Arquivo de Janeiro de 2011

Executivos brasileiros ganham mais que os de Nova York

domingo, 30 de Janeiro de 2011

Dois recentes estudos descobriram que executivos-chefes e diretores da empresas ganham mais em São Paulol, do que em Nova York, Londres, Cingapura ou Hong Kong.

Executivos brasileiros ganham mais que os de Nova York

domingo, 30 de Janeiro de 2011

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Onde um gerente sênior custa mais? De acordo com a Association of Executive Search Consultants (AESC), é no Brasil que eles recebem os maiores salários. Dois recentes estudos, um pela AESC e outro pela caça-talentos brasileira Dasein Executive Search, descobriram que executivos-chefes e diretores da empresas ganham mais em São Paulo, a capital comercial do Brasil, do que em Nova York, Londres, Cingapura ou Hong Kong. As pesquisas compararam os salários-base, mas os bônus no Brasil são muito generosos também, afirma David Braga, do Dasein. E a comparação subestima o custo de contratação no Brasil: os impostos na folha de pagamento estão entre os mais altos do mundo.

Parte da explicação para os altíssimos salários é a crescente demanda de pessoal em todos os níveis. Brasil, China e Índia estão vendo um forte crescimento do emprego. Mas, de acordo com a agência de empregos Manpower, o descompasso entre oferta e demanda é gritante no Brasil, onde 64% dos empregadores relatam ter dificuldades para preencher vagas, contra 40% na China e 16% na Índia. Gestores com formação técnica são especialmente escassos no Brasil: grandes descobertas petrolíferas e planos de infraestrutura se traduzem no aumento da demanda, mas o Brasil forma apenas 35 mil engenheiros por ano, contra 250 mil na Índia e 400 mil na China.

A força do real aumenta artificialmente a posição do Brasil nas comparações internacionais. Mas mesmo em reais a remuneração dos executivos está crescendo a dois dígitos por ano, diz Edilson Camara, da headhunter Egon Zehnder.

Os gerentes seniores na China e na Índia estão colhendo ganhos semelhantes, mas a partir de uma base menor. As multinacionais que costumavam executar suas operações latino-americanas de Miami, México ou Buenos Aires, na sua maioria, mudaram-se para São Paulo. China e Índia ainda são, muitas vezes, supervisionadas a partir de Cingapura ou Hong Kong, apesar de Shanghai estar se tornando mais popular. Uma onda de aquisições por empresas estrangeiras e incursões no exterior por empresas brasileiras têm aumentado a demanda por gestores com experiência internacional.

A solução é alimentar o seu próprio talento, diz Alexander Triebnigg, que dirige a operação brasileira da farmacêutica suíça Novartis. Segundo ele, empregados brasileiros tendem a ser leais, o que significa que empresas estabelecidas com generosos planos de desenvolvimento de carreiras são menos atingidas pela ‘seca’ de talentos. Mas essa lealdade também tende a inflar a taxa de mercado. “Se você quiser tentar um brasileiro a mudar de emprego, você tem que oferecer a ele muito mais dinheiro. Na China, eles mudam por apenas um pouco mais”, destaca Triebnigg.

Muitas empresas estão olhando para o exterior na tentativa de preencher cargos de chefia. No entanto, a alta taxa de criminalidade (São Paulo é muito mais segura agora do que costumava ser, mas a taxa de homicídios na cidade ainda é quase o dobro da de Nova York) e da necessidade de dominar o português afasta muitos estrangeiros. Além disso, até mesmo grandes empresas brasileiras podem não ter a fama internacional necessária para atrair os mais ambiciosos. “Pessoas muito ocupadas podem não ouvir o que você tem a dizer sobre a complexidade e o tamanho de algumas empresas brasileiras das quais elas nunca ouviram falar”, reclama Camara.

Os maiores beneficiários da guerra por talentos no Brasil são, provavelmente, seus executivos expatriados. Segundo David Braga, a ideia da Dasein de fazer  um estudo sobre a remuneração surgiu de mais ou menos dez processos que a empresa recebe diariamente de brasileiros residentes no exterior que estão pensando em voltar para casa — embora a maioria deles tenha pensado, equivocadamente, que isso significaria uma redução no pagamento.

Dilma manda recados a centrais e endurece discurso sobre mínimo

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

A presidenta Dilma Rousseff endureceu o discurso em relação às centrais sindicais e avisou que não mexerá mais no valor proposto para o salário mínimo, de R$ 545. “No passado não se dava sequer a inflação”, criticou Dilma, em evento com governadores no Rio Grande do Sul.

Dilma manda recados a centrais e endurece discurso sobre mínimo

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Fonte: votebrasil.com

A presidenta Dilma Rousseff endureceu o discurso em relação às centrais sindicais e avisou que não mexerá mais no valor proposto para o salário mínimo, de R$ 545. “No passado não se dava sequer a inflação”, criticou Dilma, em evento com governadores no Rio Grande do Sul.

“O que queremos saber é se as centrais querem manter este acordo. E se quiserem, nossa propostas está coloocada” Dilma criticou negociação paralela da correção da tabela imposto de renda. “Uma coisa não tem nada a ver com a outra.”

Depois de agendar e desmarcar em cima da hora a inauguração de uma usina em Candiota, no Rio Grande do Sul, a presidenta Dilma Rousseff prometeu mais uma vez voltar ao Estado para entregar a obra.

Em reunião com governadores do Rio Grande do Sul, Dilma admitiu que a inauguração seria referente a uma obra que já funciona desde o ano passado. Ainda assim, prometeu voltar para comandar a solenidade.

“Eu volto aqui em outro momento para fazer isso. Isso não implica em que ela funcione. Ela está funcionando já. Vamos inaugurar em sentido simbólico”, disse Dilma.

