Arquivo de setembro de 2010

E se os vices vierem a assumir?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pesquisa do Datafolha mostrou que 94% dos eleitores brasileiros não sabiam dizer o nome do vice de Dilma Rousseff (PT) e 96% desconheciam quem assumiria o cargo de presidente no lugar de José Serra (PSDB).

E se os vices vierem a assumir?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Esses coadjuvantes nas chapas majoritárias merecem um pouco mais de atenção, “porque não há nada mais democrático do que o imprevisto”. Por Hugo Souza.

Está no ar na TV brasileira uma bem-humorada campanha publicitária de um banco para vender seguros de vida. Em uma das peças, um ator caminha por uma linha férrea, com um trem se aproximando ao fundo, enquanto diz:

“Muita gente não faz seguro porque acha que nada vai acontecer. Tudo bem, tudo bem, é uma maneira de pensar. Mas vai que… né? Porque não há nada mais democrático do que o imprevisto. Concorda? O sujeito é milionário, está naquela piscina olímpica maravilhosa e vai que… foi! Ou não. É o cara mais sortudo do mundo, mas ele tem um segundo ruim. E nesse um segundo ruim vai que… Já o azarado, pensou, vai que… piscou, vai que… Na verdade tudo pode acontecer, e contra isso…”

O comercial termina com o ator dizendo que, contra isso, não há nada melhor do que fazer um seguro da empresa em questão. Isso no exato instante em que o trem toma o rumo de um desvio, em vez de passar por cima do locutor.

Parafraseando esta peça genial, e sem querer agourar os nobres candidatos que ora se esmeram para conquistar o apoio do eleitorado, o político sua a camisa na campanha, é escolhido pela maioria para ser o presidente da República ou o governador do estado, e vai que… foi! Ou então o mais reto dos eleitos com o voto do povo tem um segundo ruim, digamos, e nesse um segundo ruim tem uma câmera escondida ou uma testemunha falastrona e vai que… impeachment!

Contra isso, ou melhor, para isso existem os vices (entre suas outras atribuições). Os candidatos a vice nas chapas para cargos de eleições majoritárias, porém, costumam ser absolutamente irrelevantes para as escolhas dos eleitores. Talvez valesse a pena um pouco mais de atenção a esses coadjuvantes que podem virar protagonistas da noite para o dia. Afinal, “não há nada mais democrático do que o imprevisto”.

Eleitores não sabem quem são os vices

Uma pesquisa do Datafolha feita em julho mostrou que 94% dos eleitores brasileiros não sabiam dizer o nome do vice de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (PMDB), e 96% desconheciam quem assumiria o cargo de presidente no lugar de José Serra (PSDB), ou seja, Índio da Costa (DEM).

Em eleições como as que se avizinham, para presidente e governadores, a irrelevância dos vices junto ao eleitorado costuma ser ainda maior, tendo em vista que daqui a dois anos, nas eleições municipais, em teoria nenhum eleito agora deixará o cargo conquistado para se candidatar a prefeito ou vereador, deixando a vaga para seu substituto imediato.

Não é o caso de o cidadão, na frente da urna eletrônica, chegar ao ponto de escolher entre Temer e Índio, em vez de pensar em Dilma ou Serra, como é óbvio. Mas há uma evidente contradição entre o descaso para com os candidatos a vice e o fato de que o Brasil, desde que deixou de ser administrado pelos militares, já teve dois “reservas” assumindo a presidência da República: José Sarney e Itamar Franco, respectivamente nos lugares de Tancredo Neves, morto antes da posse, e Fernando Collor de Mello, destituído do cargo.

Mesmo o “golpe” de 1964 aconteceu, entre outros fatores, como reação às políticas de João Goulart, ex-vice que havia assumido a chefia do Estado brasileiro anos antes, após a renúncia de Jânio Quadros. Ele já havia sido eleito vice de Juscelino Kubitschek em 1955. Naquela época, as eleições para presidente e vice eram separadas, e o candidato a vice Jango, quem diria, recebeu mais votos do que o próprio Juscelino.

Alguns vices com pouca projeção eleitoral acabam alavancando suas carreiras políticas quando o destino lhes reserva o exercício do poder. É o caso de Geraldo Alckmin, que assumiu o governo de São Paulo após a morte de Mário Covas, em 2001, e apenas cinco anos depois chegou ao segundo turno da disputa presidencial com Lula.

Datafolha: cresce chance de 2º turno em SP e no RS

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pesquisas divulgadas pelo Datafolha sobre a intenção de voto para governador mostram que crescem as chances de segundo turno em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Aumenta apossibilidade de a eleição ser decidida já no próximo domingo em Minas Gerais e no Distrito Federal.  Em Pernambuco, no Rio de Janeiro e na Bahia, segundo o Datafolha, a definição será no primeiro turno.

Datafolha: cresce chance de 2º turno em SP e no RS

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Por Edson Sardinha – congressoemfoco.com.br

Pesquisas divulgadas hoje (30) pelo instituto Datafolha sobre a intenção de voto para governador mostram que crescem as chances de segundo turno em São Paulo e no Rio Grande do Sul, e aumenta a possibilidade de a eleição ser decidida já no próximo domingo (3) em Minas Gerais e no Distrito Federal.  Em Pernambuco, no Rio de Janeiro e na Bahia, segundo o Datafolha, as projeções continuam apontando para definição em primeiro turno.

