisa de leis mais duras contra racismo

sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Fonte: votebrasil.com

A revista britânica The Economist defende a introdução de leis mais duras no Brasil para combater o racismo.

Em uma reportagem sobre o racismo e a situação dos negros no país, a revista diz que “a questão que o Brasil enfrenta hoje é se o melhor jeito de retificar o legado escravocrata é dar direitos extras aos negros e mulatos”.

Segundo a Economist, essa opção, defendida pelo governo e por ativistas, é válida, mas traz riscos, como a promoção das políticas de divisão racial.

“Uma combinação de leis mais duras contra o racismo e cotas para a educação superior para compensar o fraco sistema público educacional pode ser uma melhor opção”, afirma a revista.

 Raízes

A abrangência da escravidão no Brasil e como o país parece insistir em esquecer sua história são citados como raízes do racismo no país.

“A perversidade da escravidão, o atraso na abolição e o fato de nada ter sido feito para transformar ex-escravos em cidadãos… tudo isso tem um impacto profundo na sociedade brasileira”, afirma o texto.

A revista cita números do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) que comprovam essa desigualdade, como o fato de mais de metade dos moradores de favelas cariocas serem negros, enquanto em bairros mais ricos, esse percentual não passa de 7%.

A questão da classe no Brasil também é tratada pela Economist, que afirma que os brasileiros argumentam há muito tempo que os negros são pobres somente porque estão na base da pirâmide social – em outras palavras, que a sociedade no país é estratificada por classe e não por raça.

 Cotas

A revista entra na polêmica das cotas para negros, apresentando os dois principais argumentos sobre o tema.

De um lado, ativistas ouvidos pela publicação dizem que o legado da escravidão, que se traduz em injustiça e desigualdade, só pode ser revertido com políticas de ações afirmativas, nos moldes do que acontece nos Estados Unidos.

Além da manutenção do sistema de cotas em universidades, segundo a Economist, discute-se a introdução de políticas de contratação levando em conta a diversidade racial.

Já opositores a esse tipo de medidas afirmam que a história das relações raciais no país é muito diferente da americana e que esse tipo de política apenas criaria novos problemas raciais.

“Importar o estilo americano de ações afirmativas cria o risco de forçar os brasileiros a se colocarem em categorias estritamente raciais, em vez de em alguma categoria diferente”, diz a publicação, citando o antropólogo britânico naturalizado brasileiro Peter Fry.

Líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves manda e desmanda no Dnocs

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Apesar de a autarquia pertencer ao Ministério da Integração, pasta comandada pelo PSB de Fernando Bezerra, é o peemedebista que dá as cartas por lá. Ele nomeia, define o destino de grandes projetos e, até mesmo, segura aliados que desagradam ao governo.

Líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves manda e desmanda no Dnocs

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB e deputado por 11 mandatos consecutivos, especializou-se em um órgão: o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs).

Apesar de a autarquia pertencer ao Ministério da Integração, pasta comandada pelo PSB de Fernando Bezerra, é o peemedebista que dá as cartas por lá.

Ele nomeia, define o destino de grandes projetos e, até mesmo, segura aliados que desagradam ao governo. A força de Henrique Eduardo Alves foi demonstrada nesta semana, quando o deputado acionou o vice-presidente Michel Temer para tentar manter Elias Fernandes no cargo de diretor-geral do Dnocs.

Os malfeitos do órgão, descobertos pela Controladoria-Geral da União (CGU), provocaram rombo de mais de R$ 312 milhões aos cofres públicos e, em vez de o afilhado político de Henrique Eduardo Alves cair, Albert Gradvohl, que ocupava o cargo de diretor administrativo e financeiro, acabou exonerado. A saída de Gradvohl desagradou aos peemedebistas do Ceará, que entenderam que o ex-diretor caiu para poupar Elias Fernandes.

“Uma mudança brusca ocorreu. Ele era um diretor que foi professor universitário. Estamos perplexos com a violência que a coisa foi feita”, afirmou o deputado Danilo Forte (PMDB-CE), lamentando a saída de Gradvohl.

No governo, há quem aponte que as recentes denúncias que migraram da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para o Dnocs devem-se a fogo amigo na bancada do PMDB, insatisfeita com a mudança da correlação de força dos estados.