“O que for dito de parte a parte será apurado”

Por que elas são mais propensas ao divórcio?

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Seja por vantagens legais quanto à guarda dos filhos ou por não suportarem o “mau comportamento” dos maridos, elas são as primeiras a dizerem ‘sim’ ao divórcio. É o que afirma uma recente pesquisa realizada pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos.

Por que elas são mais propensas ao divórcio?

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Por Carla Delecrode – opiniaenoticia.com.br

Seja por vantagens legais quanto à guarda dos filhos ou por não suportarem o “mau comportamento” dos maridos, elas são as primeiras a dizerem ‘sim’ ao divórcio. É o que afirma uma recente pesquisa realizada pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. De acordo com o estudo, dois terços dos casais que se separam no país iniciaram o divórcio porque as mulheres pediram a separação. No Brasil, não é diferente.

Segundo o IBGE, entre 2004 e 2005, em mais de 70% dos casos de separação judicial não-consensual (em que não houve acordo) foram elas que tomaram a iniciativa de se separar, assim como nos pedidos de divórcio, no qual 52% foram requisitados por mulheres. Para a psicóloga Teresa Goes, que é professora da PUC-Rio, um dos motivos que explica o comportamento é a entrada no mercado de trabalho, que trouxe mudanças na percepção das mulheres sobre o casamento e o divórcio.

A especialista esclarece que elas se adaptaram às várias funções que passaram a exercer na sociedade. Por isso, casar se tornou uma opção e não uma imposição social, assim como ser mãe e se separar do marido. Teresa acredita que os homens, geralmente, não tomam a iniciativa em direção ao divórcio– mesmo que não estejam felizes –, pois se detêm a uma mentalidade do passado. “Eles não acompanharam as mudanças de pensamento. Os homens fantasiam com uma ‘cuidadora’ e se colocam na condição de filho. Manter o casamento é mais cômodo para eles.”

Por que as mulheres desistem do casamento?
O estudo norte-americano indica que as leis de divórcio motivam as mulheres a optarem pela separação. Nos estados onde elas têm mais chances de receber a guarda dos filhos, o número de pedidos de divórcio iniciados por elas é bem maior do que onde prevalece a custódia compartilhada. Além disso, os homens são mais propensos a terem problemas com bebida, drogas e a infidelidade, diz a pesquisa.

Mas outros motivos também fazem com que elas desistam do casamento, como a sobrecarga de função e a desilusão amorosa. “Quando ela se desencanta com o parceiro, quer voltar a buscar o ‘príncipe encantado’. A psicóloga explica que, diferentemente dos homens, elas querem maior clareza no relacionamento, por isso não lidam muito bem com um “triângulo amoroso” e nem com desilusão. “Os homens lidam melhor com a infidelidade. A mulher quando trai se sente culpada. Ela não consegue separar amor e sexo. Em geral, o relacionamento íntimo está ligado ao afetivo. Ela confunde lealdade com fidelidade.”

Para Teresa, a idade também é um fator que deixa as mulheres mais propensas a darem fim ao “para sempre”. As mais novas, até 45 anos, têm mais facilidade de dar o primeiro passo, enquanto as mais velhas se mantêm presas às tradições. “As mais novas preferem uma vida de liberdade e com novas escolhas. Elas conseguem encarar melhor a frustração e percebem que o envolvimento não precisa ser eterno.”

Senado: PT contesta proposta do PMDB para cargos

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Os petistas criticaram a intenção peemedebista de alterar o sistema de representação partidária nos postos de comando em comissões, que tradicionalmente obedece à chamada proporcionalidade, em que a prioridade de escolha é conferida aos maiores blocos partidários.

Senado: PT contesta proposta do PMDB para cargos

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Por Fábio Góis – congressoemfoco.com.br

Novo líder do PT do Senado, o senador eleito Humberto Costa (PE) manifestou no início da noite desta quinta-feira (27) a contrariedade da bancada em relação à proposta do PMDB, principal partido aliado ao governo Dilma Rousseff, sobre cargos-chave em comissões temáticas e na Mesa Diretora. Os petistas criticaram a intenção peemedebista de alterar o sistema de representação partidária nos postos de comando em comissões, que tradicionalmente obedece à chamada proporcionalidade, em que a prioridade de escolha é conferida aos maiores blocos partidários.

Depois de mais de três horas de reunião a portas fechadas em um gabinete do Senado, Humberto manifestou a “grande preocupação” dos petistas sobre “a posição manifestada pelo PMDB, ainda que não formalmente”, que ameaçaria a “reprodução e a ampliação do bloco” de apoio governista e alteraria um modelo que é praxe na Casa. “Agora surge uma proposta que procura reproduzir o critério de proporcionalidade para as comissões baseado nos partidos. Com isso, o nosso bloco sofre um prejuízo enorme, porque nós vamos fazer escolhas e opções bem mais à frente do que se a nossa escolha for por intermédio do bloco”, disse, referindo-se à sequência de escolha de comissões temáticas.

“Além disso, partidos que compõem o nosso bloco não terão como se representar nessas comissões, não terão presidência nesses colegiados”, emendou Humberto, dizendo que ligaria “daqui a pouco” para o líder do PMDB no Senado, o reeleito Renan Calheiros (AL), em busca de uma solução para o impasse. Segundo o senador pernambucano, as lideranças do PSB e do PDT, depois de reunião realizada na manhã de hoje (27), manifestaram “total concordância” com que o critério proposto pelo PMDB não seja aceito.

No entanto, Humberto negou que o impasse tenha suscitado a discussão sobre o apoio do PT a uma eventual indicação do PMDB para a Presidência do Senado. “Não estamos trabalhando com essa hipótese.” 