Em São Paulo, a diferença entre o tucano Geraldo Alckmin e o petista Aloizio Mercadante caiu seis pontos percentuais em uma semana.  O candidato do PSDB, de acordo com o instituto, segue favorito para vencer no primeiro turno, com 54% dos votos válidos (quando são excluídos os brancos e os nulos).

Mas os novos números, segundo o Datafolha, deixam entreaberta a possibilidade de a eleição ser decidida apenas em 30 de outubro, em segundo turno. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o candidato do PSDB tem entre 52% e 56% dos votos válidos. Para vencer a disputa em primeiro turno, o candidato precisa ter 50% mais um dos votos válidos.

Também é incerto o cenário no Rio Grande do Sul, embora o favoritismo para vencer já no próximo domingo continue com Tarso Genro (PT). Segundo o Datafolha, caiu três pontos a vantagem do candidato do PT em relação a José Fogaça (PMDB). Com a margem de erro de três pontos, o petista teria entre 49% e 55% dos votos válidos. 

Em Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB) oscilou um ponto percentual para cima enquanto Hélio Costa (PMDB) variou um ponto para baixo. As oscilações estão dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais. Anastasia aparece com 52% dos votos válidos. Ou seja, teria entre 49% e 55%.

No Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) também tem chance de vencer no primeiro turno. O petista figura com 54% dos votos válidos. Com a margem de erro de três pontos, teria entre 51% e 57%. A candidata Weslian Roriz (PSC), mulher do ex-candidato Joaquim Roriz (PSC), tem entre 28% e 34% dos votos válidos.

Veja os números divulgados hoje pelo Datafolha, levando-se em conta apenas os votos válidos:

BAHIA
Jaques Wagner (PT) – 57% (c/ margem de erro: entre 54% e 60%)
Paulo Souto (DEM) – 21% (c/ margem de erro: entre 18% e 24%)
Geddel (PMDB) – 17% (c/ margem de erro: entre 14% e 20%)
Margem de erro – 3 pontos percentuais
Entrevistados – 1.198 eleitores
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

DISTRITO FEDERAL
Agnelo Queiroz (PT) – 54% (c/ margem de erro: entre 51% e 57%)
Weslian Roriz (PSC) – 31% (c/ margem de erro: entre 28% e 34%)
Margem de erro – 3 pontos percentuais
Entrevistados – 1.087 eleitores no DF
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

MINAS GERAIS
Antonio Anastasia (PSDB) – 52% (c/ margem de erro: entre 49% e 55%)
Hélio Costa (PMDB) – 43% (c/ margem de erro: entre 40% e 46%)
Margem de erro – 3 pontos percentuais
Entrevistados – 2.044 eleitores em 90 municípios
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

PERNAMBUCO
Eduardo Campos (PSB) – 78% (c/ margem de erro: entre 75% e 81%)
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – 20% (c/ margem de erro: entre 17% e 23%)
Margem de erro – 3 pontos percentuais
Entrevistados – 1.172 eleitores em 43 municípios
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

RIO GRANDE DO SUL
Tarso Genro (PT) – 52% (c/ margem de erro: entre 49% e 55%)
José Fogaça (PMDB) – 29% (c/ margem de erro: entre 26% e 32%)
Yeda Crusius (PSDB) – 18% (c/ margem de erro: entre 15% e 21%)
Margem de erro – 3 pontos percentuais
Entrevistados – 1.400 eleitores em 56 municípios
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

RIO DE JANEIRO
Sérgio Cabral (PMDB) – 67% (c/ margem de erro: entre 64% e 70%)
Fernando Gabeira (PV) – 21% (c/ margem de erro: entre 18% e 24%)
Margem de erro – 3 pontos percentuais
Entrevistados – 1.339 eleitores em 34 municípios
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

SÃO PAULO
Geraldo Alckmin (PSDB) – 54% (c/ margem de erro: entre 52% e 56%)
Aloizio Mercadante (PT) – 29% (c/ margem de erro: entre 27% e 31%)
Celso Russomanno (PP) – 10% (c/ margem de erro: entre 7% e 13%)
Margem de erro – 2 pontos percentuais
Entrevistados – 2.202 eleitores
Data da pesquisa – 28 e 29 de setembro

Serra busca apoio da Assembleia de Deus; PT também vai atrás

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Integrantes da cúpula da Assembleia de Deus têm se reunido com o PSDB e já sinalizaram o apoio ao partido nestas eleições. A principal adversária de Serra, Dilma Rousseff, também passou a ser criticada por setores da igreja por causa de uma frase atribuída a ela de que nem “Jesus Cristo” lhe tirava a vitória nestas eleições.

Serra busca apoio da Assembleia de Deus; PT também vai atrás

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Integrantes da cúpula da Assembleia de Deus têm se reunido com o PSDB e já sinalizaram o apoio ao partido nestas eleições. Embora a candidata do PV à presidência, Marina Silva, seja membro da igreja, a direção da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) tem manifestado discordâncias políticas com o programa do Partido Verde.

A candidata passou a ser mal vista pelos religiosos quando não se posicionou diametralmente oposta ao aborto, tendo em vista que este é um posicionamento defendido pelos fiéis.

A principal adversária de Serra, Dilma Rousseff, do PT, também passou a ser criticada por setores da igreja por causa de uma frase atribuída a ela de que nem “Jesus Cristo” lhe tirava a vitória nestas eleições. Em encontro com representantes cristãos, nesta quarta (29), Dilma negou ter feito tal afirmação. Em rincões mais pobres do País, no entanto, isso tem sido explorado pelos tucanos contra a petista.