Desde 1963, quando o Dnocs se tornou uma autarquia, a sede oficial do órgão é a capital do Ceará. Com a influência de Henrique Eduardo, no entanto, o Rio Grande do Norte vem ocupando espaço no orçamento do Dnocs.

 Desapropriação

No ano passado, o governo gastou R$ 1,5 milhão para recuperar as instalações do prédio da antiga Estação Ferroviária Federal para funcionar como a nova sede do Dnocs em Natal. Mas é uma obra de R$ 240 milhões que mobiliza as atenções dos potiguares, atualmente.

Em julho de 2010, durante a campanha de reeleição para a Câmara, Henrique Eduardo Alves esteve em Apodi, município de 34 mil habitantes distante 400km de Natal, e prometeu recursos para criar o Perímetro Irrigado de Santa Cruz. Em outubro de 2011, o Dnocs firmou contrato de R$ 10,4 milhões com a empresa KL Engenharia para elaborar o projeto executivo da obra que custará R$ 240 milhões, um quarto do orçamento anual da autarquia.

O projeto sofre resistências em Apodi. Os trabalhadores rurais da região reclamam que o decreto de desapropriação de 13 mil hectares afetará a vida de 150 famílias que vivem da agricultura familiar há 60 anos e que o projeto de irrigação tem a finalidade de atender a grandes empresas, que atuarão na monocultura de frutas para exportação. “A desapropriação ocorreu sem garantia nenhuma.

O modelo de irrigação foi copiado da porção do estado do Ceará”, afirmou Agnaldo Fernandes, agricultor familiar e coordenador do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi, referindo-se à obra de Tabuleiro de Russas, a 160km de Fortaleza, empreendimento em que a CGU encontrou sobrepreço que gerou prejuízo de R$ 24 milhões aos cofres públicos. “A gente quer algo para a agricultura familiar, diferente do agronegócio.

Na área desapropriada, por exemplo, há o Assentamento Milagres, que já tem até saneamento básico, e será prejudicado. A obra foi usada como plataforma de campanha, o modelo do projeto é para cinco empresas explorarem a maior parte do terreno e os pequenos produtores vão ficar nas mãos dessas cinco empresas”, conclui Fernandes.

O Correio entrou em contato com o deputado Henrique Eduardo Alves e com assessores, que rejeitaram a hipótese de favorecimento ao Rio Grande do Norte.

Sobre a obra de irrigação em Apodi, a assessoria afirmou que os R$ 240 milhões para o empreendimento do Rio Grande do Norte não podem ser comparados ao montante de R$ 1 bilhão do orçamento do Dnocs porque a execução orçamentária será diluída em mais de um ano financeiro. O Correio entrou em contato com a assessoria do Dnocs, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.

 Mudanças negociadas

O ministro da Integração Nacional afirmou ontem que está negociando com o PMDB mudanças na estrutura do Dnocs. Alterações na pasta foram anunciadas ontem. Fernando Ciarlini assumiu a diretoria de Infraestrutura e Vitor de Souza Leão substituirá Gradvohl na diretoria de Administração Financeira.

“Estamos querendo a renovação dos quadros, estamos conversando com o PMDB, com os diretores atuais para iniciar esse processo de renovação”, afirmou o ministro.

O Dnocs passou a ser comandado pelo PMDB no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes, o partido com maior influência no órgão era o PFL, que mudou de nome e agora é o DEM.

Até a década de 1960, o Dnocs era a única instituição responsável por obras no semiárido brasileiro. Assim, todas as melhorias que chegavam ao interior do país levavam o selo do Dnocs, que se tornou alvo de disputa graças a seu potencial político.

 Superfaturamento

Auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 2011 apontou a existência de contratos superfaturados e má gestão do Dnocs no controle dos recursos públicos. O trabalho também registra que 37 dos 47 convênios da Defesa Civil executados pelo Dnocs contemplaram municípios do Rio Grande do Norte, estado do diretor-geral do órgão, Elias Fernandes.

Fonte: votebrasil.com

Sem petistas, Dilma troca afagos com adversários

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Em meio a uma crise de relacionamento com o PT por conta de mudanças no primeiro escalão do governo, a presidenta Dilma Rousseff voltou a trocar afagos com adversários do partidoao receber a Medalha 25 de Janeiro.

Sem petistas, Dilma troca afagos com adversários

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Fonte: votebrasil.com

Apenas três colegas de partido estiveram presentes na cerimônia em que presidenta foi homenageada pelo prefeito Gilberto Kassab.