Se o critério atual de distribuição de cargos for por bloco partidário, quatro comissões podem ser ocupadas pelo partido – o PT terá uma comissão a menos em sua cota se o critério do PMDB for aplicado, bem como perderá um lugar na sequência de escolha de comissão (do quarto para o quinto), que pode ficar para a oposição. O bloco majoritário para a próxima legislatura (2011-2014) é formado por PT (15 senadores), PSB (3), PR (5), PCdoB (2), PDT (4) e PRB (1). Na atual legislatura, o bloco da Maioria é formado por PT e PMDB, que elegeu 19 senadores nas eleições de 2010 – quatro a mais do que o PT.

Participaram da reunião quase todos os 15 senadores petistas eleitos para a legislatura a ser iniciada em 2 de fevereiro, com a posse dos novos mandatários tanto no Senado quanto na Câmara. Entre eles, os reeleitos Eduardo Suplicy (SP), Delcídio Amaral (MS), Paulo Paim (RS) e João Pedro (AM); novatos como Marta Suplicy (SP), Lindberg Farias [RJ, ex-prefeito de Nova Iguaçu] e Gleisi Hoffmann (PR); além do presidente nacional do partido, José Eduardo Dutra. Ao todo, foram 54 senadores eleitos, dos quais 32 estreantes, 5 retornando após o exercício de outros cargos e 9 suplentes que substituem titulares (7 em caráter permanente).

Rodízio

Ficou decidido ainda que, para a composição tanto das comissões quanto dos postos da Mesa Diretora, haverá rodízio a cada ano entre os petistas. Ao fim de cada ano legislativo, disse Humberto, o titular petista de comissão ou da Mesa renunciará em favor de outro colega de partido. Marta Suplicy (SP) e José Pimentel (CE) decidirão entre si quem ocupará a 1ª Vice-Presidência do Senado no primeiro ano (2011). Trata-se de posto estratégico no comando de sessões de votação, por exemplo, em caso de ausência do presidente.

“Eles conversarão e decidirão entre eles. Os senadores Delcídio e Eduardo vão dividir a Comissão de Assuntos Econômicos e, para a próxima comissão que nós tivermos – e esperamos que seja a de Infra-Estrutura –, o Lindberg está sozinho como candidato, por enquanto”, disse o líder petista brincando com a indefinição temporária dos titulares. “Mas ele será democraticamente convidado a ceder para um outro companheiro ou uma outra companheira.”

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), uma das mais importantes comissões do Senado, ainda não tem nome definido, uma vez que depende do critério de distribuição de postos.

Cargos sem concurso explicam a intensa disputa por cargos da Mesa Diretora

quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Além do poder político, há outro forte atrativo que explica a intensa disputa por cargos da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. São as centenas de cargos preenchidos sem concurso público, distribuídos entre afilhados políticos das lideranças e dos parlamentares.

Cargos sem concurso explicam a intensa disputa por cargos da Mesa Diretora

quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Além do poder político, há outro forte atrativo que explica a intensa disputa por cargos da Mesa Diretora, das lideranças partidárias e das comissões técnicas da Câmara dos Deputados, também em jogo na eleição da Presidência da Casa.

São as centenas de Cargos de Natureza Especial (CNE), preenchidos sem concurso público, distribuídos entre afilhados políticos das lideranças e dos parlamentares. Juntos, os 1.168 cargos geram despesa anual de R$ 95 milhões aos cofres públicos.

Os cargos mais altos pagam salário de R$ 12 mil. São 215 CNE-07. Partidos que tiveram a bancada reduzida pelas urnas querem agora mudar as normas internas para manter o número de cargos.

O tamanho das bancadas deveria influenciar diretamente a quantidade de cargos comissionados a que cada legenda tem direito nos gabinetes das lideranças. A Resolução 1/2007 da Câmara é clara ao determinar a relação entre o número de integrantes dos partidos e a quantidade de CNEs a que cada liderança tem direito.

Dessa forma, para cumprir a norma interna, a próxima Mesa Diretora terá de mexer nas feridas de poderosas siglas e arrancar delas muitos cargos comissionados.

Pela regra, a redução de 12 deputados na bancada do PMDB deve resultar na extinção de nada menos que 17 vagas de CNEs. No DEM, que perdeu 22 deputados em relação a 2006, a situação é mais dramática. Segundo o texto da resolução, o novo tamanho da legenda só daria a ela direito a 55 CNEs. Atualmente o partido dispõe de 78 dessas vagas.

O assunto é tratado com discrição pelos deputados, mas lideranças de bancadas que aumentaram a representatividade este ano e ganharam o direito a contratar mais funcionários prometem reivindicar a aplicação da norma.

Nessa situação estão PDT e PR. O primeiro passou de 23 para 28 deputados. O aumento possibilitaria a legenda dispor de mais nove vagas de CNEs. Mesmo número de cargos que o PR deve ganhar, já que pulou de 34 para 41 parlamentares.

Apesar de o cenário das urnas ter modificado o tamanho de outras legendas, nem sempre o encolhimento ou o inchaço resultam em mudanças no número de comissionados a que as lideranças têm direito.

O PSDB, por exemplo, apesar de ter perdido 11 deputados, não sofre com a aplicação da regra, pois continua na mesma posição da tabela criada pela antiga Mesa Diretora. O mesmo ocorre com PT e PSB, cujo crescimento não deve resultar em aumento de cargos disponíveis.

Paralelamente às discussões sobre redução de CNEs de partidos que encolheram, o próximo presidente da Câmara terá de descumprir a norma interna para manter a estrutura criada para partidos nanicos.

O PSol, com três deputados, possui 15 CNEs. Vagas conquistadas graças a uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF). Na carona da legenda, partidos que possuem a partir de três parlamentares conseguiram cargos de confiança para as lideranças, apesar de o Regimento Interno só prever o benefício para legendas que tenham acima de cinco deputados. “

Não acredito que vão mexer na atual disposição. Até porque, para cumprir as normas internas e nos tirar o direito de ter essa estrutura, teriam de tirar cargos de grandes partidos. Não acho que algum presidente vá enfrentar esse desgaste”, avalia o líder do PSol, Chico Alencar (RJ).