Diferentemente da Igreja Católica, a Assembleia de Deus possui subdivisões independentes e defende, individualmente, posições e apoios políticos distintos. O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, por exemplo, que havia declarado apoio à candidata do PV, deu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta terça-feira (28) atacando-a por “dissimular” suas ideias sobre liberação do aborto e maconha.

A Assembléia de Deus é dividida em vários ramos. Os dois maiores são o Ministério Belém, liderado pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, que se aproximou das candidaturas tucanas, e o Ministério Madureira, presidido pelo deputado federal Manoel Ferreira (PR-RJ), alinhado à candidatura da petista Dilma Rousseff à presidência. Silas Malafaia, depois de desistir do apoio a Marina Silva, também anunciou apoio a Serra.

Atentos ao avanço de Marina nas últimas pesquisas de intenções votos, os petistas marcaram, conforme notícia veiculada pelo jornal Correio Braziliense, uma reunião em Brasília com lideranças de igrejas evangélicas como a do Evangelho Quadrangular, a Batista, Universal do Reino de Deus e Assembleia de Deus. Segundo o jornal, o evento foi organizado com o auxílio do deputado Manoel Ferreira.

Os evangélicos de várias denominações contabilizam dezenas de candidatos a deputados federais e estimam que poderiam levar a Serra cerca de 11 milhão de votos. As tratativas entre o PSDB e a CGADB foram feitas pelo presidente do partido e coordenador nacional da legenda, senador Sérgio Guerra. No entanto, segundo afirmam participantes dos encontros, as negociações não caminharam para uma eventual formalização de apoio.

Nesta quinta-feira (30), o candidato ao governo do Estado de São Paulo vai participar de um culto na Assembleia de Deus em São Paulo. O convite foi feito pelos evangélicos que pedem também a presença de Serra no encontro. No começo deste mês, o presidenciável pediu a Alckmin que organizasse um encontro com os fiéis evengélicos.

Em culto do último dia 20, o atual presidente da CGADB, pastor José Wellington, afirmou que a “Casa Civil está com uns projetos malucos e umas coisas que parecem que foram arquitetadas no inferno para querer prejudicar a igreja de Deus”. O pastor explica, então, que convocou uma assembleia extraordinária para que “umas leis terríveis” que circulam na Câmara Federal e no Senado não sejam aprovadas.

Ao final de sua intervenção, aconselhou os fiéis a votarem em representantes da religião para a Câmara Federal e abriu seus votos para os candidatos tucanos Aloysio Nunes (Senado), Geraldo Alckmin (ao governo de São Paulo) e disse que, particularmente, votará em Serra.

“Vamos pedir para que vocês orem e para que, se esta for a vontade do Senhor, vamos colocar lá…(…) um senador que é amigo da igreja, que é o Aloysio Nunes. Então, irmãos, para governador tem o Geraldo Alckmin… e o presidente eu… Bem, eu vou votar no Serra. É a escolha minha porque da Casa Civil veio coisa muito ruim contra a igreja, mas vamos orando! Deus está no controle de todas as coisas”, disse Wellington.

Marcela Rocha e Rafael Nardini – votebrasil.com

Lula diz que usam ‘cara de pau’ para propor 13º para o Bolsa Família

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Presidente Lula pediu votos para Dilma Rousseff, evocando a figura de uma mãe para “cuidar” do país e criticou propostas apresentadas por José Serra, como um 13º salário para o Bolsa Família e o aumento do salário mínimo para R$ 600.

Lula diz que usam ‘cara de pau’ para propor 13º para o Bolsa Família

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Em comício na noite desta quarta-feira (29) em Aracaju, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu votos para a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, evocando, mais uma vez, a figura de uma mãe para “cuidar” do país e criticou propostas apresentadas pelo candidato do PSDB, José Serra, como um 13º salário para o Bolsa Família e o aumento do salário mínimo para R$ 600. A candidata petista não participou do evento.

Sem citar o nome do tucano, Lula afirmou que, quando o programa Bolsa Família, uma das principais vitrines de seu governo, foi criado, diziam que se tratava de uma “esmola”.

“Hoje, os que diziam que era esmola estão até com a maior cara de pau prometendo 13º para o Bolsa Família. Eles pensam que nós somos aqueles eleitores bobinhos de 20 anos atrás.

Tem um deles que até está prometendo aumento do salário mínimo. Ora, eles governam o Brasil há 500 anos. Por que não deram aumento de salário mínimo?”, questionou, afirmando em seguida que houve aumento de 74% do salário mínimo em seu governo.

O G1 deixou recado no celular do senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), presidente do PSDB e coordenador da campanha de Serra, e aguarda resposta.

‘Barbudo’

Lula voltou a dizer que é grato por ter perdido três eleições para a Presidência da República porque só venceu quando estava “mais calejado, mais maduro”. Ele relatou que, nas primeiras campanhas, ficava descontente por ser, segundo ele, alvo de preconceito por parte da população mais pobre.

“Votavam contra mim porque estavam desinformados. Naquela época, eles diziam que Lula era um barbudo e, por ser barbudo, era comunista. E eles se esqueciam que Jesus era barbudo, se esqueciam que Tiradentes tinha sido barbudo”, disse.