Em meio a uma crise de relacionamento com o PT por conta de mudanças no primeiro escalão do governo, a presidenta Dilma Rousseff voltou a trocar afagos com adversários do partido nesta quarta-feira ao receber a Medalha 25 de Janeiro.

Ao contrário de edições anteriores, quando petistas foram em peso prestigiar a entrega da medalha a correligionários, apenas três integrantes do partido participaram da homenagem.

Deputados federais, estaduais e dirigentes do partido foram convidados mas não compareceram. O pré-candidato petista à prefeitura paulistana, Fernando Haddad, que adota um discurso de oposição a Kassab, desistiu de participar na última hora.

Dilma subiu ao palco acompanhada pelo governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin (que também recebeu a medalha) com quem conversou ao pé do ouvido durante todo o tempo. Antes de iniciar o discurso fez uma saudação especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (outro homenageado) e não poupou elogios ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD).

“Quero fazer um cumprimento especial e um agradecimento a essa figura capaz de agregar e criar vínculos fraternos, republicanos, com as pessoas mais diversas, o prefeito Gilberto Kassab, a quem sou grata”, disse Dilma.

O PT lidera a oposição ao governo de Kassab na Câmara Municipal de São Paulo e tem resistido às pressões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma aliança com o PSD nas eleições deste ano. O elogio de Dilma foi interpretado por petistas como um sinal de que a presidenta e Lula estão juntos nas articulações pela aproximação entre PT e Kassab.

No discurso, Dilma citou o movimento modernista de 1922, o escritor Roberto Pompeu de Toledo (ex-colunista da revista Veja) e trechos da música “Sampa” de Caetano Veloso.

A ausência de petistas foi assunto nas rodas de conversa. Os únicos integrantes do partido que participaram da cerimônia foram os vereadores José Américo e Antonio Donato, presidente do diretório municipal, e o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

“É uma presença pequena mas qualificada”, brincou José Américo. Dilma tem sido alvo de reclamações de petistas por não consultar o partido na escolha de nomes importantes do governo como a nova presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster.

O incômodo silêncio da oposição

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

O silêncio da oposição incomoda. Desde 1945 – incluindo o período do regime militar – nunca tivemos uma oposição tão minúscula e inoperante. Vivemos numa grande Coreia do Norte com louvações cotidianas à dirigente máxima do país e em clima de unanimidade ditatorial.