Lotação informal

PT e PMDB, com as maiores bancadas, contam com cerca de 90 assessores de livre nomeação. Pelas regras atuais, partidos médios contam com 46 ou 55 assessores.

Como não há espaço para todos os servidores nas lideranças, grande parte deles acaba sendo lotada informalmente nos gabinetes dos deputados. Isso também ocorre nas comissões técnicas, que contam com um total de 107 cargos, sendo 42 CNE-07. Juntos, os 750 cargos das lideranças causam despesa anual de R$ 59 milhões. Os postos de menor salário são os CNE-15, de R$ 2.600.

O tradicional “jeitinho brasileiro” também criou uma regra para atender os micropartidos, que não têm direito a espaço físico na Câmara nem a assessores. Foram criadas as “representações” desses partidos, com um, dois ou três CNEs cada um. O PRB, por exemplo, conta com três cargos especiais.

Suplência inflada

Os suplentes da Mesa Diretora são um caso à parte. Embora tenham como única tarefa importante substituir eventualmente os secretários nas reuniões da Mesa, contam com 42 assessores, sendo 11 com salário de R$ 12 mil.

A Presidência da Casa, por exemplo, tem 40 cargos disponíveis, sendo apenas quatro com o vencimento máximo. A Procuradoria Parlamentar conta com 10 assessores de confiança, mas são 4 CNE-07 e seis CNE-09, esses com salário de R$ 8,6 mil.

 Fonte: votebrasil.com

FMI vê deterioração ‘brusca’ das contas fiscais do Brasil

quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou, em Washington, um relatório em que afirma que a deterioração nas contas fiscais do Brasil “é particularmente brusca” e vai impedir que se alcance a meta de superávit primário.

FMI vê deterioração ‘brusca’ das contas fiscais do Brasil

quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Fonte: votebrasil.com

O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou nesta quinta-feira, em Washington, um relatório em que afirma que a deterioração nas contas fiscais do Brasil “é particularmente brusca” e vai impedir que se alcance a meta de superávit primário.

“Espera-se agora que o governo não alcance sua meta fiscal (superávit primário da ordem de 3% do Produto Interno Bruto, PIB) por ampla margem”, diz a atualização do relatório Fiscal Monitor, que analisa dívidas e déficit global.

O governo brasileiro vem sofrendo críticas de analistas por manter uma política fiscal muito relaxada e, diante do excesso de gastos, ser obrigado a recorrer a uma política monetária mais rígida para manter a inflação sob controle, aumentando a taxa básica de juros.

Diante da pressão inflacionária, o Banco Central elevou na semana passada a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, de 10,75% para 11,25%, interrompendo um período de seis meses de estabilidade.

Nesta quinta-feira, o Banco Central também divulgou a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) na qual projeta que a meta de superávit primário para 2011 será cumprida sem ajustes.

No documento, o Banco Central afirma ainda que, “os desenvolvimentos no âmbito fiscal são parte importante do contexto no qual decisões futuras de política monetária serão tomadas, com vista a assegurar a convergência tempestiva da inflação para a trajetória de metas”.

Déficit

Apesar da maior arrecadação em muitos emergentes, o FMI afirma que receitas maiores foram, na maioria dos casos, usadas para financiar gastos maiores.

“Em parte refletindo isso, os balanços fiscais em várias economias chave (especialmente Brasil, China e Índia) foram mais fracos do que o projetado em novembro”, diz o FMI.

Segundo o documento, a arrecadação superou as expectativas em muitas economias emergentes em 2010, refletindo principalmente um crescimento mais forte e preços mais altos das commmodities e, em alguns casos, grandes ingressos extraordinários, como “a venda de concessões de petróleo no Brasil”.

No ano passado, R$ 32 bilhões associados à capitalização da Petrobras foram contabilizados como receita da União.

No relatório, o fundo também revisou para cima as projeções de déficit fiscal brasileiro em relação ao relatório anterior, de novembro, com previsão de 3,1% do PIB neste ano e 3,2% em 2012.

A revisão das projeções para o déficit fiscal brasileiro se deve principalmente a gastos comprometidos no segundo semestre do ano passado e ao fato de que certos ingressos registrados em 2010 não se repetirão.

Fluxo de capitais

Uma das consequências de juros altos, como os adotados no Brasil, é a atração de fluxos de capital, que pode levar à apreciação da moeda e, consequentemente, prejudicar a competitividade das exportações.

“Nos mercados emergentes, a afluência de capitais e as condições expansivas de crédito correspondentes podem desencorajar a formação de reservas fiscais suficientes”, diz o FMI.

O Fundo afirma que muitos mercados emergentes devem constituir reservas fiscais maiores, sobretudo diante das entradas de capital, do risco de superaquecimento da economia e da possibilidade de contágio dos países avançados.

“Devem resistir às pressões de gastos e economizar os excedentes fiscais em sua totalidade”, diz o relatório.

Economias avançadas

Segundo o relatório, à medida que a economia mundial continua a se recuperar da crise, o desempenho fiscal dos países em 2010 foi levemente melhor do que a projeção anterior, em novembro, mas ainda assim os níveis de dívida em muitas economias avançadas permanecem altos e em crescimento.

O documento cita o caso dos Estados Unidos e do Japão, que adotaram novas medidas de estímulo, atrasando a consolidação prevista no relatório de novembro.

Na Europa, ao contrário, as economias avançadas deverão manter políticas de aperto.