‘Cuidar como uma mãe’

Como tem feito durante a campanha, o presidente evocou a figura materna para pregar o voto em Dilma. “Não precisarmos ser governados. A palavra governar é elitista. Precisamos ser cuidados. Governar é um jeito burocrata que eles faziam, governar para a minoria. O que nós queremos é cuidar como uma mãe cuida dos seus filhos”, afirmou.

O presidente afirmou que foi questionado se uma mulher teria “a mesma capacidade do homem” e disse que pensou na mãe, dona Lindu.

“Como é que eu poderia considerar a minha mãe mais fraca? Foi ela que me ensinou a andar, que me deu comida enquanto eu não aprendi a comer, ela que me lavava (…). Como é que alguém que tem competência de cuidar tão bem dos nossos filhos não pode cuidar de 190 milhões de brasileiros?”, disse.

Maria Angélica Oliveira – votebrasil.com

Datafolha: Dilma oscila para cima, e 2º turno é incerto

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pesquisa Datafolha mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 47% das intenções de voto. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 28%, e Marina Silva, do PV, tem 14%.

Datafolha: Dilma oscila para cima, e 2º turno é incerto

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Por Edson Sardinha – congressoemfoco.com.br

Pesquisa Datafolha publicada hoje (30) mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na liderança da corrida presidencial com 52% dos votos válidos (excluídos os votos nulos e brancos e os indecisos). O tucano José Serra aparece em segundo lugar, com 31% dos votos válidos. A senadora Marina Silva (PV) tem 15%.

Os três principais candidatos ao Planalto oscilaram dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, em relação ao levantamento anterior, divulgado anteontem (28). Dilma foi a única a oscilar para cima – ganhou um ponto. Serra e Marina oscilaram um ponto para baixo.

Considerando-se a margem de erro, Dilma tem entre 54% e 50% dos votos válidos. Para se eleger em primeiro turno, um dos candidatos precisa obter 50% mais um dos votos válidos. Na pesquisa de quarta-feira, o Datafolha mostrava que a petista tinha entre 49% e 53% dos votos válidos, aplicada a margem de erro, o que indicava que a disputa poderia ir ao segundo turno. Com os números de hoje, o instituto diz ser impossível precisar se a disputa será definida no domingo.

Na simulação de segundo turno com o tucano, a ex-ministra da Casa Civil também oscilou um ponto em relação à pesquisa anterior: passou de 52% para 53%. Serra se manteve com 39%.

Novas pesquisas do Ibope, do Vox Populi e do Sensus também apontam para definição da eleição no próximo domingo, com a vitória da petista. “Ao menos momentaneamente, Dilma parou sua tendência de perda de votos”, afirmou o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, à Folha de S. Paulo.

Antes das denúncias de quebra de sigilo fiscal de tucanos e de corrupção na Casa Civil, Dilma Rousseff chegou a ter 57% dos votos válidos no Datafolha. De acordo com o Datafolha, o candidato do Psol tem 1% dos votos válidos.
 
Quando são considerados todos os votos, inclusive os brancos e os nulos, Dilma aparece com 47%, Serra, com 28%, Marina, com 14%, e Plínio, com 1%. Os demais concorrentes não somam 1%. Indecisos totalizam 6% e 3% disseram votar em branco ou nulo.

O instituto ouviu 13.195 eleitores em 480 municípios brasileiros entre os dias 28 e 29. A pesquisa foi encomendada pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo.

CNT/Sensus: Maria cresce em 4 regiões; Dilma cai no NE

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pesquisa CNT/Sensus mostra crescimento de  Marina Silva em praticamente todas as regiões do país e queda de Dilma nas regiões Nordeste, Norte/Centro-Oeste e Sul. Serra se recupera no Sul, mas tem queda na região Norte/Centro-Oeste.

CNT/Sensus: Maria cresce em 4 regiões: Dilma cai no NE

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Fonte: politicalivre.com.br

Pesquisa CNT/Sensus divulgada em Brasília mostra crescimento da candidata Marina Silva (PV) em praticamente todas as regiões do país e queda de Dilma (PT) nas regiões Nordeste, Norte/Centro-Oeste e Sul.  Por sua parte, Serra se recupera no Sul, mas tem queda na região Norte/Centro-Oeste.

Apesar da queda, Dilma mantém a liderança na disputa eleitoral com 47,5% das intenções de votos.

Confira o levantamento por região em comparação com a última pesquisa CNT/Sensus do dia 12 de setembro.

Nordeste

Dilma – antes (69,2%), hoje (62%)
Serra – antes (17,2%), hoje (17%)
Marina antes (4,5%), hoje (10,5%)

Norte/Centro Oeste

Dilma – antes (47,6%), hoje (40,9%)
Serra – antes (33,3%), hoje (23,8%)
Marina antes (10,8%), hoje (17,7%)

Sul

Dilma – antes (34,9%), hoje (34,3%)
Serra – antes (36,1%), hoje (39,4%)
Marina antes (8,9%), hoje (9,3%)

Sudeste

Dilma – antes (44,1%), hoje (44,8%)
Serra – antes (26,9%), hoje (27,2%)
Marina antes (11,2%), hoje (10,9%)

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e realizada entre os dias 26 a 28 de setembro em 136 municípios de 24 estados. Foram feitas 2 mil entrevistas

Bispo Edir Macedo diz que Dilma é vítima de mentiras na internet

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O bispo Edir Macedo, dono da Record e da Igreja Universal do Reino de Deus, somou esforços com a campanha de Dilma Rousseff e desmentiu boatos que circulam entre fiéis sobre a candidata ser a favor do aborto e ter dito que “nem Jesus Cristo me tira essa vitória”.