O incômodo silêncio da oposição

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Por Marco Antonio Villa

O silêncio da oposição incomoda. Desde 1945 – incluindo o período do regime militar – nunca tivemos uma oposição tão minúscula e inoperante. Vivemos numa grande Coreia do Norte com louvações cotidianas à dirigente máxima do país e em clima de unanimidade ditatorial. A oposição desapareceu do mapa. E o seu principal partido, o PSDB, resolveu inventar uma nova forma de fazer política: a oposição invisível.   A fragilidade da ação oposicionista não pode ser atribuída à excelência da gestão governamental. Muito pelo contrário. O país encerrou o ano com a inflação em alta, a queda do crescimento econômico, o aprofundamento do perfil neocolonial das nossas exportações e com todas as obras do PAC atrasadas. E pior: o governo ficou marcado por graves acusações de corrupção que envolveram mais de meia dúzia de ministros. Falando em ministros, estes formaram uma das piores equipes da história do Brasil. A quase totalidade se destacou, infelizmente, pela incompetência e desconhecimento das suas atribuições ministeriais.   Mesmo assim, a oposição se manteve omissa. No Congresso Nacional, excetuando meia dúzia de vozes, o que se viu foi o absoluto silêncio. Deu até a impressão que as denúncias de corrupção incomodaram os próceres da oposição, que estavam mais preocupados em defender seus interesses paroquiais. Um bom (e triste) exemplo é o do presidente (sim, presidente) do PSDB, o deputado Sérgio Guerra. O principal representante do maior partido da oposição foi ao Palácio do Planalto. Numa democracia de verdade, lá seria recebido e ouvido como líder oposicionista. Mas no Brasil tudo é muito diferente. Demonstrando a pobreza ideológica que vivemos, Guerra lá compareceu como um simples parlamentar, de chapéu na mão, querendo a liberação de emendas que favoreciam suas bases eleitorais.   Em 2011 ficou a impressão que os 44 milhões de votos recebidos pelo candidato oposicionista incomodam (e muito) a direção do PSDB. Afinal, estes eleitores manifestaram seu desacordo com o projeto petista de poder, apesar de todo o rolo compressor oficial. Mas foram logrados. O partido é um caso de exotismo: tem receio do debate político. Agora proclama aos quatro ventos que a oposição que realiza é silenciosa, nos bastidores, no estilo mineiro. Nada mais falso. Basta recordar o período 1945-1964 e a ação dos mineiros Adauto Lúcio Cardoso ou Afonso Arinos, exemplos de combativos parlamentares oposicionistas.   E pior: o partido está isolado, fruto da paralisia e da recusa de realizar uma ação oposicionista. Desta forma foi se afastando dos seus aliados tradicionais. É uma estratégia suicida e que acaba fortalecendo ainda mais a base governamental, que domina amplamente o Congresso Nacional e que deve vencer, neste ano, folgadamente as eleições nas principais cidades do país.   O mais grave é que o abandono do debate leva à despolitização da política. Hoje vivemos – e a oposição é a principal responsável – o pior momento da história republicana. O governo faz o que quer. Administra – e muito mal – o país sem ter qualquer projeto a não ser a perpetuação no poder. Com as reformas realizadas na última década do século XX foram criadas as condições para o crescimento dos últimos dez anos. Mas este processo está se esgotando e os sinais são visíveis. Não temos política industrial, agrícola, científica. Nada.   Este panorama é agravado pelo sufrágio universal sem política. Temos eleições regulares a cada dois anos. Foi uma conquista. Porém, a despolitização do processo eleitoral acentuado a cada pleito é inegável. Para a maior parte dos eleitores, a eleição está virando um compromisso enfadonho. Enfadonho porque vai perdendo sentido. Para que eleição, se todos são iguais? O eleitor tem toda razão. Pois quem tem de se diferenciar são os opositores.   Ser oposição tem um custo. O parlamentar oposicionista tem de convencer o seu eleitor, por exemplo, que os recursos orçamentários não são do governo, independente de qual seja. Orçamento votado é para ser cumprido, e não servir de instrumento do Executivo para coagir o Legislativo. Quando o presidente do principal partido de oposição vai ao Palácio do Planalto pedir humildemente a liberação de um recurso orçamentário, está legitimando este processo perverso e antidemocrático – inexistente nas grandes democracias. Deveria fazer justamente o inverso: exigir, denunciar e, se necessário, mobilizar a população da sua região que seria beneficiada por este recurso. Mas aí é que mora o problema: teria de fazer política, no sentido clássico.   Já do lado do governo, qualquer ação administrativa está estreitamente vinculada à manutenção no poder. Não há qualquer preocupação com a eficiência de um projeto. A conta é sempre eleitoral, se vai dar algum dividendo político. A transposição das águas do Rio São Francisco é um exemplo. Apesar de desaconselhado pelos estudiosos, o governo fez de tudo para iniciar a obra justamente em um ano eleitoral (2010). Gastou mais de um bilhão. Um ano depois, a obra está abandonada. Ruim? Não para o petismo. A candidata oficial ganhou em todos os nove estados da região e na área por onde a obra estava sendo realizada chegou a receber, no segundo turno, 95% dos votos, coisa que nem Benito Mussolini conseguiu nos seus plebiscitos na Itália fascista.   Se continuar com esta estratégia, a oposição caminha para a extinção. O mais curioso é que tem milhões de eleitores que discordam do projeto petista. Mais uma vez o Brasil desafia a teoria política.

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Desembargadores do TJ-RJ ganham salários de até R$ 640 mil

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Em dezembro de 2010, 11 desembargadores ganharam até R$ 50 mil; 94 receberam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil; e 72 tiveram salário de mais de R$ 100 mil. No mesmo mês, um dos magistrados logrou ser pago com R$ 511 mil. As informações são do Jornal Nacional.

Desembargadores do TJ-RJ ganham salários de até R$ 640 mil

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Fonte: votebrasil.com

Em dezembro de 2010, 11 desembargadores ganharam até R$ 50 mil; 94 receberam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil; e 72 tiveram salário de mais de R$ 100 mil. No mesmo mês, um dos magistrados logrou ser pago com R$ 511 mil…

A folha de pagamento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) indica que desembargadores ganham até 25 vezes mais que os R$ 24 mil estabelecidos pela Constituição como o salário-base da categoria. O contracheque revela que um dos 179 servidores recebeu, em setembro de 2011, mais de R$ 642 mil.