“De modo geral, riscos soberanos permanecem elevados e, em alguns casos, aumentaram desde novembro, ressaltando a necessidade de planos de consolidação de médio prazo mais robustos e específicos”, diz o FMI.

Salário mínimo: Líder sindical diz que centrais estão unidas pela proposta de R$ 580

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

O secretário-geral da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, Carlos Pereira (foto), disse  que as centrais sindicais estão “unidas” em torno da proposta de reajuste do salário mínimo para R$ 580. Ele esta em Brasília para negociar com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Salário mínimo: Líder sindical diz que centrais estão unidas pela proposta de R$ 580

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Secretário-geral da CGT está no Planalto para negociar salário mínimo. Ele também afirmou que não corrigir tabela do IR é ‘confisco’ de salário.

O secretário-geral da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Carlos Pereira, disse nesta quarta-feira (26) que as centrais sindicais estão “unidas” em torno da proposta de reajuste do salário mínimo para R$ 580. Ele chegou às 15h40 ao Palácio do Planalto para negociar com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

“Nossa proposta é de unidade das centrais em torno do mínimo em R$ 580. Achamos que o governo tem condições de atender. R$ 550 é muito pouco”, afirmou. O governo defende uma correção do mínimo para R$ 545 a partir de fevereiro, mas decidiu abrir negociações.

Escalado por Dilma, Gilberto Carvalho recebe a partir de 16h30 lideranças das seis centrais sindicais – Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

Carlos Pereira afirmou, em sua chegada ao Planalto, que a prioridade é discutir salário mínimo, mas disse que também exigirá uma correção de 6,47% na tabela de imposto de renda.

“A questão [da não correção] do IR é um confisco de um dinheiro que é dos trabalhadores”, afirmou. Nesta terça-feira (25), Dilma se reuniu com Gilberto Carvalho para tratar das estratégias de negociação.

Ela pediu ao Ministério da Fazenda uma simulação de gastos com as propostas de salário mínimo para este ano, que variam de R$ 545 a R$ 580.

A presidente também quer ser informada do impacto de um eventual reajuste da tabela do IR em 6,47%, conforme proposto pelos sindicalistas.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, também defendeu, ao chegar ao Planalto, a proposta de aumento do mínimo para R$ 580. “O que queremos é um aumento real. Não dá para os trabalhadores responderem pela crise financeira. Queremos que o governo enxergue os 49 milhões de brasileiros que dependem do salário mínimo”, afirmou.

Nathalia Passarinho – votebrasil.com

Dívida do governo federal com municípios chega a R$ 27,8 bilhões

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

De acordo com um levantamento da Confederação Nacional de Municípios, divulgado ontem, o débito é de R$ 27,8 bilhões e os ministérios da Cidades e da Saúde são as pastas que mais devem: R$ 6,9 bilhões e 6,3 bilhões, respectivamente.

Dívida do governo federal com municípios chega a R$ 27,8 bilhões

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Passada a lua de mel entre os prefeitos e a presidente Dilma Rousseff, vem a cobrança da fatura. As gestões municipais estão preocupadas com as despesas correntes e com os investimentos previstos para as cidades que deixaram de ser repassados pelo governo federal, especialmente, com a proximidade de ajustes fiscais para equilibrar as contas da União.

De acordo com um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado ontem, o débito é de R$ 27,8 bilhões e os ministérios da Cidades e da Saúde são as pastas que mais devem: R$ 6,9 bilhões e 6,3 bilhões, respectivamente.

Em todas as esferas — municipal, estadual e federal —, essas dívidas, classificadas como restos a pagar, postergadas para 2011, somam R$ 128 bilhões, entre despesas correntes — custeios de, por exemplo, remédios, agentes comunitários de saúde e programas do governo federal que são executados pelas prefeituras —, investimentos e demais débitos, o que inclui inversões financeiras. Desse montante, 21% são referentes a transferências empenhadas às prefeituras.

A preocupação maior dos prefeitos que têm dinheiro a receber da União é com as despesas não processadas, ou seja, quando o projeto ou a obra não teve qualquer etapa iniciada e, portanto, o pagamento não foi efetuado. Nas conversas com os principais interlocutores do governo, a presidente Dilma tem ressaltado a necessidade de enxugar os gastos no Orçamento 2011.

Assim, quando Dilma for analisar todas as planilhas de gastos, os empenhos originados de emendas parlamentares e os restos a pagar não processados tendem a ser as primeiras opções de cortes.

“O problema é que muitos dos débitos considerados restos a pagar não processados estão nessa situação há mais de um ano. São despesas empenhadas entre 2007 e 2009 que até hoje não foram realizadas”, explica o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Ainda de acordo com ele, o crescimento dos restos a pagar aumentou significativamente nos últimos anos.

Outro levantamento da CNM aponta que, em 2003, essas despesas totalizavam R$ 14,5 bilhões — R$ 4 bilhões em investimentos. “Acumular e represar esses recursos é duplamente negativo porque, além de criar uma falsa expectativa na população, atrasa os projetos que estão sendo executados pelas prefeituras”, completa Ziulkoski.

O Ministério da Saúde foi contatado pela reportagem e reconheceu os débitos, mas classificou esses processos como naturais. Segundo resposta da assessoria, a maior parte dos valores é relativa a projetos que estão em execução, e os pagamentos serão feitos à medida que esses forem sendo concluídos.

Além disso, o ministério avisou que não existe nada de concreto em relação ao cancelamento de projetos e lembrou que há um decreto que determina a prorrogação e a validade dos restos a pagar não processados.

O Ministério das Cidades comunicou que não há a intenção de retirar recursos dos municípios e que, para dar maior celeridade aos processos, oferece cursos para que os gestores possam elaborar projetos de acordo com os critérios exigidos pelo governo.