Bispo Edir Macedo diz que Dilma é vítima de mentiras na internet

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Fonte: votebrasil.com

SÃO PAULO – O bispo Edir Macedo, dono da Record e da Igreja Universal do Reino de Deus, somou esforços com a campanha de Dilma Rousseff à Presidência e desmentiu boatos que circulam entre fiéis sobre a candidata ser a favor do aborto e ter dito que “nem Jesus Cristo me tira essa vitória”. Em nota publicada em seu blog, o bispo afirma que a petista é vítima de “mentiras espalhadas na internet”.

Ainda na mensagem dirigida a seus seguidores, Macedo afirma: “Quem pensa que está prestando algum serviço ao Reino de Deus, espalhando uma informação sem ter certeza de sua veracidade, na verdade, está fazendo o jogo do diabo”.

Como noticiado no Estado nesta quarta-feira, 29, a campanha de Dilma, por meio do presidente do PT, José Eduardo Dutra, e de Lula, empreende esforço de reação diante da recente queda apontada nas pesquisas de intenção de voto, convocando a militância nesta reta final antes das eleições de 3 de outubro.

Segundo o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, Dilma iria se reunir em Brasília com religiosos após pedido de padres e bispos para esclarecer os boatos que circulam sobre a canidadata na rede.

José Orenstein, do estadão.com.br

Marina critica ‘mudança de opinião’ de Dilma sobre aborto

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A candidata do PV, Marina Silva, criticou o que chamou de “mudança de opinião” sobre aborto declaradas pela petista Dilma Rousseff. “Eu sempre tive a minha posição. Não acho bom fazer um discurso uma hora e depois mudar de posição só para agradar”, disse.

Marina critica ‘mudança de opinião’ de Dilma sobre aborto

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Fonte: votebrasil.com

A candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, criticou o que chamou de “mudança de opinião” sobre aborto declaradas pela petista Dilma Rousseff.

“Eu sempre tive a minha posição. Não acho bom fazer um discurso uma hora e depois mudar de posição só para agradar”, disse. A afirmação foi feita na tarde desta quarta-feira (29), durante visita a estação ferroviária Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro.

Dilma Rousseff reforçou nesta quarta-feira (29) que é contra o aborto, em reunião com lideranças religiosas cristãs. “Eu pessoalmente sou contra o aborto. Falei para os pastores que, do ponto de vista da presidência, tem mulheres que recorrem ao aborto e elas têm que ser atendidas. Nós respeitamos e valorizamos a vida”, explicou.

Marina ainda voltou a afirmar que está confiante em ir para o segundo turno. “Pode contar que teremos uma mulher no segundo turno”, garantiu, corrigindo em seguida para “duas mulheres”.

“Quando começamos esta campanha, dissemos que iríamos quebrar o plebiscito, e o resultado está aí. O plebiscito está quebrado e a sociedade brasileira está dizendo que quer uma mulher na presidência depois de 500 anos de história. Peço então que tenha segundo turno para que duas mulheres, com tempos iguais (de propaganda eleitoral na TV) possam debater o Brasil”, pediu.

Ao lado do candidato a governo do Estado, Fernando Gabeira (PV), Marina comemorou sua ascensão nas pesquisas e disse que a “onda verde” deve-se a “coerência” de seus projetos. “Eu nunca fui para o ‘vale tudo’ eleitoral. Não fui para o ‘promessômetro’. As pessoas estão vendo transparência nos nossos projetos”, enfatizou.

Sobre a declaração do governador do Rio e candidato a reeleição, Sérgio Cabral (PMDB), de que os recentes arrastões na região metropolitana poderiam ter viés eleitoreiro, Marina afirmou que esse tipo de acontecimento “não deveria beneficiar ninguém”.

A visita de Marina à Central do Brasil durou pouco mais de 10 minutos, mas a aglomeração foi suficiente para quebrar a vidraça de uma banca de jornais. O candidato ao senado Marcelo Cerqueira (PPS), aliado a Gabeira, falou com o dono da banca pelo celular e se comprometeu a pagar o prejuízo.

Embora o PPS apoie a candidatura de Serra, Cerqueira , amigo do tucano há muito tempo ¿ declarou também apoio a Marina, devido a coligação com Gabeira no Rio.

João Pequeno
Direto do Rio de Janeiro

Ibope: Dilma tem 50%; Serra, 27%, e Marina, 13%

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pesquisa Ibope mostra a candidata do PT Dilma Rousseff na liderança da disputa pela sucessão presidencial com 50% das intenções de voto. José Serra aparece na segunda colocação e Marina Silva, do PV, vem a seguir, com 13%

Ibope: Dilma tem 50%; Serra, 27%, e Marina, 13%

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

 Edson Sardinha – congressoemfoco.com.br

Pesquisa divulgada hoje (29) pelo Ibope mostra a candidata do PT Dilma Rousseff na liderança da disputa pela sucessão presidencial com 50% das intenções de voto. O tucano José Serra aparece na segunda colocação, com 27%. A senadora Marina Silva, do PV, vem a seguir, com 13% da preferência dos entrevistados. Os demais candidatos somaram 1%. O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os votos nulos e brancos totalizaram 4%, mesmo percentual atingido pelos que declararam ainda não saber em quem votar para presidente. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Com esses números, Dilma poderia ser eleita em primeiro turno.