Em dezembro de 2010, 11 desembargadores ganharam até R$ 50 mil; 94 receberam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil; e 72 tiveram salário de mais de R$ 100 mil. No mesmo mês, um dos magistrados logrou ser pago com R$ 511 mil. As informações são do Jornal Nacional.

O TJ-RJ explica que benefícios e vantagens garantidos por lei (como acúmulo de função, substituição de outro magistrado, auxílios transporte e alimentação) multiplicam os ganhos previstos para os magistrados. Além disso, eventualmente se somam ao salário insalubridade, gratificações por serviços extras e pagamentos atrasados.

As vantagens cresceram em 2009, sob aprovação da Assembleia Legislativa e do governo do Estado, embora a Procuradoria-Geral da República tenha considerado a ampliação inconstitucional. O processo está no Supremo Tribunal Federal (STF), onde não tem prazo para ser julgado. O presidente do TJ-RJ, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, nega qualquer ilegalidade.

“Quando você fala em R$ 600 mil, são casos excepcionais, ou são desembargadores que se desvinculam do tribunal por algum motivo ou são desembargadores do Quinto constitucional que o Supremo entendeu que tem pagar essas vantagens a eles. Isso tudo é com base legal”, afirmou o presidente, acrescentando que deixa as portas abertas para investigações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Novo ministro da Ciência e Tecnologia agrada cientistas

terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Formado em física e com PhD em matemática, o até então presidente da Agência Espacial , Marco Antonio Raupp, novo ministro da Ciência e Tecnologia,  agradou a comunidade científica brasileira e segundo especialistas ouvidos pelo Terra, deve impulsionar os investimentos em pesquisa no Brasil

Novo ministro da Ciência e Tecnologia agrada cientistas

terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

A posse do novo ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, que substitui o petista Aloizio Mercadante, agradou a comunidade científica brasileira. Formado em física e com PhD em matemática, o até então presidente da Agência Espacial conhece bem a área e, segundo especialistas ouvidos pelo Terra, deve impulsionar os investimentos em pesquisa no Brasil.

Para o astronauta Marcos Pontes, único brasileiro a participar de uma missão no espaço, a posse de Raupp representa a valorização da capacidade técnica, frente a pressões políticas. “Ajuda o fato de não ser de nenhum partido. Raupp é uma pessoa de muito conhecimento, sabe todas as necessidades da área porque vive a ciência e tecnologia desde o começo da carreira”, afirma. O astronauta ainda lembra a necessidade de se investir mais na área, que teve verbas cortadas pela presidente Dilma no ajuste das finanças em 2011.

“Quando falamos sobre um programa de ciência e tecnologia, estamos nos referindo a um planejamento que ultrapassa um mandato, isso leva 15, 20 anos. Precisa de investimento e trabalho constantes, com estruturação das instituições e empenho político para que as propostas não sejam abandonadas. Raupp é um profundo conhecedor dessa área e de suas necessidades, espero que com um técnico com visão sistemática, possamos conquistar o avanço necessário, sem interrupções e corte dos recursos”. Pontes, que espera participar de uma nova missão ao espaço, ainda acredita que a posse do então presidente da Agência Espacial seja um novo marco para as pesquisas brasileiras na gravidade zero. “Estou preparado para participar de uma nova missão e espero que o novo ministro incentive isso”.

Além das pesquisas no espaço, a posse de Raupp também é vista com bom olhos para estimular outros grandes projetos brasileiros. Em nota, a Sociedade Brasileira de Física (SBF) disse que espera que a chegada do novo ministro possibilite a retomada dos programas de pesquisa e de cooperação internacional, alinhavados durante o governo Lula. Entre eles, a entidade cita a entrada do Brasil no consórcio de países participantes do CERN, o centro europeu de física nuclear que abriga o maior acelerador de partículas do mundo, o LHC.

“Tenho certeza de que ele (Raupp) estará empenhado em alinhar a posição científica do Brasil com a posição econômica, a única forma de mantermos sustentavelmente nossa atual condição de uma das maiores economias do planeta e, ao mesmo tempo, gerar maior bem estar para nossa população”, diz Celso de Melo, presidente da Sociedade Brasileira de Física.