Falta desembolsar

Confira a transferência de recursos da União para municípios que já foram empenhados e aguardam efetivação:

Restos a pagar processados

Correntes: R$ 411.508.627

Investimentos: R$ 4.446.034.327

Restos a pagar não processados inscritos pela primeira vez Correntes: R$ 5.155.300.815

Investimentos: R$ 8.587.959.086

Restos a pagar não processados reinscritos

Correntes: R$ 378.507.993

Investimentos: R$ 8.848.698.063

Total: R$ 27.778.324.480

Fonte: Confederação Nacional de Municípios (CNM)

Cálculos com novo mínimo

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, também comentou as alternativas para o reajuste do salário mínimo — assunto que tem pautado as principais discussões políticas nas últimas semanas. Ele pediu uma interação maior entre o governo federal e os municípios e criticou a maneira como esse diálogo tem acontecido nos últimos tempos.

Em meio ao cabo de guerra entre o governo, que pretende fixar o valor do mínimo em R$ 545, e as centrais sindicais, que pedem R$ 580, prefeitos de todo o Brasil fazem cálculos para manter as contas equilibradas.

“Os acordos são fechados entre eles, mas ninguém pergunta como os prefeitos farão nos municípios. Para se ter uma ideia do impacto, quase 40% dos servidores municipais ganham até um salário mínimo e, com o aumento, várias prefeituras vão extrapolar o limite de 54% (do orçamento com gastos com pessoal), não vão conseguir se recuperar no prazo de oito meses e serão punidas.

Os repasses não vão chegar às cidades”, destaca o presidente da CNM. “O Poder Executivo e o Congresso olham apenas para o próprio umbigo”, complementa.

Segundo cálculos da CNM, cada real de aumento no salário mínimo representa um deficit de R$ 1,5 milhão na folha de pagamento das prefeituras. Ainda de acordo com o levantamento, de 2003 a 2010, os reajustes salariais representaram um impacto de R$ 10,8 bilhões nas folhas municipais.

Se o valor estipulado pelo governo for mantido e o trabalhador passar a receber um salário mínimo de R$ 545, o aumento representará R$ 1,3 bilhão na soma de todas as folhas municipais.

“É importante ressaltar que nós, da CNM, não somos contra o aumento do salário mínimo. Ao contrário. Eu defendo uma recuperação de acordo com a inflação, até porque os impostos não crescem mais que isso.

Se eu pudesse, daria o salário de R$ 2,5 mil, que é o indicado pelo Departamento Intersindical de Estudos Econômicos, Sociais e Estatísticos (Dieese). No entanto, isso não é possível sem que haja o abandono de outras áreas, como a saúde, por exemplo”, conclui Ziulkoski.

Igor Silveira – votebrasil.com

Tribunal de Contas da União determina análise de contas da Fundação Sarney

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

O TCU  determinou que as contas de um patrocínio da Petrobras para a Fundação José Sarney(foto) sejam analisadas em até 60 dias. A estatal repassou dinheiro para que fosse executado o projeto de preservação dos acervos bibliográfico e museológico da entidade.

TCU determina análise de contas da Fundação Sarney

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Por Mário Coelho – congressoemfoco.com.br

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que as contas de um patrocínio da Petrobras para a Fundação José Sarne y(foto) sejam analisadas em até 60 dias. A estatal repassou dinheiro para que fosse executado o projeto de preservação dos acervos bibliográfico e museológico da entidade. Encaminhada pela CPI da Petrobras ao TCU em 2009, a denúncia foi examinada na sessão de 19 de janeiro. A informação foi veiculada na manhã desta quarta-feira (26) pelo portal do jornal O Estado de S. Paulo.

A Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura ficará responsável pela análise das contas. Além de determinar a vistoria, os ministros do TCU também tiraram o sigilo do caso. O relator do processo é o ministro José Múcio Monteiro. O resultado foi publicado na edição de ontem (25) do Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com o jornal, parte do patrocínio foi desviado para empresas fantasmas e outras da família Sarney. Do total de R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas prestadoras de serviço com endereços fictícios em São Luís (MA) e até em uma conta paralela que nada tem a ver com o projeto, segundo o Estadão.

Ainda de acordo com o jornal, que publicou reportagem sobre o assunto em 2009, uma parcela do dinheiro, R$ 30 mil, foi para a TV Mirante e duas emissoras de rádio, a Mirante AM e a Mirante FM, de propriedade da família Sarney. A Petrobras repassou o dinheiro à Fundação Sarney pela Lei Rouanet, que garante incentivos fiscais às empresas que aceitam investir em projetos culturais. Mas esse caso foi uma exceção. Apenas 20% dos projetos aprovados conseguem captar recursos.

Duarte Nogueira é o novo líder do PSDB na Câmara

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

A bancada do PSDB na Câmara, formada por 53 deputados, referendou  o nome de Duarte Nogueira (SP) para a liderança do partido em 2011. Em reunião em Brasília, os parlamentares também escolheram Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) para líder da Minoria e Eduardo Gomes (PSDB-TO) como candidato à primeira vice-presidência.

Duarte Nogueira é o novo líder do PSDB na Câmara

quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Por Mário Coelho – congressoemfoco.com.br

A bancada do PSDB na Câmara, formada por 53 deputados, referendou nesta quarta-feira (26) o nome de Duarte Nogueira (SP) para a liderança do partido em 2011. Em reunião em Brasília, os parlamentares também escolheram Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) para líder da Minoria e Eduardo Gomes (PSDB-TO) como candidato à primeira vice-presidência.

O deputado federal reeleito Duarte Nogueira tem 46 anos e atua desde 2008 como um dos vice-líderes do partido. Agrônomo por formação, Nogueira foi eleito deputado estadual em São Paulo pela primeira vez em 1994, onde cumpriu três mandatos consecutivos. Nogueira também foi vice-líder do governador Mário Covas (2000 a 2001), secretário de Habitação, respondeu pela liderança do governo Geraldo Alckmin e entre 2003 e 2006 foi secretário de Agricultura.