Na pesquisa espontânea, aquela em que não é apresentada ao entrevistado a lista de candidatos, Dilma lidera com 44%, José Serra tem 21%, e Marina, 10%. O presidente Lula, que não concorre este ano, foi apontado por 1% das pessoas ouvidas. Nulos e brancos somaram 5%. Outros 18% se declararam indecisos.

Os dados levantados pelo Ibope na pesquisa estimulada são praticamente os mesmos registrados pelo instituto em levantamento divulgado no último dia 24. Dilma tinha 50%; Serra, 27%, e Marina, 12%. As variações do tucano e da senadora ficaram dentro da margem de erro.

O Ibope também levantou as intenções de voto para um eventual segundo turno. No confronto entre Dilma e Serra, a petista aparece com 55% das intenções de voto e o tucano, com 32%. Dilma aparece 56% da preferência na disputa com Marina, que fica com 29% das intenções de voto, segundo o instituto. Serra teria 43% e Marina, 35%, caso os dois se enfrentassem hoje numa eventual segunda rodada de votação, de acordo com o Ibope. O instituto ouviu 3.010 eleitores em 191 municípios brasileiros entre os dias 25 e 27 de setembro.

O que interessa da pesquisa Datafolha

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O Datafolha publicou um relatório sobre a pesquisa feita na última segunda-feira, 27. Conheça os dados mais importantes do documento, que foram reunidos no blog de José Roberto Toledo, do Estadão.

O que interessa da pesquisa Datafolha

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Nesta terça-feira, 28, o instituto Datafolha publicou um relatório sobre a pesquisa feita na última segunda-feira, 27. Os dados mais importantes do documento foram reunidos no blog de José Roberto Toledo, do Estadão. Veja as mudanças mais importantes destacadas por Toledo:

1) Marina Silva (PV) cresceu 6 pontos no eleitorado de nível superior e empatou com Dilma Rousseff (PT), que caiu 7. Tecnicamente, os três estão empatados: José Serra (PSDB) tem 34%, Marina chegou a 30% e Dilma caiu para 28%.

2) A queda de Dilma ocorreu em todos os segmentos de escolaridade e renda, o que indica um refluxo da onda vermelha. Uma variação negativa de 2 pontos no eleitorado que estudou até o ensino fundamental tem um peso maior do que de 7 no nível superior. Está dentro da margem de erro, mas a consistência do movimento em todos os estratos sugere uma queda de fato.

3) Serra caiu 4 pontos no segmento que ganha de 5 a 10 salários mínimos (SM), e está tecnicamente empatado com Marina nesse eleitorado: Dilma tem 36%, Serra tem 30% e Marina tem 26%. Como o tucano ganhou 2 pontos no segmento anterior (renda de 2 a 5 SM) e 3 pontos no seguinte (+ de 10 SM), ficou estável na média geral.

4) As mulheres foram as principais responsáveis pela queda de Dilma no Datafolha: menos 5 pontos. Se Dilma não se eleger no primeiro turno, será por causa do voto feminino. Ela tem 51% entre os homens (55% dos votos válidos masculinos) e 42% entre as mulheres (48% dos válidos femininos).

5) Debate da Record foi visto, ao menos em parte, por 22% dos eleitores; a audiência foi maior entre quem vota em Marina do que entre quem vota em Serra ou em Dilma.

Tucanos elogiam ‘novo’ desempenho de Serra

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os tucanos comemoravam ontem o tom de Serra no debate promovido pela Rede Record. Para o comando da campanha, a atuação de Serra foi emblemática dessa mudança que pretendem imprimir até domingo.

Tucanos elogiam ‘novo’ desempenho de Serra

terça-feira, 28 de setembro de 2010

votebrasil.com

Os tucanos comemoravam ontem o tom de Serra no debate promovido pela Rede Record anteontem. Para o comando da campanha, a atuação de Serra foi emblemática dessa mudança que pretendem …

Na última semana da campanha presidencial, o candidato do PSDB, José Serra, tenta reproduzir o clima de “paz e amor” similar ao que havia nos primeiros meses do ano, quando liderava as pesquisas de intenção de voto.

Passou a dosar as críticas à adversária Dilma Rousseff (PT) e a delegar ao partido os ataques mais ácidos aos petistas, apostando nisso como receita para a passagem ao segundo turno da disputa.

Os tucanos comemoravam ontem o tom de Serra no debate promovido pela Rede Record anteontem. Para o comando da campanha, a atuação de Serra foi emblemática dessa mudança que pretendem imprimir até domingo.

Diferentemente do embate anterior, na RedeTV, o candidato não foi agressivo nem mostrou arrogância, avaliam. Teria conseguido expor os principais eixos da sua campanha, se mostrado propositivo, sem agredir a adversária. Pelo contrário. Chegou a assistir discussões entre Dilma e Marina Silva (PV).

Serra acatou a orientação do comando da campanha e não chegou a fazer questionamentos diretos à petista – o que, além de colocá-lo na posição de atacante, daria à rival a chance da última palavra na tréplica. O resultado, em mãos da equipe tucana, foi um desempenho vitorioso de Serra entre os grupos de eleitores monitorados pela campanha durante o debate de anteontem – Marina chegou a vencer apenas o segundo bloco.

“Serra está convencido de que, se bater, ele não cresce”, afirmou o presidente do PSDB e coordenador da campanha, Sérgio Guerra. Na semana passada, o partido colocou no ar vídeos que atacavam Dilma. Na tentativa de blindar a campanha, Serra chegou a dizer que as produções não tinham relação com a candidatura.