Já a professora Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), disse nesta terça-feira que quer parabenizar a presidente Dilma Rousseff pela escolha do novo ministro. “Raupp é excelente gestor, que tem uma visão global do Brasil e que apresenta um perfil científico e tecnológico fundamental para este cargo”, afirma.

Desafios
 
Para a presidente da SBPC, o maior desafio do novo ministro será recuperar os investimentos perdidos com o contingenciamento dos gastos no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff. “Todo mundo se sentiu orgulhoso ao ver que o Brasil ultrapassou a Inglaterra no ranking das maiores economias mundiais, mas é preciso tomar consciência de que o verdadeiro desenvolvimento não se conquista sem educação e ciência. Raupp terá o desafio de mostrar isso”, diz Helena Nader ao destacar que sem dinheiro não é possível conquistar o nível de crescimento científico que o País necessita.

Ela ainda lembra que a proposta encampada por Mercadante, quando assumiu o ministério, de destinar um percentual das riquezas do Pré-Sal para a ciência e a inovação é uma ideia proposta por Raupp desde 2009, quando comandava a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. “Temos certeza que ele vai levar isso adiante e vai pressionar os parlamentares sobre a importância de se destinar os recursos para a ciência e também para a educação”.

Trajetória de Raupp
 
Graduado em física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marco Antonio Raupp é PhD em matemática pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, e livre-docente pela Universidade de São Paulo (USP). Também foi professor da Universidade de Brasília (UnB).

O novo ministro trabalhou como diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), diretor-geral do Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). Além disso, foi presidente da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Seu último posto foi como presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Fonte: vermelho.org.br

 

Torre do Big Ben se inclina como Pisa

terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Segundo uma investigação oficial, com conclusões publicadas em 2010, a inclinação do Big Ben foi acentuada em agosto de 2003 por motivos desconhecidos, e aumenta anualmente 0,9 mm.

Torre do Big Ben se inclina como Pisa

terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Segundo uma investigação oficial, com conclusões publicadas em 2010, a inclinação do Big Ben foi acentuada em agosto de 2003 por motivos desconhecidos, e aumenta anualmente 0,9 mm…

A torre do Big Ben vem se inclinando cada vez mais, de forma semelhante à de Pisa, mas numa escala muito menor, pelo que uma comissão parlamentar britânica decidiu nesta segunda-feira (23) encarregar-se, sem pressa, de um fenômeno atualmente visível a olho nu.

Segundo uma investigação oficial, com conclusões publicadas em 2010, a inclinação do Big Ben foi acentuada em agosto de 2003 por motivos desconhecidos, e aumenta anualmente 0,9 mm.

Um porta-voz da Câmara dos Comuns relativizou o risco e a urgência do assunto, ao informar à AFP que os deputados vão “estudar se convém pedir às autoridades que comecem a pensar em formas eventuais de renovar Westminster”.

O palácio, que possui algumas partes remontando ao século XI, abriga as duas câmaras do parlamento britânico e a torre do relógio de 96 metros de altura concluída em 1859, conhecida como a do Big Ben, mas que na realidade é o nome do maior de seus sinos, de 13 toneladas de peso.

“É o começo de um processo muito, muito longo”, uma vez que o exame preliminar pode durar entre 15 e 20 anos, precisou o porta-voz.

“Não há nenhum perigo imediato”, comentou para a BBC John Burland, especialista do Imperial College de Londres.

Ao ritmo atual, “serão necessários 10.000 anos para se chegar ao ângulo da Torre de Pisa”, acrescentou.

Segundo ele, a inclinação da torre e as rachaduras constatadas no palácio de Westminster remontam provavelmente a muitos anos, não estando diretamente ligadas às construções de um estacionamento subterrâneo de cinco andares e a uma nova linha do metrô, no final do século XX.

Opções

Os deputados encarregados da gestão patrimonial do palácio de Westminster devem examinar todas as opções, incluídas as mais radicais como a demolição, o aluguel ou a venda.

Estas últimas possibilidades “seguramente não fazem parte da reflexão oficial”, comentou um porta-voz da comissão.

Segundo o jornal Daily Telegraph, a medida de recompra interessaria a “promotores estrangeiros”, que poderiam ser russos ou chineses.

Kassab está no fim da fila para alianças com o PT, diz Haddad

terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou hoje que o prefeito Gilberto Kassab e o seu partido, o PSD, estão ‘no fim da fila’ na lista de legendas que buscam fazer aliança com o PT para disputar a Prefeitura de São Paulo.