Duarte Nogueira substitui o deputado João Almeida (BA), que não foi reeleito para a próxima legislatura, que começa no dia 1º de fevereiro. Ao assumir a liderança do partido, o tucano de São Paulo vai ter que lidar, também, com um racha na oposição. O DEM, principal aliado do PSDB e segunda maior bancada oposicionista, briga para chegar a um consenso de quem será o líder demista neste ano.

Em entrevista coletiva concedida após a reunião dos tucanos, Nogueira disse que vai defender o salário mínimo de R$ 600, valor proposto pelo candidato derrotado à presidência da República pelo PSDB, o ex-governador de São Paulo José Serra. O tucano afirmou, no entanto, que o partido ainda não deliberou sobre a postura oficial na questão. “Nós sustentamos os R$ 600 com base no fato de que a expectativa de receita da Previdência Social para esse ano está subestimada em 10%”, disse Nogueira. Ele disse que a União tem uma margem de cerca de R$ 17,8 bilhões para suportar o novo salário.

Nogueira afirmou também que o PSDB vai apoiar a candidatura do atual vice-presidente Marco Maia (PT-RS) à presidência da Câmara. A bancada decidiu assumir o compromisso, segundo o tucano, de fazer o que chamou de uma oposição “consistente, organizada e propositiva”. Segundo o acordo firmado pelo ex-líder do PSDB deputado João Almeida (BA), o apoio à candidatura do petista teria como base o princípio da proporcionalidade, por meio do qual o PSDB teria o direto de indicar o primeiro secretário.

Sandro Mabel é candidato à Presidência da Câmara

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

O governo não conseguiu demovê-lo. O deputado Sandro Mabel (PR-GO), mesmo sem ter o apoio oficial do seu próprio partido, anunciou que será candidato à presidência da Câmara, contra o deputado petista Marco Maia (RS).

Sandro Mabel é candidato à Presidência da Câmara

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Rudolfo Lago – congressoemfoco.com.br

O governo não conseguiu demovê-lo. O deputado Sandro Mabel (PR-GO), mesmo sem ter o apoio oficial do seu próprio partido, anunciou hoje (25) que será candidato à presidência da Câmara, contra o deputado petista Marco Maia (RS). Para intensificar sua campanha, Mabel deixou a liderança do PR, que era exercida por ele.

Apesar do lançamento oficial, ainda é cedo para se garantir que Mabel levará mesmo sua candidatura até o fim. Em outros anos, deputados já lançaram candidaturas para negociar outras vantagens depois. Isso aconteceu, por exemplo, com Severino Cavalcanti (PP-PE) em anos anteriores ao que acabou se elegendo presidente. Mesmo que leve sua candidatura até o fim, suas chances hoje parecem pequenas. Mabel só tem apoios avulsos. Nenhum dos partidos com representação na Câmara fechou com ele.

“A partir de hoje, entro na luta. Vou ser o próximo presidente dessa Casa, com muita fé em Deus. A Casa vem num ritmo de alguns anos e precisamos dar uma sacudida em algumas coisas”, disse Mabel, na entrevista em que lançou sua candidatura.

Para convencer a maioria dos deputados, Mabel apostará no fato de ser empresário, dono de uma conhecida fábrica de biscoitos (que fabrica as rosquinhas Mabel). Mabel dirá na campanha que a Câmara precisa mais da experiência de um administrador que da habilidade de um político. Ele também prega a necessidade da disputa para estimular o debate interno. “Uma candidatura única num parlamento? É preciso conversar, é preciso ter discussão de ideias. Não se pode ter apenas uma candidatura numa casa que é a casa do debate”.

Realizada a primeira cirurgia contra a depressão

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Foi um sucesso a primeira cirurgia cerebral realizada a fim de tratar a depressão. O procedimento pioneiro, “curou” uma mulher de 62 anos que sofria de depressão aguda há quase uma década.

Realizada a primeira cirurgia contra a depressão

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Foi um sucesso a primeira cirurgia cerebral realizada a fim de tratar a depressão. O procedimento pioneiro foi realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e “curou” uma mulher de 62 anos que sofria de depressão aguda há quase uma década.

Por causa da doença, Sheila Cook, de 62 anos de idade, aposentou-se precocemente, chegou a ficar incapaz de se vestir ou de se alimentar sozinha, e o suicídio passou a ser uma ideia frequente.

‘Minha visão sobre a vida mudou completamente’
Mas a intervenção cirúrgica mudou completamente essa situação. Chamada de estimulação cerebral profunda, a técnica consiste no uso de fios e eletrodos implantados no cérebro por meio de furos abertos no crânio e ligados a uma bateria que envia impulsos elétricos para estimular ou inibir o funcionamento das áreas do cérebro responsáveis pelo controle das emoções.

“Minha visão sobre a vida mudou completamente”, diz Sheila. Ela, no entanto, teve uma recaída e precisou passar por uma cirurgia ainda mais radical, na qual os pesquisadores danificaram uma área do seu cérebro para inibir seu funcionamento. Os pesquisadores querem agora desenvolver a técnica da estimulação cerebral profunda para que seus efeitos sejam duradouros ou mesmo definitivos.

Quase 25% dos brasileiros sofrem de depressão pós-férias

Um estudo feito pela ISMA Brasil, associação integrante da International Stress Management Association, revelou que a depressão pós-ferias é um mal que aflige 23% dos brasileiros.

Os principais sintomas apresentados por essas pessoas são dores musculares, dor de cabeça, cansaço, angústia e ansiedade. Ao todo foram entrevistados 540 profissionais com idades entre 25 e 60 anos, moradores de São Paulo e de Porto Alegre.