Os tucanos começaram a articular mudanças, preparando-se para o caso de um segundo turno. Na madrugada de ontem, Serra chegou a se encontrar com Guerra no Rio e conversaram sobre as articulações necessárias nos Estados e na estratégia para a nova fase da campanha. Guerra telefonou para as lideranças regionais do PSDB e pediu empenho nos Estados na reta final.

Encontro. O presidenciável participou ontem de encontro com eleitoras, organizado por sua mulher, Monica Serra, no Esporte Clube Sírio, em São Paulo. Pediu que elas multipliquem os votos e consigam convencer os indecisos na reta final. “Se cada um conquistar mais um voto, seriam votos demais. Quem puder conquistar 4 ou 5, maravilha. Sobretudo, quem for da área da saúde”, disse.

Do encontro no Sírio participaram o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o governador Alberto Goldman, o candidato do PSDB ao governo paulista, Geraldo Alckmin, a vice-prefeita Alda Marco Antonio. Monica Serra disse que o marido tem tudo para ir ao segundo turno: “Graças a Deus a verdade sempre vence, apesar de muitas mentiras por aí.” / COLABOROU ANNE WARTH

Julia Duailibi – O Estado de S.Paulo

Rumo da economia sob eventual governo Dilma é incerto, diz ‘Financial Times’

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Reportagem do jornal britânico Financial Times afirma que ainda não é totalmente clara a direção que seria dada à economia brasileira por um eventual governo Dilma Rousseff.

Rumo da economia sob eventual governo Dilma é incerto, diz ‘Financial Times’

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Uma reportagem publicada na edição desta terça-feira do jornal britânico Financial Times afirma que ainda não é totalmente clara a direção que seria dada à economia brasileira por um eventual governo Dilma Rousseff, apesar da candidata do PT prometer …

Uma reportagem publicada na edição desta terça-feira do jornal britânico Financial Times afirma que ainda não é totalmente clara a direção que seria dada à economia brasileira por um eventual governo Dilma Rousseff, apesar da candidata do PT prometer a continuidade das políticas de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso eleita.

O jornal diz que o governo vem enviando sinais ambíguos em relação à manutenção da atual política macroeconômica, em particular sobre sua disposição em reduzir gradualmente o déficit público.

Segundo o FT, o montante da dívida pública em termos brutos vem aumentando durante o governo atual, e seria “essa ambiguidade que tornaria difícil prever que rumo será dado à economia sob o governo Dilma Rousseff”.

No texto intitulado “Lula se revela um político difícil de suceder”, o jornal comenta que apesar da enorme liderança nas pesquisas de opinião, Dilma não é recebida pelos eleitores com a mesma admiração reservadas ao presidente Lula.

Segundo a reportagem, num comício realizado em Porto Alegre na semana passada, Dilma só conseguiu empolgar a multidão ao comentar o sucesso da capitalização da Petrobras que obteve US$ 67 bilhões com a venda de ações.

“Nós tivemos que vender algum pedaço da Petrobras para conseguir (o dinheiro)? Não, hoje nós demos de volta ao povo brasileiro o que tinha sido vendido antes”, é a frase de Dilma citada pela matéria do FT assinada pelo repórter Jonathan Wheatley.

Para ele, o comentário da candidata estabelece uma comparação direta com a capitalização da Petrobras feita durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardosom, que obteve US$ 4 bilhões.

Estado maior

O Financial Times acredita que os comentários da candidata ao ressaltar a operação financeira, que acabou aumentando a participação do governo na empresa, pode ser um indicativo de que sob o comando de Dilma o Estado brasileiro iria ampliar sua participação na economia.

O jornal cita uma declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega após a capitalização da Petrobras, dizendo que com a operação o governo teria aumentado de 40% para 48% a participação no capital da empresa.

A reportagem diz, entretanto, que os assessores de Dilma garantem que o petróleo “é um caso isolado” por ser matéria-prima especial”.

Um assessor econômico próximo de Dilma teria garantido ao FT que, se eleita, a nova presidente iria manter inalterados os três pilares em que o governo Lula baseia sua política econômica: metas de inflação; câmbio livre e redução gradual do déficit público.

Pela reação da plateia durante o comício de Porto Alegre, a reportagem do Financial Times conclui que o que os eleitores de Dilma Rousseff desejam mesmo é a manutenção da política do presidente Lula.

Tiririca admite para produção do SBT que não sabe ler nem escrever

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O candidato a deputado federal Tiririca (PR-SP) admitiu à produção do programa “Domingo Legal”, do SBT, que não sabe ler nem escrever. Tal revelação inviabiliza a candidatura do humorista de acordo com a legislação eleitoral.