Kassab está no fim da fila para alianças com o PT, diz Haddad

terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Fonte: votebrasil.com

É um fato novo (a proposta de aliança), mas está circunscrito a uma possibilidade remota. Em função de que os movimentos que os partidos estão fazendo não conduzem a essa direção…

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou hoje que o prefeito Gilberto Kassab e o seu partido, o PSD, estão ‘no fim da fila’ na lista de legendas que buscam fazer aliança com o PT para disputar a Prefeitura de São Paulo.

É um fato novo (a proposta de aliança), mas está circunscrito a uma possibilidade remota. Em função de que os movimentos que os partidos estão fazendo não conduzem a essa direção”, disse Haddad em entrevista exclusiva ao iG.

Segundo Haddad, ele e o presidente municipal do PT paulistano, Antonio Donato, decidiram que a discussão do programa de governo irá anteceder a formação da chapa. “E vamos dialogar com os partidos que estão próximos da gente”, afirmou, em referências a siglas históricas com o PCdoB e outros que apoiam o governo da presidenta Dilma Rousseff no Congresso.

Questionado diretamente se Kassab estava no fim da fila, Haddad ironizou. “Mas ele (Kassab) também não nos colocou no fim da fila?”. O ministro, que será substituído por Aloízio Mercadante (PT-SP), disse que apoio de Kassab a PT depende ainda das negociações com o PSDB.

A proposta de aliança entre o PT e o PSD foi feita há duas semanas. Kassab encontrou-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ofereceu um nome do seu partido para ocupar a vaga de vice na chapa a ser encabeçada por Haddad. O ministro é cético sobre o acordo.

“A gente tem de discutir o que está acontecendo. Não uma eventualidade. Houve um gesto de aproximação, que é real. Mas esse gesto tem tantos condicionantes, que é o PSDB não lançar o (José) Serra, o PSDB se recusar apoiar o candidato do prefeito (Afif Domingos)”, disse

Ainda na entrevista, Haddad hesitou em responder o que achava pessoalmente do atual prefeito: “Eu…(demora 15 segundos)… É difícil colocar as coisas nesses termos porque, na verdade, existe uma perspectiva histórica. Eu fiz parte de três governos: governo Marta, governo Lula e governo Dilma.”

Kassab chegou à Prefeitura de São Paulo depois de ser vice de José Serra (PSDB), em 2004. Antes, o prefeito paulistano foi deputado federal pelo PFL (atual DEM) e atuou como secretário do prefeito Celso Pitta, lançado na vida pública por Paulo Maluf (PP).

 Gabriel Chalita

Haddad elogiou seu virtual adversário Gabriel Chalita, deputado federal e pré-candidato a prefeito pelo PMDB. “Tenho uma relação de amizade com o Chalita”, disse. “Como presidente Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ele teve uma postura correta com o Ministério da Educação”, disse.

Segundo Haddad, Chalita não colocou em questão assuntos partidários no meio das discussões. “Na época ele estava no PSDB. Se fosse outra pessoa que estivesse na presidência do Consed, talvez nós não teríamos conseguido aprovar p Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)”, afirmou.

Apesar de considerar difícil, Haddad afirmou que ainda vai lutar para ter uma aliança com o PMDB: “Eu gostaria muito de ter o PMDB aliado na chapa. Uma aliança na chapa com os partidos do governo Dilma é muito mais tranquilo para todos nós. Nós procuramos o PMDB e continuamos mantendo conversas”.

 Lula e governo do Estado

Ainda na entrevista, Haddad revelou que a ideia de sair da Educação para disputar um cargo eletivo surgiram em 2009 por meio do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele contou que o plano inicial era disputar o governo do Estado de São Paulo, em 2010, e não a prefeitura da capital.

“Presidente me sonda há algum tempo sobre essa possibilidade (disputar cargo público). Desde 2009 ele vem me sondando e, na verdade, eu entendo que eu já estava manifestando desde então o desejo de cuidar da minha vida”, afirmou.

“Havia tido uma conversa em relação ao governo do Estado e depois ele disse ‘olha, vamos retomar’. Eu imaginava que as condições do município eram mais desfavoráveis a uma novidade até do que no Estado. Estranhei e falei: “mas presidente?”, ele disse: “não, há um espaço'”, contou Haddad.