Sessenta e oito por cento dos participantes disseram que usam medicamentos para aliviar esses sintomas. Já 52% citaram o consumo de álcool.

O estudo revelou também que os profissionais mais vulneráveis à depressão pós-férias são os das áreas de finanças, saúde, informática e os que não atuam em sua área de formação. Ainda de acordo com o estudo, 93% dos brasileiros que sofrem desse tipo de problema se sentem insatisfeitos profissionalmente.

OAB vai mover ações contra aposentadorias de ex-governadores

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti, disse que já tem três Ações Diretas de Inconstitucionalidade prontas para serem movidas, até a próxima semana, contra os estados de Sergipe, do Paraná e Amazonas.

OAB vai mover ações contra aposentadorias de ex-governadores

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Fonte: votebrasil.com

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti, disse nesta segunda-feira (24/1) que já tem três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adin) prontas para serem movidas, até a próxima semana, contra os estados de Sergipe, do Paraná e Amazonas.

Segundo Cavalcanti, a OAB deverá entrar com as três ações ao mesmo tempo. “Ingressaremos com ações diretas de inconstitucionalidade em relação a cada uma das leis estaduais que estabeleceram este privilégio, que é realmente uma agressão à sociedade civil brasileira”.

Além das aposentadorias para ex-governadores, Cavalcanti criticou os privilégios concedidos pelo Itamaraty no caso dos passaportes diplomáticos. Ele disse que deveria haver mais transparência sobre esse tipo de ato do poder público. “Não é possível mais termos esse tipo de prática colonialista. É preciso passar uma borracha no passado e cancelar esses passaportes”.

Cavalcanti comentou ainda a demora na indicação do ministro do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, ainda na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva a OAB encaminhou um ofício pedindo celeridade na indicação e não obteve resposta.

Senador Álvaro Dias pode ganhar R$ 1,6 milhão com aposentadoria retroativa

sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Vinte anos depois de ter terminado o mandato de governador no Paraná, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) pediu ao governo pensão vitalícia retroativa de cinco anos. Caso o pedido seja aprovado, o senador poderá receber quase R$ 1,6 milhão.

Senador Álvaro Dias pode ganhar R$ 1,6 milhão com aposentadoria retroativa

sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Além dele, outros dez ex-governadores e quatro viúvas recebem um benefício de R$ 24,1 mil mensais no Paraná…

Vinte anos depois de ter terminado o mandato de governador no Paraná, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) pediu ao governo pensão vitalícia retroativa de cinco anos.

Caso o pedido seja aprovado, o senador poderá receber quase R$ 1,6 milhão. Dias governou o Estado de 1987 a 1991 e recebe a aposentadoria desde outubro, quando pediu o benefício.

O senador não quis se pronunciar sobre o pedido e disse que irá falar sobre o assunto em momento oportuno. Além dele, outros dez ex-governadores e quatro viúvas recebem um benefício de R$ 24,1 mil mensais no Paraná.

O benefício mais recente concedido foi esta semana ao ex-governador Orlando Pessuti, que passou o cargo neste ano ao governador Beto Richa (PSDB).

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai contestar no Supremo Tribunal Federal (STF) as leis de pelo menos nove Estados que concedem aposentadorias vitalícias a ex-governadores, segundo informou o presidente da entidade, Ophir Cavalcante. O número de ações pode aumentar até a OAB concluir um levantamento nacional sobre a concessão do benefício.

Por enquanto, os alvos da entidade são os ex-governadores de Santa Catarina, Sergipe, Paraná, Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Piauí, Ceará e Maranhão. A expectativa da OAB, segundo Cavalcante, é que o STF, ao julgar o primeiro caso, edite uma súmula vinculante, estendendo na prática a validade da decisão para todos os Estados.

Segundo Ophir Cavalcante, o STF já poderia ter editado uma súmula vinculante ao julgar em 2007 o caso de Mato Grosso do Sul, o que, na prática, cassaria todas as aposentadorias concedidas a ex-governadores após a Constituição de 1988.

“Provavelmente o Supremo desconhecia esse quadro de concessão do benefício em diversos Estados”, afirmou o dirigente da OAB.

Luisa Brasil – votebrasil.com

José Eduardo Dutra e José Serra batem boca no Twitter

sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o candidato derrotado à Presidência, José Serra (PSDB), se estranharam no Twitter. A conversa entre os dois começou quando Serra deu boa noite aos seus seguidores no microblog e Dutra respondeu ao tucano.

José Eduardo Dutra e José Serra batem boca no Twitter

sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Fonte: votebrasil.com

A conversa entre os dois começou quando Serra deu boa noite aos seus seguidores no microblog e Dutra respondeu ao tucano.

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o candidato derrotado à Presidência, José Serra (PSDB), se estranharam no Twitter na noite desta quarta-feira. A conversa entre os dois começou quando Serra deu boa noite aos seus seguidores no microblog e Dutra respondeu ao tucano.

Logo em seguir, Serra comentou as recentes acusações de desvio de dinheiro na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), divulgadas ao longo desta semana na imprensa. ”Como eu disse mil vezes o PT destruiu a Funasa e a Anvisa, com fisiologismo, corrupção e incompetência”, alfinetou Serra.

”Depois dessa, retiro o meu boa noite”, replicou Dutra. Serra continou com críticas ao PT ao reproduzir um comentário irônico de sobre os erros no sistema do Sisu e falar sobre a política econômica do governo. ”Economia brasileira hoje: inflação em alta, déficit sideral do balanço de pagamentos, nó fiscal, carências agudas de infraestrutura”, afirmou.

”Deve ser por isso que a oposição ganhou a eleição”, disse Dutra. Nesta quinta-feira, Dutra fez graça com a reprodução da discussão na mídia afirmando que a imprensa deve estar ”sem assunto”.