Tiririca admite para produção do SBT que não sabe ler nem escrever

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Redação Portal IMPRENSA

O candidato a deputado federal Tiririca (PR-SP) admitiu à produção do programa “Domingo Legal”, do SBT, que não sabe ler nem escrever. Tal revelação inviabiliza a candidatura do humorista de acordo com a legislação eleitoral.
Em 2003, segundo informa o jornalista Ricardo Feltrin, colunista do UOL, o humorista foi convidado em diversas ocasiões para participar do programa, à época apresentando por Gugu Liberato, atualmente na Record.
O palhaço teria papel fixo no dominical e deveria contar piadas ao público, escritas por um redator do programa, que tinha a função de repetir as piadas várias vezes até que o humorista as decorasse.
Em julho deste ano, Tiririca foi novamente convidado pela produção para participar do programa, e indagou se deveria “decorar alguma coisa, porque vocês sabem que eu não sei ler e nem escrever”. Ao ser questionado por um produtor se não pretendia aprender, o palhaço disse que não levava “jeito nenhum”.
Tendo como base reportagem da revista Época, o promotor Maurício Antônio Ribeiro Lopes, da 1º Zona Eleitoral de São Paulo, moveu duas representações à Justiça Eleitoral requisitando que seja confirmado se Tiririca é de fato analfabeto. Na outra ação, o promotor o acusa de falsidade ideológica por ter revelado que todos os seus bens estão em nome de outras pessoas devido a processos judiciais.

Em Barretos, Serra chama ex-prefeito peemedebista de ‘traíra’

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

José Serra criticou deputados do PMDB que declararam apoio a Dilma Rousseff. O tucano afirmou que é necessário “deixar os traíras de lado”. As críticas foram direcionadas  ao deputado Uede Rezeck, candidato à prefeito de Barretos.

Em Barretos, Serra chama ex-prefeito peemedebista de ‘traíra’

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Fonte: votebrasil.com

Candidato tucano critica deputados estaduais do PMDB que declararam apoio a Dilma Rousseff.

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, reclamou hoje dos deputados do PMDB de São Paulo que declararam apoio à presidenciável petista Dilma Rousseff na reta final de campanha.

O tucano afirmou que é necessário “deixar os traíras de lado”. As críticas foram direcionadas principalmente ao deputado estadual Uede Rezeck, candidato à reeleição e prefeito de Barretos por três mandatos.

No começo da campanha, Rezeck participou de várias atividades com o candidato tucano ao governo do Estado, Geraldo Alckmin, e chegou a pedir votos a Serra. “Aqui em Barretos, tem um deputado que é traíra, que é o doutor Rezeck, que foi muito apoiado pelo governo do Estado e, na última hora, foi chamado pelo outro e foi apoiar Dilma”, disse Serra ao chegar ao aeroporto de Barretos no início da noite desta segunda-feira.

Na sua chegada, o tucano foi saudado por um locutor de rodeio vestido a caráter, com roupa e chapéu de vaqueiro. Serra tomou emprestado o microfone do vaqueiro para fazer seu discurso no aeroporto.

O candidato disse ainda que a consequência da deserção nos votos peemedebistas “será insignificante” nas urnas. E acrescentou que “gente como Rezeck não tem estrutura moral para fazer política”.

A respeito da medida que impedia a divulgação no Tocantins de informações sobre suposto envolvimento do governador e candidato à reeleição Carlos Gaguim em esquema de desvio de recursos públicos, Serra elogiou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) que derrubou nesta tarde a censura à imprensa no Estado.

O candidato desembarcou em Barretos com tempo fechado, vindo de Presidente Prudente, após tentativa frustrada de chegar a Araçatuba, onde tinha agenda na tarde de hoje.

Questionado pelos jornalistas sobre o fato de não ter feito perguntas diretamente para Dilma Rousseff no debate de ontem à noite, na TV Record, Serra não quis falar sobre o assunto. Tampouco respondeu a perguntas sobre a crítica feita a ele pela candidata verde, Marina Silva, que na manhã de hoje, em Guarulhos, o acusou de “intimidar a imprensa”.

Piero Locatelli

Marina: “Escândalos atingiram duas vezes Casa Civil”

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O debate na TV Record girou em torno das denúncias de corrupção e tráfico de influência na Casa Civil. Marina Silva questionou as garantias da candidata Dilma Rousseff de rigor nas investigações no futuro governo caso ela seja mesmo vitoriosa.

Marina: “Escândalos atingiram duas vezes Casa Civil”

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Por Thomaz Pires – congressoemfoco.com.br

O terceiro bloco do debate na TV Record entre os candidatos à Presidência voltou a girar em torno das denúncias de corrupção e tráfico de influência na Casa Civil. A candidata do PV, Marina Silva, insistiu em retornar ao assunto, que já havia sido abordado nos blocos anteriores. Ela questionou as garantias da candidata petista Dilma Rousseff de rigor nas investigações no futuro governo caso ela seja mesmo vitoriosa já no próximo dia 3 de outubro.

“É lamentável que esses escândalos tenham ocorrido por duas vezes e na Casa Civil, que está abaixo apenas do presidente. Como você pode garantir que vai evitar que isso ocorra novamente se a sua secretária-executiva (Ereníce Guerra) foi uma das envolvidas?”, questionou a ex-ministra do meio-ambiente.

A candidata petista usou da mesma moeda para rebater Marina. Ela usou o exemplo das denúncias de tráfico de madeiras na gestão da ex-ministra frente ao ministério do meio ambiente. “Você também enfrentou problemas, como o tráfico de madeiras. Onde se combateu e puniu os envolvidos. Irei fazer da mesma forma no meu governo”, rebateu.

Marina questionou também as políticas que deverão ser adotadas por Dilma para combater a analfabetismo. A pergunta formulada já tinha uma réplica fechada, uma vez que a candidata partiu para a trajetória de vida para aproximar-se do eleitorado. Ela contou brevemente a luta de vida para vencer o analfabetismo aos 16 anos, quando aprendeu a ler e escrever. Dilma foi direta na tréplica. “Eu lamento que você tenha passado por isso Marina”.